Nova Versão de Oziexplorer para Android – Ozidroid versão 1.25 (beta)

Caros Sócios,

No dia 11 de Dezembro de 2014, foi colocada uma nova versão do Oziexplorer para Android. Trata-se da versão 1.25, a qual veio corrigir os seguintes erros/problemas:

  • Corrigido o problema de falha do OziExplorer durante o arranque;
  • Corrigido o problema relacionado com a exibição incorreta de valores expressos na unidade de distância ”nm / metro”, ao nível da barra de escala do mapa.

Incluímos ainda as correções e alterações introduzidas pela versão anterior (1.24), já que a mesma constitui uma evolução significativa:

Continuar a ler “Nova Versão de Oziexplorer para Android – Ozidroid versão 1.25 (beta)”

CURSO SOBRE ORUXMAPS – Dia 7 de Fevereiro de 2015

Caros Sócios.

Vamos realizar no dia 7 de Fevereiro, no Auditório da Biblioteca Municipal da Lousã, mais um Curso sobre Oruxmaps, com a abordagem dos seguintes temas:

1. Apresentação
2. Interface e elementos visuais
3. Operações básicas
3.1 Mapas
3.1.1. Mapas Online
3.1.2. Mapas Offline
3.2. Pontos de passagem (waypoints)
3.3. Trajetos (tracks) e rotas (routes)
4. Navegação em OruxMaps

Esta atividade é exclusiva para os Sócios da Land Lousã, que receberam por mail toda a informação.

MUSSEQUE MARÇAL – Fragmentos de memórias nº 13

Musseque Marçal quase ao pormenor – 1.ª parte

 Todos os Musseques tinham, a sua história, mas o Marçal batia-os a todos. Era um Musseque diferente, já que ficava entalado entre a CAOP, o Sambizanga, o Rangel e a Vila Alice. A sua areia vermelha era uma imagem de marca, que tornava os charcos na época das chuvas da cor do Glorioso.

Mas, o Marçal era mais do que isso, tinha os seus símbolos, os seus heróis. Aqui, vou tentar ao fim de quase 40 anos lembrar-me deles aleatoriamente.

– Bairro do Teixeira, era como que um condomínio fechado, mesmo encostado à Rua Garcia da Horta, hoje Soba Manduomé;

– Casa Gonçalves, uma Casa de Pasto tradicional, que nunca fechava durante todo o ano. Peixe frito com arroz, e massa com aba guisada, era o forte da casa. Tinha também para os “brancos” uma espécie de pensão, com a sardinha salgada vinda do Continente (Portugal) era o prato forte ao sábado;

– Armazéns do Suba – eram um enorme edifício retangular, caiado de branco, mas com um interior repleto de bons tecidos, perfumes e tudo de chic o que se consumia na Europa, mas não no Continente (Portugal), onde a nata da burguesia branca, que em limusinas, pelo meio da areia vermelha, iam ao final da tarde, ver as novidades de alta-costura.

Continuar a ler “MUSSEQUE MARÇAL – Fragmentos de memórias nº 13”

Central Hidroeléctrica da Ermida – Lousã

Car@s Sóci@s.
Já temos agendada para Janeiro de 2015, uma visita a Central Hidroeléctrica da Ermida.
A Central Hidroeléctrica da Ermida é uma mini-hídrica, situada junto às Ermidas, que e 1927 começou a produzir energia para iluminar a vila e movimentar os engenhos da Fábrica de Papel do Penedo ou do Prado, como se viria a designar mais tarde. Concerteza que muitos ainda se lembram do papel selado para os requerimentos ou papel prado.
Oportunamente por mail daremos toda a informação quanto a datas e horários.
Mais informação, AQUI.
Boas Festas, Feliz Natal.

 

25 de Dezembro – Uma história de Natal a Sul do Equador

Uma história de Natal ou quase Natal…..no Musseque Marçal (S8 49.445 E13 15.251)

Era um dia como os outros, de trabalho muito trabalho, doloroso e algumas vezes quase esgotante. Todos tínhamos que trabalhar no duro e o jantar à vez, resumia-se a um prato de bacalhau cozido com batatas, regado com muito azeite.

Sapatinho no fogão ou brinquedos, nada disso existia, não havia tempo, não havia espírito, não havia Natal.

A vida era dura, muito dura, a velha Casa de Pastos Gonçalves, nunca fechava, ou quase que nunca fechava. Abria todos os dias do ano. Começava bem cedo pelas 6:00 horas da manhã e encerrava depois da meia-noite, todos os dias, mesmo no Natal.

Na velha e grande cozinha, onde os fogões à lenha, cozinhavam aba com massa ou arroz com faneca frita. Só uma vez teve direito a uma meia pendurada na chaminé, mas Ele o menino Jesus, não gostava dos trópicos e nunca desceu aquela velha chaminé, junto ao grande tamarineiro.

Ano após ano, naquele dia 25 de Dezembro, foi dia que nunca foi Dia de Natal, para mim e para muitos outro, era mais um dia, que por sinal era o dia mais trabalho de todo o ano e foi assim até eu ser grande…

Ainda hoje, o dia “quase” que passa indiferente, mais um dia que ainda não é de Natal. Ma,s penso lá chegar com a ajuda da Rosa Maria, do Nuno, do Rui, da Ana, da Catarina e sobretudo da  Ana Carolina, quem sabe…ela me leve a ter um Natal…..a Norte do Equador