STAUN – DISPOSITIVOS DE ESVAZIAMENTO RÁPIDO

staunOs Staun Tyre Deflators são uma ferramenta ou dispositivo, que permite de um modo prático e simples esvaziar os seus pneus para conseguir um aumento de tracção. Só tem que enroscar os dispositivos de esvaziamento no ramo de qualquer válvula regular para esvaziar de forma automática  cada pneu até a pressão que tenha prefixado.

O dispositivo de esvaziamento, detém-se de forma automática ao chegar à pressão prefixada que se pode ajustar para adaptar a suas necessidades específicas. A cada dispositivo de esvaziamento apresenta um limite de ajuste adequado para seu uso específico e requer uma mínima diferença de pressão para accionar-se.

Os Staun Tyre Deflators são extremamente fiáveis e facilmente ajustáveis. Os dispositivos de esvaziamento de pneus estão desenhados para accionar-se de forma automática uma vez unidos ao ramo da válvula do pneu. Quando a pressão do pneu é de 8 psi (0,60 kgf/cm2) pode ser necessário uma ligeira ajuda com a mão levantando o pivote central. 

A aferição dos valores que os Staun foram sujeitos no seu uso, provam que a variação máxima é menor de 1/4 psi (0,02 kgf/cm2). Os dispositivos de esvaziamento também se comportaram excelentemente ao se submeter a provas em temperaturas extremas entre -18ºC e 66ºC.

Os Staun Tyre Deflators são os dispositivos de esvaziamento mais rápidos e eficazes disponíveis, com um esvaziamento média de 30 a 18 psi (2,10 a 1,30 kgf/cm2) em 1 minuto e 50 segundos (em um pneu 10R15).

VANTAGENS

O uso de Staun Tyre Deflators para diminuir a pressão de seus pneus;

Melhorará a tracção em superfícies macias como areia;

Reduzirá enormemente a resistência aos obstáculo;

Diminuirá o consumo;

Permitir-lhe-á uma condução mais suave;

Conduzirá a um melhor rendimento global de seu veículo;

Terá como resultado um menor desgaste e esforço dos componentes de seu comboio de tracção;

Poupar-lhe-á tempo e esforço à hora de esvaziamento manualmente seus pneus;

Proporcionar-lhe-á uma condução mais segura e estável em condições fora de estrada nomedamente em areia;

CARACTERÍSTICAS ÚNICAS

Os Staun Tyre Deflators são:

Simples e fáceis de usar;
Rápidos e precisos;

Económicos;

Compactos e fáceis de guardar;

Completamente ajustáveis;

Adequados para todos os tipos de veículos todo o terreno, incluindo motos trail, enduro, rally-raid;

Podem ser sujeitos a  provas de fiabilidade e precisão; 

São muito robusto;

É fácil de usar e não requer ferramentas para seu ajuste.

Fica mais um Dica.

SAHARA OCIDENTAL 2010 (7)

saharaBoas.

Pois é, por aqui não se está parado, desde ontem dia 26 que se estabeleceu a data.

Será de 21 de Maio a 6 de Junho de 2010, dezassete dias de plena aventura.

O percurso continua em estudo, face a muitas e muitas indicações que temos tido, desde o Anieto, Eduardo Coelho, Nuno Carvalho, Gandini e Jesus Cobo, mas já tem uma estrutura que assenta sobretudo na troca de experiências dos nomes mencionados, mas com forte indicação do J. Gandini que tem colaborado desde o início connosco.

Temos pelo menos oito dias dedicados só ao Sahara, o restante é para lá chegar e voltar.

Temos muita vontade de ir e mais de programar as coisas com calma e responsabilidade pela zona em questão.

Para já só para a zona do Sahara Ocidental, cerca de 8 diase muitos Kms: a proposta é aliciante:

Dia 1 – “Trajecto 000″ – primeira parte do trajecto RDP1 do Gandini de Smara a Bir Anzarane. É descrito como uma pista segura e rolante, a qual, em conjunto com a segunda parte pressupõe uma autonomia de 1000 kms sem gasóleo;
Dia 2 – “Trajecto 001″ – segunda parte do trajecto RDP1 do Gandini de Bir Anzarane a Lamhiris;
Dia 3 “Trajecto 002″ – Trajecto de ligação em estrada de Lamhiris a Dhakla, com incursão em 4×4 ao parque de ostras e lagoa através do percurso H1 do Gandini. Este percurso está marcado de modo invertido em relação ao original, mas que, segundo o próprio Gandini, pode ser feito sem problema de espécie alguma;

Dia – 4 Descanso em Dhakla;
Dia 5 – “Trajecto 003″ – trajecto de Dhakla a Boujdour (o antigo Cabo Bojador dos portugueses). Inicia-se em Dakhla e vai até Hassi Lakra (percurso J do Gandini) através da rota perdida espanhola. Daí a ligação é feita por estrada a Boujdour;
Dia 6- “Trajecto 004″ -Trajecto de Boujdour a Laâyoune (fábrica dos fosfatos). Trata-se do trajecto A do Gandini, invertido em relação ao original, mas que,segundo o próprio Gandini, pode ser feito sem problema. Corre sempre que possível junto à costa e utiliza as praias;
Dia 7 – “Trajecto 005″ – Trajecto de ligação entre Laâyoune e Tan Tan por estrada, com passagem por Tarfaya.
Dia 8 – “Trajecto 006″ – Trajecto do Quim, Nuno e Peseiro, realizado na expedição ao Sahara Ocidental em Fevereiro. Liga-nos Tan Tan ao Oued Noun, naquilo que parece ser um antigo forte da legião estrangeira.
Dia 9 – “Trajecto 007″ – Trajecto do Quim, Nuno e Peseiro, realizado na expedição ao Sahara Ocidental em Fevereiro. Liga-nos do Oued Noun (fim do “Trajecto 006″) a Goulimine;

Os “Trajecto 006″ e “Trajecto 007″ serão feitos no mesmo dia, devendo contudo ter-se em conta os Kms a realizar e o tempo disponível.

A partir de agora é recolher ainda mais e mais informação e ir nas calmas equipando o 4×4, com Roof Tent, 4 a 6 jerricans, 2 pneus sobressalentes completos, etc, etc.

Nós vamos dando notícias. Vocês fiquem atentos.

Esclarecimentos: landlousa@gmail.com

Inté.

Mungo ué.

Laripô.

OUSHGAL

Oushgal.

Os Celeiros Pendurados.

O conceito de Oushgal como um lugar concebido como forte de defesa ou de reserva estratégica de alimentos, tem gerado falta de consensos. Não existe na verdade com conceito preciso, mas quem os visita, fica com a convicção que seriam um lugar seguro para a guarda de alimentos nos tempos das guerras tribais.

A informação mais fiável, segundo Roger Mimó, no seu Livro, “Guia de Trekking y Excursiones en Marruecos, (edição Edizioak – 1993),  que estudou de perto estes celeiros, estes foram concebidos como um lugar seguros para esconder as suas reservas de trigo e milho dos invasores, nomeadamente os Ait Abdi. Estas reservas de comida eram essenciais para a sobrevivência dos povos, já que esta zona do Alto Atlas ainda hoje são muito ricas com a sua agricultura fértil.

Por norma o acesso a estes Celeiros era feita por veredas ou caminhos muito estreitos, de modo a passar unicamente uma pessoa de cada vez, permitindo a sua defesa facilmente.

Hoje em dia os Oushgal estão em decadência e em ruínas, sendo possível visitar alguns em razoável estado de conservação a norte de Imilchil a partir de Cherket e em Assif Melloul perto de Anergui.

Se gosta de Trekking e não tem vertingens, aconselho uma visita de preferência com um Guia, já que existem vários na zona. Estes Guias têm formação específica, ministrada pela Escola de Montanhismo sediada em Imelghas, no Vale de Bou Goumez.

Na III Expedição a Marrocos, passamos perto dos dois dos mais famosos Oushgal, mas o tempo não nos permitiu uma visita, quem sabe em breve, com uma Expedição só ao Alto Atlas.

J. Gandini no seu tomo I, tem uma fotografia esclarecedora da largura do caminho e do desnível do precipício.

Algumas fotos.