ASSOCIATION KHAMLIA –

khamliaASSOCIATION KHAMLIA DEVELOPPEMENT- SOLIDARITE PATRIMONE
 
Objet :
 
   Monsieur le président de  LAND LOUSA
Au nom de tous les sinistrés bénéficiers des dons dont votre Association (matériel scolaire, des cartables, des cahiers, des crayons des stylos, une tableau…)   a fait preuve de solidarité et de collaboration et au nom du comité de femmes de khamlia. Nous avons le grand plaisir de vous porter  nos sincères remerciements suite à votre manifestation humanitaire et votre soutien moral.
     Et nous espérons que nos relations au niveau de soutien de scolarisation et l’aide des démunis au monde rural seront améliorés.
Nous vous prions de recevoir, Monsieur le président de  LAND LOUSA nos respectueuses salutations. 
  

Signature :

Site, AQUI.

MAPAS RASTER (JPG) NOS COLORADO/OREGON/DAKOTA DA GARMIN

Boas.

A informação tão desejada foi disponibilizada hoje pela Garmin. Os GPS da Garmin dos modelos Colorado / Oregon / Dakota, já podem usar mapas em formato jpg.

É uma excelente notícia que vem “revolucionar” a utilização dos GPS’s.

Mais informação, AQUI.

Fiquem bem.

Inté.Laripô.Mungo ué. Xau.

BaseCamp – A nova ferramenta da Garmin para gerir rotas, caminhos e pontos de interesse

No dia 14 de Janeiro foi anunciado pela Garmin uma nova ferramenta especialmente dirigida aos entusiastas das actividades de Outdoor para gerir as suas rotas (routes), caminhos (tracks) e pontos de interesse (waypoints): BaseCamp.

Encontra-se disponível para download gratuito no próprio site da Garmin, desde o primeiro trimestre de 2009 e, presentemente, a sua versão mais actualizada é a 2.0.7: http://www8.garmin.com/support/download_details.jsp?id=4435

Explorar o terreno.

A ferramenta BaseCamp oferece ao utilizador todo um novo conjunto de facilidades na manipulação de mapas e organização de dados. Assim, permite aos utilizadores representar os mapas a 2 e 3 dimensões (respectivamente, 2D e 3D), incluindo perfis de elevação, bem como rodar o mapa em qualquer direcção, sem estar sempre confinado à orientação Norte.

Convém, no entanto, ressalvar que o BaseCamp apenas reconhece mapas MapSource que contenham incorporados dados DEM (digital elevation model). Alguns exemplos são: Topo U.S. 24K, Topo U.S. 24K National Parks (versão 3), Topo U.S. 100K (versão 4 e seguintes), Topo U.S. 2008, Topo Australia, Topo Canadá (versão 4), Topo Alemanha, Topo Grã-Bretanha.

No nosso caso, apenas reconheceu a cartografia de base (Global Application Base MAp v2) e o Recreational Map of Europe v2.

São ainda requisitos da ferramenta:

  • O computador possuir o sistema operativo Windows XP com Service Pack 2, ou posterior.
  • A Framework da Microsoft .NET 2.0 SP1.
  • Uma placa gráfica que suporte OpenGL, versão 1.3 ou seguinte (para a visualização em 3D).

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No que toca aos mapas, o interface básico da ferramenta BaseCamp apresenta-se divido em três grandes áreas:

  1. Visualização de Mapa em 2D, bem como das rotas, caminhos ou pontos de interesse que estejam carregados;
  2. Visualização de Mapa em 3D, bem como das rotas, caminhos ou pontos de interesse que estejam carregados;
  3. Visualização do “mini mapa”.

Qualquer destas janelas pode ser desactivada ou activada autonomamente, através do menu “View”, comando “Map Views”.

Os “controlos de Mapa”, disponíveis no canto superior esquerdo de cada mapa permitem ao utilizador ajustar a visualização do mesmo: mover o mapa, rodar a orientação do mapa, aumentar e diminuir, ajustar o ângulo de visão (específico da visualização em 3D).

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Actualmente, a versão 2.0.7. não suporta ficheiros TYP específicos nos mapas.

Gerir Informação.

Preparar uma viagem, através da criação/edição de rotas, caminhos ou pontos de interesse, e depois descarregá-los no dispositivo de GPS, pode ser feito através da ferramenta BaseCamp.

As rotas, caminhos e pontos de interesse são armazenados na “Library” ou “Bilblioteca”, e organizados em pastas. A “Library” ocupa o lado esquerdo do BaseCamp  e divide-se em dois painéis:

  1. No painel superior o utilizador visualize as pastas que armazenam e organizam as totas, pontos e caminhos, bem como os dispositivos GPS ligados;
  2. O painel inferior exibe o conteúdo do painel ou do dispositivo GPS seleccionado.

Neste aspecto, o BaseCamp permite interagir directamente com os dados armazenados no dispositivo, sem ter que os importar antes como sucedia no MapSource.

As propriedades de cada objecto (rota, caminho ou ponto de interesse) podem editadas e detalhadas na “Área de Informação” (ponto 3.).

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A dificuldade da rota ou caminho, em termos de extensão ou de desnível, pode ser identificada no BaseCamp através do separador “Elevation Profile”, que se encontra na “Área de Informação”. A navegação nestes objectos pode ser simulada através da funcionalidade “Playback”

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Outra característica interessante da ferramenta BaseCamp é a geo-referenciação das fotografias. O BaseCamp utiliza neste particular a informação data/hora da foto e cruza-a com os pontos do caminho registado, procedendo pois ao afectar das coordenadas (“geotag”).

Convém tomar atenção às definições data/hora existentes no computador e na máquina fotográfica. As mesmas devem ser idênticas, sob pena de comprometer os resultados.

Para adicionar informação geográfica às fotografias o utilizador deve então:

  1. Seleccionar o caminho na “Library”;
  2. Seleccionar o menu “Edit” e depois o comando “Geotag Photos Using Track”;
  3. Procurar e seleccionar a pasta que contém as fotografias retiradas durante o caminho;
  4. Seleccionar a caixa de marcação “Create Waypoints for matched photos”;
  5. Premir  o botão “Preview”, o que permite ao utilizador um maior controlo sobre as fotografias a geo-referenciar; e, para concluir,
  6. Premir o botão “Geotag Photos”.

LE GANGA “PERDIZ DO DESERTO”.

gangalichAs Gangas, “Pterocles lichtensteinii)”, também conhecidas como “Perdiz do Deserto”, têm uma silhueta com penas muito castanhas que permitem ficar dissimuladas no meio envolvente. Estas “Perdizes doi Deserto” tem ainda outra particularidade importante que é nidificarem a mais de  20 kms de qualquer ponto de água. Pensa-se que é um modo de protegerem as suas crias dos predadores, já que conseguem transportar a água para as suas crias, nas suas penas e na parte inferior do seu corpo. Voam a grandes altitudes onde o ar é mais fresco em grandes círculos de modo a preservarem toda a água que transportam. Quando chegam ao ninho as suas crias, recolhem a água para beberem. Esta particularidade tem sido estudada, já que a nidificação sendo feita no meio do deserto em ambiente hostil, com temperaturas elevadas e elevado teor de evaporação, estas aves conseguem levar esta tarefa com êxito. São aves que se deslocam sempre em bandos, com cerca de 10 indivíduos e vivem na zona entre Smara e o Niger, num vai e vem constante.

Esperamos pois encontrar alguns destes exemplares na nossa próxima Expedição Western Sahara 2010.

Inté. Laripô. Mungo ué. Xau.

TERTÚLIA LANDLOUSÃ

Boas.

A pedido de vário sócios, haverá um Tertúlia LandLousã na última sexta-feira de cada mês a partir das 20.30 Horas na Sede do LandLousã.

Na Tertúlia abordaremos vários assuntos, desde os nossos 4×4, Serra da Lousã, Orientação, Navegação e outros temas de interesse.

O pessoal pode e deve trazer farnel para um jantar em conjunto.

Inté.