PASSEIO TT – LOUSÃ SERRA DO XISTO – 2008

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Boas.

A lista de inscritos.

1.    Parola Gonçalves – Def Td5

2.    André Bela – Discovery 300 Tdi

3.    André Cordeiro – Def Td5

4.    José Manuel Barril – Discovery 300 Td

5 . Vasco Lima – Def Td5

6.    Luís Vidal – Def Td5

7.    Ana Franca – Range Rover

8.    Carlos Costa – Discovery 300 Tdi

9.    Rui Monteiro – Def 110 Tdi

10.  Hugo Montenegro – 110 Td5

11.  Franklin Pereira – Discovery 200 Tdi

12.  Pedro Ruas – Def 300 Tdi

13.  Mário Santos – Def Td5

14.  Nuno Rodrigues – Range Rover

15.  Lina Sousa – Range Rover VM

16.  João da Bernarda – Def 200 Tdi

17.  Domingos Simões – Disco Td5

18.  Eduardo Coelho – Discovery 300 Tdi

19.  Rui Barata – Discovery 200 Tdi

20.  João Anágua –  Range Rover TGV

21.  Pedro Anágua – Range Rover 200 Tdi

22.  Luís Costa – Discovery 300 Tdi

23.  Nuno Publitipo – Discovery 300 Tdi

24.  Rui Daniel – Discovery 300 Tdi

25.  Jorge Oliveira – Discovery 300 Tdi

26. Pedro Novo – Discovery II Td5

27. Paulo Pedrosa – Mitsubishi L200

28. João Pedro – Def Td5

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Inté.

A GRANDE REGATA DO DIA DA MARINHA

Pois é.

Sinceramente não sei bem porquê, mas a vela apareceu na minha vida com a “face” mais importante da minha juventude.

Bom ambiente, camaradagem, lealdade, tenacidade e sobretudo obrigava a puxar pela tola e bués. Si porque essa coisa de velejar tem que se lhe diga, afinar os “brandais”, a inclinação do mastro, a colocação do patinhão, o estudo das correntes, das marés e os ventos predominantes.

O barco escola da “Bufa”.

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Aprendi a velejar na “Bufa”, como todos nós em tempos idos e a “Bufa” era a melhor escola, tinha os melhores monitores, “bem haja Carlos Coelho”, e o melhor barco escola, um veleiro com uns 8 metros , bués de fixe.

A escola da “Bufa”.

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Regata em 1970.

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Então o Marques, meu grande AMIGO, lembrou-se de mandar vir uns planos de Inglaterra para se fazer um pequeno cruzeiro, seja um barco a vela até 6.00 mts para fazermos umas regatas e darmos umas voltas até Mussulo.

O Marques morava no Bairro da Samba Pequena e eu e o Abílio lá iamos dar  sempre uma ajuda na carpintaria e passado um ano ou mais tinhamos o “INTRÉPIDO”, na água pronto para grandes aventuras.

O mais difícil era o mastro em madeira mas o Mestre Domingos, carpinteiro marítimo da “Bufa” deu uma ajuda e fez com sempre uma obra de arte, um  mastro de uns 10 mts, colado em várias camadas de madeira, equilibrado e resistente.

E eis que em 1970 o INTRÉPIDO” foi lançado a água na baía da Samba Pequena com direito a garrafa de champanhe no casco e tudo, e eis-nos a caminho do Mussulo a testar  a máquina todos inchados e orgulhosos.

Mas o melhor é que o Marques era o dono do veleiro e eu eo Abílio tinhamos usufruto garantido sempre a disposição.

Todas as sextas-feiras lá ia eu ao fim do dia depois das aulas para o Mussulo curtir uma praia e umas ondas. Voltava sempre ao fim da tarde de domingo e sempre à popa aproveitando para lançar uma amostra e apanhar bués de quilos de peixe espada preto. Eram mesmo bué de quilos que ofereciamos aos amigos.

Bem, mas em1972 decidimos entrar na Regata do Dia da Marinha, e toca de inscrever o “INTRÉPIDO”, sabendo nós que iamos comer uma sova valente, porque não tinhamos hipóteses ao pé dos outros veleiros modernos em fibra de vidro com o casco pintado com grafite, balão, instrumentos de navegação mais modernos, mas qual quê tinhamos de ir, porque aventura era aventura.

A regata compreendia uma triangulação entre o Farol da Ponta da Ilha, um barco “bóia” perto da Barra do Dande e outro barco “bóia” perto do Morro dos Veados.

Largada a um sábado de manhã com toque de pompa  e circunstância dado por uma corveta da Marinha e começa a aventura.

Como da Ponta da Ilha para a Barra do Dande era andar a “popa” lá nos fomos aguentando pois o “INTRÉPIDO” era leve e com o balão de um Vaurien andavamos quase taco a taco.

O Marques, O Abílio e eu só tinhamos uma pequena bússula e orientação a vista nomeadamente de noite com as luzes da cidade de Luanda e os faróis de apoio.

Viramos bem na “bóia” da Barra no Dande e iamos a meio da tabela, bem bom, até o nosso ego cresceu, mas o pior era agora em que o nosso veleiro tinha um andamento muito lento, seja a “bolina” ou andar quase de frente para o vento.

Não tardou muito e já estavamos em último lugar e em bolina cerrada.

Mas a meio da noite e mais ou menos no alinhamento do Farol da Ilha, eis que o tempo começa a mudar e a levantar um vento de nascente com mais força e eis-nos a andar ao “largo”, seja com vento perpendicular ao barco, e aí o nosso “INTRÉPIDO” era bom e com o mar a ficar picado deslizavamos perfeitamente, era uma loucura, andavamos mais ou menos paralelos a Luanda a umas 6 milhas da costa.

Cerca das 3 horas da matina viramos a “bóia” do Morro dos Veados e o barco de apoio fartou-me de tocar a corneta porque os “putos” até já iam a meio da tabela em plena borrasca, mas a estratégia montada pelo Marques em avançar mais para o oceano cerca de 10  milhas face ao nosso andamento à “bolina” deu o seu efeito com a mudança das condições atmosféricas. Seja preferimos andar numa bolina mais aberta.

O pior é que umas 3 milhas depois, vinhamos a popa e paralelos a costa do Mussulo e eis que o se levanta uma tempestade valente em que ouviamos a rebentação algures a nossa direita e o nosso “INTREPÍDO” coitado entrava e saía das ondas, era água por todo o lado, no poço, na cabine e só havia uma solução “arrear pano” tirar velas ao barco.

Era preciso ir a “proa” sacar o “balão” e enrolar o “estai”, mas era preciso ir lá a frente mas estava difícil mas era muito urgente retirar o “balão”. Tão urgente porque podiamos partir o mastro ou afocinhar o barco tal era a força do vento.

Lá fui eu a proa era escuro como breu, amarrei um cabo a cinta e avancei para o “balão”. Depois de uma grande luta consegui enrolar o “balão” e metê-lo na cabine.

Agora era necessário enrolar ou tirar o “estai” e o tempo estava a piorar, bem o barco subia e descia nas ondas que ainda por cima vinham de popa, era preciso um bom “timoneiro” para não virarmos o barco, era preciso saber apanhar a onda e “surfar” nela e o Abílio era o “Mestre” era um bom Timoneiro.

Com não conseguia sacar o parafuso da manilha onde estava presa o “estai”  o caldo começava a entornar-se porque o alicate tinha caído ao mar e os nosso “brandail” de proa não enrolava a vela, só sei que me pendurei com o meu peso todo na vela e rasguei o olhal e eis que a vela caí a água.

Recolhi a vela meti-a dentro da cabine encolhemos a “genoa”, vela do mastro e da retranca e nosso “INTRÉPIDO” equilibrado voava nas ondas a uma velocidades impressionante, penso que só o vento e as ondas o punham a andar bués.

O ronco da rebentação era assustador as ondas eram o máximo mas o nosso barco bem dominado pelo Abílio aguentava-se bem pese embora a cana do leme às vezes ameaçar partir quando se pretendia compensar o rumo ou quando vinha uma vaga.

Perto das 7.00 da manhã o tempo amaina e lá estava ele o “INTRÉPIDO” entre os três primeiros, havia barcos perdidos, apareciam barcos de todas as direcções e lá cruzamos a linha de chegada pelo lado certo, do lado da Barra do Quanza.

Foi uma festa o nosso barco, o nosso pequeno cruzeiro artesanal de 5,5 mts tinha vencido uma batalha e tinhamos sido o 3º na Geral e o 1º na nossa classe.

Recebendo as medalhas.

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O “INTRÉPIDO” faz parte da minha vida, da minha juventude.

O INTRÉPIDO EM 1974 NA BAÍA DE LUANDA

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A minha última regata em1973

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Inté.

Texto não editado.

TT RONDA POR CONDEIXA-A-NOVA

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Boas.

Este pequeno passeio – Ronda – tem como objectivo dar a conhecer a Serra de Janeanes, a Senhora do Círculo, as Buracas de Casmilo, o Moinho de Jeneanes o Marco da Pêga e não só.

É uma maneira de apreciar uma paisagem diferente em todos os aspectos.

Não venha sozinho, traga outro 4×4.

Road Book, no logo abaixo.

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ROTA DAS ALDEIAS DO XISTO – 2008

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Boas.

As  Aldeias do Xisto da Serra da Lousã são a mais importante valia do património arquictetónico da nossa Serra.

As Aldeias do Xisto da Lousã foram sujeitas a um projecto de reabilitação e construção de infraestruturas de modo a tornar mais acolhedoras e funcionais para os residentes e visitantes.

O que se pretende com esta Rota é dar a conhecer as Aldeias de Chiqueiro, Casal Novo, Talasnal, Aigra Velha, Pena, Aigra Nova e Comareira.

Portanto não perca esta oportunidade e visite a nossa Serra.

Road Book, no logo.

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Track, Aqui

Bom Passeio.

Inté.