Waypoint Elerre, near Oásis Sbil – Mauritânia 2026


A Expedição a Mauritânia 2026, foi uma aventura em pleno Adrar, zona que nos levou a percorrer pistas inóspitas e rápidas.

Uma equipa pequena de 5 viaturas 4×4 e 7 expedicionários, tudo malta rija, que deixou para trás das costas os seus egos e alinhou numa expedição muito exigente.

Para além do objectivo principal que era chegar ao antigo forte francês de El Ghallaouya, que se concretizou em pleno. Mas o mais impactante, foi descobrir o acesso ao Olho de África, por uma pista rápida de areia, sem pedra que nos levou às ruínas do antigo forte português de Aouerir.

Mas também foi muito importante antes de chegar lá, descobrir o acesso ao planalto rochoso, em direcção ao cume com o nome Ntoueïchdt, tendo a lado esquerdo o poderoso Erg Maiqter, com as dunas elevadas e algum fesh fesh, com um Bivouac em pleno Erg Maiqter.

Depois de El Ghallaouya, e perto do Oásis de Sbil, ou Awinat es Sbil (também se soletra como Aouinat es Sbil ou apenas Sbil) que é um Oásis com poços com água abundante, localizado na região de Hodh Ech Chargui, encontramos uma antiga pista de aviação que presumimos ser da época do protectorado francês que servia de apoio aos fortes de Bir Ziri, El Ghallaouya e outros, situados no interior do Olho de África.

A coordenada dessa pista de aviação, que designamos como Waypoint Elerre, são 21º 29’N 14.7” e 10º 35′ 39.2” W.

Por ser um ponto muito importante para alguém que queira fazer a etapa de El El Ghallaouya a Agouedir (antigo forte português) , fica este esta coordenada importante, a que demos o nome de *Elerre* em homenagem ao expedicionário Leonel Ribeiro..

Waypoint Rayo Daventura, near Ntoueïchdt – Mauritânia 2026


A Expedição a Mauritânia 2026, foi uma das melhores Expedições que fiz, até hoje.

Uma equipa pequena de 5 viaturas 4×4 e 7 expedicionários comigo a contar, tudo malta rija, que deixou para trás das costas os seus egos e alinhou numa expedição exigente.

Para além do objectivo principal que era chegar ao antigo forte francês de El Ghallaouya, que se concretizou em pleno. Mas o mais impactante, foi descobrir o acesso ao Olho de África, por uma pista rápida de areia, sem pedra que nos levou às ruínas do antigo forte português de Aouerir.

Mas também foi muito importante antes de chegar lá, descobrir o acesso ao planalto rochoso, em direcção ao cume rochoso com o nome Ntoueïchdt, tendo a lado esquerdo o poderoso Erg Maiqter, com as dunas elevadas e algum fesh fesh.

Era como que procurar o buraco da agulha numa tempestade de areia, já que os nossos 4×4, iam muito carregados com bidons de combustível, água e tudo o que uma expedição precisa numa zona remota.

Parecia que era necessário uma boa leitura do terreno e procurar em subida até o planalto o melhor caminho. Uns atascanços en fesh fesh, mas conseguimos chegar ao topo.

A coordenada desse ponto de subida, que nos levou ao planalto é 20º 31’N 32.5” e 11º 17′ 43” W.

Por ser um ponto muito importante para alguém que queira fazer a etapa de El Beyed a El Ghallaouya, fica este esta coordenada importante, a que demos o nome de *Rayo de Aventura* em homenagem ao Jeep Wrangler Rubicon do Sílvio Pacheco.

Waypoint Musaranho – Mauritânia 2026

Para além do objectivo principal que era chegar ao antigo forte francês de El Ghallaouya, que se concretizou em pleno. Mas o mais impactante, foi descobrir o acesso ao Olho de África, por uma pista rápida de areia, sem pedra que nos levou às ruínas do antigo forte português de Aouerir.

Face a imponência do Olho de África, que nos deslumbra nos mapas e imagens de satélite, importa referir, que estando, nós na bordadura do mesmo, foi possível um acesso ingreme, que só se faz a descer e não se consegue fazer a subir.

Havia como que duas pedras ao alto, como que a indicar um acesso ao Olho de África.

A coordenada desse ponto de descida, que nos levou a uma pista rápida de areia dura é N20º 59.706′ W11º 12.930′. Por ser um ponto muito importante para alguém que queira fazer a etapa de El Ghallaouya a Ouadane, fica este esta coordenada importante, a que demos o nome de *Musaranho* em homenagem ao Discovery Td5 do Ricardo Porta.