IV ENCONTRO NACIONAL DEFENDER – 2009

Boas.

O Programa ajustado as condicionantes meteorológicas e ao impedimento do Mestre Paulo Couto é o seguinte.

END2009_final (WinCE)Data – 23, 24 e 25 de Outubro de 2009

Local – Aérodromo da Lousã.

Coordenadas –  8º 14′ 35.7” W  e 40º 08′ 39.2” N  ou em UTM

29T 564461E  44 44 039N

O Programa:

Dia 23 de Outubro

18.00 Horas – Abertura do Secretariado;

24.00 Horas – Fecho do Secretariado.

Dia 24 de Outubro

9.00 Horas – Abertura do Secretariado;

10.30 Horas – Curso de GPS, Oziexplorer e Mapsource, no Hangar do Aeródromo, ministrado por Parola Gonçalves e João Cardoso;

12.30 Horas – Almoço;

14.00 Horas – Mecânica “Home Made” por Paulo Bré em que se abordará:

  • Problemas mais frequentes e sua resolução;
  • Preparação do Defender para a Prática de TT;
  • Uso do Defender e Equipamento;
  • Diferênciais, Transmissões e semi-eixos;
  • Falhas frequentes;
  • Microcat Work Shop Manual;
  • Manutenção de Equipamento;
  • Condução fora de estrada.

16.00 Horas – Abertura da Pista de Obstáculos by Neto e Bré;

20. 00 Horas – Churrascão Convívio com música ao vivo dos “Críticos de Ontem” e Caipirão;

22.30 Horas – Visita ao Memorial Vasco Lima “Xanoc”, na Ortiga.

Dia 25 de Outubro

10.00 Horas – Reabertura da Pista e ou Visita as Aldeias Serranas;

13.00 Horas – Almoço no Aeródromo;

15.00 Horas – Encerramento.

Haverá Comes e Bebes do Bar dos Bombeiros Voluntários de Serpins.

Informações e Inscrições landlousa@gmail.com

PS: Gostavas de saber quem apertou os parafusos do teu Defender , quem o pintou, ou se estava Sol no dia em que foi montado? Então vem ao  IV END! Mais, queres um Programa que te permite entrar pelo teu Defender, então trás o teu PC. Queres ter no teu GPS, Cartografia actual de Marrocos com o Typ LandLousã, trás o GPS.

INSCRITOS:

  1. Sherif Salem
  2. Ricardo Teixeira
  3. Luís Vidal
  4. Pedro Neto
  5. Luís Marques
  6. Parola Gonçalves
  7. Paulo Alves
  8. Paulo Bré
  9. João Estiveira
  10. Ricardo Batista
  11. André Cordeiro
  12. Carlos Nogueira
  13. Paula Marina
  14. ENB1
  15. ENB2
  16. Baldios Lousã
  17. Paulo Fontes
  18. João Pedro
  19. Hans de Jong
  20. Maurício Luís
  21. Paulo Ferreira
  22. Luís Mateus
  23. Quinel
  24. Pedro Vieira
  25. Filipe Soft Top
  26. Sónia Mendes
  27. Alexandre Ideias
  28. Helder Elias
  29. Paulo Ferreira
  30. José Pedro Canelas
  31. Nuno Martinho
  32. Glória Fidalgo
  33. Filipe Ferreira
  34. Pedro Martimóveis
  35. Jardinas
  36. Paulo Cardoso
  37. Pedro Almeida
  38. Pedro Cortesão
  39. Gonçalo Pratas
  40. António Rodrigues
  41. Pedro Portelo
  42. André Bela
  43. Ivo Mendes
  44. Anibal Ventura
  45. Pedro Rolo
  46. Sandro Meda
  47. Victor Lima “Xmetuc”
  48. Mr. Dré
  49. Team ALL4×4
  50. Diogo Vieira
  51. Ricardo Sousa
  52. José Luís Ramos
  53. Carlos Ferreira
  54. Gil Marques
  55. Ricardo “Black Defender” Soares
  56. António Gomes
  57. José Castro “Etna”
  58. Rui Monteiro
  59. Tiago Rodrigues
  60. Sérgio Padilha
  61. Domingos Simões
  62. João Topa
  63. Luís Farouk
  64. Meko
  65. António Couceiro
  66. Carlos Garcia Costa
  67. João Carlos Martins
  68. Rui Mendes
  69. José Almeida
  70. Rui Caldeira
  71. Gonçalo Batalha
  72. Hugo Nascimento
  73. Nelson Ferreira
  74. Francisco Freitas
  75. João Pedro Veiga
  76. José Luís Veiga
  77. António Martins
  78. Paulo Jorge
  79. José Carlos Amorim
  80. Carlos Soares
  81. Alfredo Freitas
  82. Carlos Neto
  83. Renato Valente
  84. Pedro Brito

OziMapToKMZ: ferramenta para converter mapas OZi em mapas raster para os gps COLORADO/OREGON/DAKOTA da GARMIN

Conforme fomos dando conta, desde que a GARMIN lançou para alguns dos seus modelos a possibilidade de incorporar mapas raster, a comunidade de entusiastas tem lançado ferramentas destinadas a facilitar a conversão e processamento de tais mapas.

Uma das ferramentas que mais expectativas tem gerado neste momento produz a conversão de mapas em formato OZI para formato KMZ, permitindo-nos, pois, reaproveitar aquele arquivo de mapas digitalizados que temos vindo a constituir e a georeferenciar através do OziExplorer, mas também a que mais utilizamos no espaço nacional (cartas militares).

A ferramenta designa-se OziMapToKMZ e é completamente freeware. Foi desenvolvida pelo eslovaco KlaMa, e muito do seu trabalho pode ser seguido no fórum www.gpsforum.sk.

Esta pode ser descarregada a partir da seguinte hiperligação: http://mozigo.zubor.net/uploaded/OziMapToKmz_uni_lng.zip

Exemplificando o processo, procurámos converter o mapa georreferenciado da zona de Ar-Rachidia, escala 1:250 000 e produzido pelo IGN. Para tal recorremos então à ferramenta OziMapToKMZ.

ozimapa2kmz01

A primeira tarefa passa por alterar o idioma de trabalho. As últimas versões possuem já um interface multilingue. São fornecidas nativamente traduções para as línguas checa (aquela que aparece por omissão no primeiro arranque) e inglês. Para outras linguagens, o utilizador pode recorrer ao Google Translate, pressionando o botão do mesmo nome.

A próxima tarefa passa por procurar o mapa em formato OZI e adicioná-lo, através do botão “Find a MAP File”. Se este for constituído por imagens no formato PNG ou BMP, as mesmas serão convertidas em JPEG antes de serem inseridas no ficheiro KMZ.

A área que dá pelo nome “Map Calibration Check” utiliza  informação interna do ficheiro .map do OZI, mais especificamente da secção MMPL.  Esta secção contém as coordenadas dos cantos do mapa e é utilizada para a procura automática dos mapas vizinhos.

ozimapa2kmz07 

Se tal informação vier em branco a quando do carregamento do mapa na ferramenta OziMapToKMZ, o utilizador só tem que abrir de novo o mapa no OziExplorer, selecccionar o comando “File > Check Calibration Of  Map” e gravar sem quaisquer alterações. A secção MMPLL do mapa é gerada automaticamente.

O mapa fonte é fraccionado de modo a respeitar as recomendações dadas pela GARMIN para este tipo de mapas. O número de fracções (dado em linhas e colunas) pode ser ajustado, sendo a sua dimensão dada ao lado:

ozimapa2kmz02

Outras propriedades a controlar são:

  • Taxa de compressão da imagem JPEG;
  • Ordem de desenho ou “DrawOrder”;
  • Transparência ou “Opacity” (apenas possível de visualizar na ferramenta Google Earth).

 ozimapa2kmz03

De seguida, temos que dar um nome ao novo mapa, preenchendo campo “Name of target KMZ” e indicar a pasta onde o mesmo será guardado uma vez terminado processo de conversão:

ozimapa2kmz04

Caso o utilizador pretenda uma cópia do ficheiro KMZ  na pasta onde se encontra instalada a ferramenta OziMapToKMZ deverá seleccionar a caixa de marcação “Copy resulting KMZ here”.

Finalmente procedemos à conversão do mapa. O mesmo poderá ser desencadeado de duas formas:

  1. A produção de um ficheiro KMZ, constituído por várias imagens raster, premindo o botão “Split map into smaller pieces”, facto que pode ajudar a melhorar a velocidade de carregamento do mapa no dispositivo GPS;
  2. A criação e armazenamento do mapa num único ficheiro raster, premindo para tal o botão “Whole map as GE overlay”.

 ozimapa2kmz06

As imagens raster (no formato JPEG) são guardas no ficheiro KMZ sem qualquer compactação ZIP.

É recomendável que os mapas a converter estejam orientados a Norte. A funcionalidade de rotação do mapa não existe nesta ferramenta. Caso um mapa requeira rotação, deverão ser usadas as ferramentas “Map Merge”, do próprio Ozi Explorer, ou MapEdit++.

Dicas para criar mapas raster NOS COLORADO/OREGON/DAKOTA da GARMIN

A possibilidade que certos dispositivos GARMIN (modelos OREGON, DAKOTA e COLORADO)  têm com as últimas versões de firmware de produzir a visualização de mapas raster tem animado muito a comunidade. Para já assenta muito na produção e georeferenciação das mesmas a partir do GoogleEarth, mas estão em desenvolvimento um conjunto muito interessante de ferramentas destinadas a facilitar a produção de tais mapas. Uma delas é o GPS Visualizer (http://www.gpsvisualizer.com/).

Uma vez que os mapas criados no GoogleEarth apenas utilizam o datum WGS84, os ficheiros raster (formato JPEG) que utilizam projecções diferentes (caso das cartas militares do IGEOE) podem ser utilizados desde que consigam ser georreferenciados e re-projectados.

Nos cinco passos descritos pela Garmin para a criação de mapas específicos (http://garmin.blogs.com/softwareupdates/2009/10/creating-and-using-garmin-custom-maps-in-five-easy-steps.html) a partir de ficheiros raster deveremos ter em conta algumas questões:

Passo 1:

A resolução máxima do ficheiro raster é de 1 megapixel, pelo que poderemos trabalhar correctamente imagens com as resoluções de 1024×1024 ou 512×2048. Imagens maiores são suportadas, mas o dispositivo produz uma visualização (render) de qualidade inferior.

Nenhuma imagem deve ultrapassar mesmo os 3MB, uma vez que leva muito tempo a ser processada pelo dispositivo GPS. A mesma poderá ser fraccionada ou gravar-se com compressão (a taxa de 80% não traz degradações significativas do ponto de vista da visualização no dispostivo GPS).

Um mapa no formato KML/KMZ (Keyhole Markup Language e Keyhole Markup Language zipped, formatos nativos do GoogleEarth) pode ser constituído sem problemas por vários ficheiros raster. No entanto, só um ficheiro KML será processado por KMZ (formato nativo do GoogleEarth para distribuição): trata-se do ficheiro kml que se encontra na raiz daquele e, em termos de notação, designado “doc.kml”.

De acordo com a Garmin e para a versão corrente de software o número máximo suportado por dispositivo GPS é de 100. Este é um total por dispositivo e não por por ficheiro KMZ. No extremo (1 ficheiro raster = 1 ficheiro KMZ), poderemos ter 100 mapas.

Se o utilizador quiser incluir várias imagens JPEG num ficheiro KML/KMZ, deverá por uma questão de conveniência e relacionamento entre imagens, colocá-las numa pasta debaixo de “Os meus Locais”. Uma vez adicionadas as imagens só tem que  premir o botão direito do rato sobre a pasta e seleccionar o comando “Guardar local como…”. Através desta opção as imagens serão guardadas num único ficheiro KML/KMZ.

Passo 3:

O valor especificado na opção “Ordem de Desenho” do separador “Localização” que se encontra na caixa de diálogo que define as propriedades da “Sobreposição de Imagem” que estamos a adicionar, controla a sobreposição do mapa no dispositivo GPS face aos outros mapas vectoriais que existam activos. Assim:

a)      Se o valor especificado na opção “Ordem de Desenho” for igual ou superior a 50, este mapa será desenhado sobre os outros mapas;

b)      Se o valor especificado for inferior a 50, o mapa será desenhado apenas sobre objectos do tipo terra, água e áreas, mas não sobre estradas, linhas ou contornos de profundidade de outros mapas.

Pontos de interesse, rotas, caminhos e geocaches são sempre desenhados sobre os mapas.

Para além disso, um mapa específico criado a partir de um ficheiro raster será sempre desenhado sobre outro do mesmo tipo, desde que o valor da opção “Ordem de Desenho” seja maior.

Para já, não é suportada a funcionalidade de “Super-Overlays”.

Passo 4:

Se o mapa for criado para ser submetido a operações de ampliação/redução é conveniente que o aspecto da imagem se mantenha proporcional. Tal consegue-se mantendo a tecla “SHIFT” premida enquanto se realiza no GoogleEarth o ajustamento da imagem a sobrepor.

Utilização dos mapas no dispositivo GPS

Já no que toca à utilização e navegação nos mapas, há ainda algumas dicas que nos parecem úteis.

A primeira diz respeito à orientação do mapa. Se legibilidade dos nomes colocados no mapa é importante e aquele foi criado tendo por base a direcção norte (como é o caso das cartas militares portuguesas), então o dispositivo GPS deve ter seleccionada a opção de orientação do mapa “North Up” (menu Setup > Map > Orientation).

A segunda diz respeito ao activar dos mapas. No dispositivo GPS não existe qualquer diferença entre mapas específicos criados a partir de ficheiros raster e mapas vectoriais. O utilizador tem a possibilidade de activar e/ou desactivar os mapas específicos como qualquer outro mapa a partir do menu Setup > Map > Map Information. Estes mapas específicos aparecem então listados sob um mesmo botão designado “Custom Maps”. Até ao momento o utilizador apenas tem a opção de activar e/ou desactivar todos os mapas específicos, e não individualmente.

VERÃO DE SÃO MARTINHO DIA 7 DE NOVEMBRO

Boas.

Caros Sócios.

Nada melhor que uma festa para animar o pessoal e melhor ainda se esta festa proporcionar uma caminhada/BTT e um convívio entre o pessoal.

Por proposta do sócio Miguel Barata, amante da Serra da Lousã e das suas tradições genuínas vamos realizar no dia 7 de Novembro um Magusto na nossa SEDE ao Km 24,50 da N 236.

O Programa será o seguinte:

10:00 Horas – Ponto de Encontro na SEDE do LandLousã

10:30 Horas – Início da Caminhada/BTT pelas Aldeias da Serra, por percurso em Caminho aberto Florestal;

12:30 Horas – Almoço do tipo Pic-Nic, em que cada um leva uma bucha “na mochila”;

15:30 Horas – Início do Magusto Tradicional na jeropiga/geropiga na  SEDE;

19:00 Horas – Final.

Agradecemos que as inscrições sejam enviadas para landlousa@gmail.com para que se faça o seguro de acidentes pessoais.

PS: Estamos a tentar ter um concertineiro para animar o Magusto, pedido este feito a Junta de Freguesia da Lousã.

Descrição e Notas:

Descrição:

Passeio Pedestre  e ou de BTT com aproximadamente 6 km e duração prevista de 4 horas.

Passagem por antigos caminhos das aldeias serranas, atravessando soutos centenários e pequenos cursos de água.

Este itinerário inclui algumas zonas com declives acentuados, sendo por isso necessário possuir uma razoável condição física.

No final do passeio realiza-se um Magusto Tradicional na Sede da LandLousã.

Possibilidade de jogos tradicionais.

Recomendações:

Deve levar água e um pequeno farnel para almoçar.

Vestuário e calçados adequados às condições metereológicas do dia do passeio.

Botas de montanha ou sapatos desportivos com boa aderência 

Laripô. Mungo ué. Xau. Inté.