“DICAS SOLTAS” – COMO UNIR TRAJECTOS EM ORUXMAPS

Existe, por vezes, a necessidade de unir os trajectos a percorrer ou já percorridos e que o utilizador foi catalogando e armazenando no seu dispositivo.

Vejam-se, por exemplo, os dois trajetos na imagem anterior e que para efeitos de navegação, gostariamos de os refazer e seguir como rota activa (única opção de trackback em OruxMaps).

Em Oruxmaps esta funcionalidade de união de trajectos está disponível e é de fácil manipulação. Assim, caso o utilizador pretenda unir dois ou mais trajectos deverá::

1. Aceder à janela de listagem e gestão de trajectos;

2. Seleccionar os trajetos a unir, atravé da caixa marcação à sua esquerda;

3. Utilizar o segundo botão mais à direita da janela de listagem e gestão de trajetos;

Os trajectos serão então unidos ao último seleccionado.

“DICAS SOLTAS” – Converter mapas no formato Ozfx3 – OZIEXPLORER (10)

O formato Ozf (Ozf2 e Ozfx3) é um formato proprietário do OziExplorer. Aliás, é mesmo o formato preferencial para se trabalhar com mapas no OziExplorer CE ou no OziDroid (OziExplorer para plataformas Android).

Trata-se de um formato otimizado para dispositivos móveis (do tipo PDA ou smartphone) onde os recursos de memória são sempre reduzidos e não existe a possibilidade de carregar por inteiro a imagem do mapa, tal como sucederia em formatos gráficos comuns do tipo raster (png, jpeg, png, tiff, bmp).

No entanto, tem um problema de portabilidade para com outras aplicações, como sejam o CompeGPS ou o OruxMaps (por via do seu utilitário OrixMapsDesktop). Efetivamente, os mapas no formato OZF apenas são suportados diretamente pelo OziExplorer.

A sua utilização por outras aplicações exige sempre um trabalho de conversão intermédia (e que abrange o par de ficheiros .map e .ozfx3). Para esta operação podemos recorrer a dois utilitários:

ozf2img.

Trata-se de uma ferramenta que funciona no modo de linha de comando (vulgarmente conhecida como aplicação a correr em janela de MS-DOS) e que deverá ser copiada para a mesma pasta onde se encontra o mapa constituído pela imagem ozfx3. A sintaxe da mesma é seguinte:

ozf2img -i<file>.map

O resultado do processamento é um ficheiro .png (Portable Network Graphics, formato gráfico surgido em 1996 para substituir o GIF).

 

DeMapper

O deMapper, ao contrário da ferramenta anterior, apresenta um interface gráfico. É de simples utilização. Basta ao utilizador seleecionar o(s) mapa(s) a converter, premindo para tal o botão “Choose Maps” e, depois, proceder à conversão através do botão “Decode Maps”.

O resultado do processamento é um novo ficheiros .png, localizado na pasta do(s) mapa(s) fonte.

Qualquer que seja a ferramenta utilizada, este novo ficheiro .png terá que ser associado ao ficheiro .map. Basta abrir através de um simples editor de texto e substituir na terceira linha o nome da imagem (de OZFX3 para PNG).

“DICAS SOLTAS” – COMO CRIAR UMA ROTA EM ORUXMAPS A PARTIR DE PONTOS DE PASSAGEM

Existe por vezes a necessidade de projectar um percurso a partir de um conjunto de pontos de passagem (waypoints) que o utilizador foi catalogando e armazenando no seu dispositivo.

Em Oruxmaps esta funcionalidade está disponível em dois modos:

1. Carregar e apresentar no mapa os pontos de passagem , que servem assim de guia ao percurso a realizar.

Para tal, acedemos ao segundo botão mais à esquerda da barra de comandos que ocupa o topo do ecrã e seleccionamos a opção “Gerir”.

O utilizador passa a ter acesso à janela de gestão de pontos de passagem.

Aí, filtramos e marcamos os pontos  pretendidos. Damos por concluída a operação premindo o botão mais à esquerda que ocupa o topo da janela.

Os pontos de passagem seleccionados passam a ser visuailizados no mapa

2. Criar uma rota (route) a partir de um conjunto de pontos de passagem seleccionados.

Esta funcionalidade é obtida igualmente ao nível da janela de gestão de pontos de passagem.

O utilizador deve previamente seleccionar os pontos e depois premir o segundo botão mais à esquerda que ocupa o topo da referida janela.

Será então gerada uma rota unindo os pontos.

Para a versão 4.8.1 não é ainda possível adicionar e associar motivos gráficos (icons) específicos aos pontos de passagem.

APLICAÇÃO JaVaWa GMTK 1.9 – 1ª Parte

Boas.

Uma importante aplicação, cujo donwload pode ser feita AQUI.

O JaVaWa GMTK, é uma aplicação que permite fazer fazer uma série de operações importantes, tais como:

A migração de  mapas do computador antigo para um novo é simples com este aplicativo.

Mover mapas do computador para outro disco ou pasta, alterar os nomes dos mapas ( apenas para os desbloqueados), alterar o tipo de TYP, remover mapas, corrigir erros de mapas e mais uma série de funções que vamos descrever.

 

 Como usar o JaVaWa GMTK

Se for utilizador de Windows Vista ou Sevem, terá de ser obrigatóriamnete  de ser “administrador”, o que não é forçosamente necessário se for utilizador de Windows XP.

Instalado a aplicação  JaVaWa GMTK, esta  irá recolher toda a informação sobre os mapas instalados no Computador, bem como erros, como por exemplo mapas com ID’s semelhantes.

Os mapas com erros serão mostrados a vermelho. Quando se trata de erros de arquivo não é possível fazer (backup) ou mover estes mapas. Em muitos casos JaVaWa GMTK é capaz de reparar os erros.

PC novo? Use JaVaWa GMTK primeiro e de seguida, instale o  MapSource

É aconselhável instalar o aplicativo JaVaWa GMTK  no seu novo computador e só depois é que deve instalar o Mapsource. Por norma a versão de instalação do Mapsource é uma versão de actualização, pelo que JaVaWa GMTK permite instalar correctamente a versão do Mapsource.

 Esta opção permite fazer uma cópia de segurança (Backup), dos seus mapas, incluindo os códigos de bloqueio.

O procedimento, consiste em seleccionar os mapas que se deseja fazer (Backup). Clicando no ícone (Backup), uma caixa de diálogo permite seleccionar um local de armazenamento, sendo aconselhável um disco externo ou uma Pen USB.

JaVaWa GMTK, verifica se o destino escolhido tem memória é suficiente, e se tem permissões de escrita. Uma caixa de diálogo mostrará o progresso dos mapas individuais e o progresso de toda a selecção.

 

Essa opção permite restaurar os mapas sujeitos ao (Backup), mencionados anteriormente e colocados em novo computador.

Depois de selecionar o disco ou a pasta onde foram colocados os mapas com a opção de (Backup), uma caixa de diálogo permite selecionar quais mapas que desejamos restaurar e, opcionalmente, selecione um local diferente de armazenamento. A parte inferior da caixa de diálogo mostra o espaço necessário e disponível por elemento (Drive).

De seguida, clique em Iniciar restauração. Os mapas (incluindo códigos de desbloqueio) serão instalados em seu novo computador. Os mapas já existem em seu novo computador não serão substituídos a menos que se opte por esta opção.

 

Esta opção permite mover os mapas para outra pasta ou unidade no seu computador, de forma que o MapSource ou o BaseCamp possam funcionar correctamente.

 

Esta opção permite remover os mapas do computador. No caso de mapas corrompidos, alguns arquivos podem permanecer no sistema, mas MapSource e o BaseCamp funcionarão normalmente.

 

Essa opção permite ter acesso a toda a informação detalhada sobre o mapa seleccionado e possíveis erros.

 

A aplicação JaVaWa GMTK, verifica os mapas extensivamente e relata erros quando encontrados. Os mapas com erros são coloridos vermelho de acordo com o observado na opção “Info”. No caso em apreço os Mapas a vermelho o erro tem a ver com o tipo de Typ.

A aplicação, JaVaWa GMTK pode reparar alguns desses erros, como por exemplo mapas com o mesmo ID, pelo que atribuirá novas identificações, apenas a mapas bloqueados.

A 2.ª parte será publicada brevemente.

“Avoid Ghetto”: uma nova funcionalidade nos dispositivos GPS?

As novas gerações de dispositivos GPS já não podem ser entendidas como um simples recetor de GPS, mas antes uma arquitetura de localização, dotada firmware e software que os dotam de sensibilidade melhorada para as zonas exteriores e interiores (zonas urbanas, fundamentalmente), mais resistência às interferências causadas por outras tecnologias sem fios, baixo consumo e tecnologia miniaturizada.

Os novos processadores SiRFstar, por exemplo, estão já associados a sensores MEM, de modo a melhorarem o posicionamento, especialmente em zonas interiores (situações de indoor). Sistemas como os TomTom ou Ndrive já nos habituaram a recorrer a atalhos para evitar zonas de tráfego congestionado ou a criar alternativas para vias com portagem.

Seguindo esta tendência a Microsoft patenteou a 3 de Janeiro (http://patft.uspto.gov/netacgi/nph-Parser?Sect1=PTO1&Sect2=HITOFF&d=PALL&p=1&u=%2Fnetahtml%2FPTO%2Fsrchnum.htm&r=1&f=G&l=50&s1=8,090,532.PN.&OS=PN/8,090,532&RS=PN/8,090,532) uma nova funcionalidade de cálculo e apresentação de rotas aos utilizadores. Oficialmente denomina-se “Pedestrian route production”, entre a comunidade “Avoid Ghetto”. De acordo com informações prestadas pelo próprio fabricante esta funcionalidade destina-se a ajudar o utilizar a evitar aquilo que podemos denominar como “vizinhança perigosa”, más condições climatéricas ou até “geografias perigosas”.

Trata-se de uma funcionalidade criada especificamente para smartphones equipados com processadores GPS e que passa agora a considerar, ao nível dos algoritmos de geração de rotas, com informação meteorológica ou até estatísticas locais de criminalidade. Apesar de útil para um automobilista, foi desenvolvida a pensar no pedestre, aquele que viaja a pé e mais exposto aos perigos do outdoor.

A Microsoft tenciona implementar esta funcionalidade nos dispositivos baseados em Windows Mobile e produzidos pela HTC, Samsung, LG e Nokia (geração Lumia).

A avaliar pela reação do público norte-americano logo após o anúncio da funcionalidade, um país já de si com uma consciência de Nação deveras sui generis e onde as minorias possuem de facto um peso enorme ao nível da sociedade e da noção de pertença (ou não) à mesma ao ponto de influenciarem ao nível escolar o estudo, não de uma, mas de várias “histórias”, estalou logo a polémica e acabou enredada em questões raciais. Aliás, é mesmo mais conhecida como a funcionalidade “Avoid Ghetto”.

No entanto se pensarmos um pouco mais sobre os algoritmos de análise que enformam tal funcionalidade, especialmente quando associadas a algumas noções típicas da cultura pop ocidental, como por exemplo o “pré-crime” (mais conhecido através do filme Minority Report) , existem de facto razões para desconfiança, senão preocupação. Segundo os porta-vozes da empresa de Redmond a funcionalidade “Pedestrian route production” contém um aspeto de retenção e consolidação da chamada “história pedestre”, ou seja o armazenamento no tempo dos trajetos efetuados por uma pluralidade de utilizadores. Compõem, por assim dizer, um “comportamento tipo” e sobre ele funcionam modelos de análise preditiva que se destinam então a inferir uma rota.

Esta variável (ou se quisermos, predictor), já de si polémica face às questões da privacidade,  é ainda combinada com outra: classificação da fonte de informação. E neste particular ninguém ainda conseguiu explicar como serão resolvidos potenciais “conflitos” entre as fontes para ajudar a gerar a “melhor” rota, nomeadamente aqueles que derivam de interesses económicos, sociais ou até políticos!