VOLTA N6 DA NeXo

n6Já se faz tarde para uma ida ao monte, o tempo ainda não ajudar (LAMA) mas sempre se pode visitar o terreno e até pode ser que haja emoção… heee (mais não seja, pelo trilho que tenho em mente) O final será, no já habitual Barroso, a degustar o que houver.. heee Sairemos de BRITO, para se situarem, Guimarães fica precisamente nos arredores da Vila de Brito e a volta será por lá perto Sábado, dia 7 de NOVEMBRO. Concentração às 14h no PARQUE DA VILA (mudança temporária), saída exacta as 14.30h. O percurso é acessível a todos os 4×4, não fica ninguém para trás e pode vir toda a gente (a ideia é mesmo quantos mais, mais ajuda).

Fotos N4, N5.

A PISTA DO DESFILADEIRO DE ASSIF MELLOUL – HELP, HELP, HELP

Parola 108 (Medium) (Medium)Esta Pista também conhecida por H1 por Gadini no seu Tomo I Haut e Moyem Atlas, está agora ameaçada de destruição devido ao mau tempo que assola aquela região. Em Maio deste ano pudemos constatar pelo percurso que fizemos entre Anergui e a Cathedral que já eram visíveis os estragos. Mais em Setembro já não foi possível passar pela Pista em qualquer destes sentidos. Durante muitos anos e após cada chuvada ou enchente do Assif Melloul, as populações e as autoridades locais garantiam a sua manutenção nem que fosse para transitarem com os animais de carga, já que era o único acesso capaz a Bin Ouidane. Hoje, Anergui está ligado a Tagleft por uma estrada asfaltada com acesso a El Ksiba, uma excelente obra de engenharia em zona de alta montanha com umas curvas ou lacetes bem desenhados e executados. Com esta alternativa as autoridades oficiais já não estão interessadas em recuperar e fazer a manutenção regular da Pista de Assif Melloul. Os habitantes e especialmente a Associação Moriq de Desenvolvimento, estão interessadas no contrário, seja em manter a Pista transitável, já que uma parte dos seus Gites sobrevive com as Expedições que cruzam o Alto Atlas desde a Cathedral até Anergui ou vice-versa. A reconstrução das zonas danificadas é grande, já que os afluentes do Assif Melloul são caracterizados por uma forte inclinação em terreno de cascalho, permitindo que as chuvadas de curta duração mas de intensidade elevada, provoquem torrentes de cascalho que destroem os frágeis aquedutos. A Associação Moriq de Desenvolvimento tem um tractor e uma máquina de retroescavadora que fazia a manutenção da Pista com o apoio das autoridades oficiais nos últimos anos permitindo a circulação de veículos para a zona de Beni Mellal. Hoje, os seus limitados recursos financeiros não lhe permite continuar a manter esse esforço, já que com a Pista « Cortada » a fonte das suas receitas, seja o Turismo dos 4×4, através dos Gites diminuiu acentuadamente. Também, foi necessário investir noutras áreas como a saúde com a aquisição de uma ambulância que nós observamos no local em Setembro. Esta Pista é fundamental para o desenvolvimento do Turismo de Anergui, que, quando aberta garantia mais de 3.000 visitantes por ano, criando uma rede de desenvolvimento local sustentado com a população, através do Gitê Hammou Chrifi, que alberga muitos dos praticantes de BTT, Montanhismo, Caminhadas e 4×4.

Mas os habitantes de Anergui chamam « Seguro de não Isolamento », a esta Pista, porque a sua funcionalidade permite que Anergui no Inverno possa não estar isolada caso a passagem de Moriq Jbel fique bloqueada pela neve durante várias semanas. O que se pretende é que os amantes do Alto Atlas possam ajudar na recuperação e na preservação de alguns troços da Pista de Assif Melloul, com trabalho voluntário sendo necessário somente que se crie uma onda de entusiasmo, já que será possível recuperar a Pista tão importante para todos. Bacin Hammou é o principal impulsionador desta iniciativa de recuperação da Pista de Assif Melloul, acreditando que seja necessário cerca de 1000 euros para a 1.ª fase dos trabalhos.

Assim é necessário fazer uma campanha de contribuições para que seja possível fazer a recuperação e manutenção da Pista de Assif Melloul, uma das Pistas mais bonitas do Alto Atlas. Este pequeno troço de cerca de 44 km permite ligar a Cathedral a Anergui, por uma Pista de Alta Montanha, caso contrário terá de se percorrer cerca de 130 km de asfalto. Mais a sua abertura permite realizar em TT a Pista de Beni Mellal a Ilmilchil com passagem por Bou Goumez, Cathedral, Anergui, Tassent e Lac Tislit.

O que a Associação Moriq de Desenvolvimento pretende, é uma contribuição financeira através de um pequeno donativo, permitindo assim a ligação física entre a Cathedral e Anergui, bem como a interligação entre o Turismo e o desenvolvimento local.

Parola 120 (Medium) (Medium) Pour contacter le président de l’association Moriq :

Bacine : 00212 6 78 45 00 25

Hamou Chrifi : 00212 5 23 44 22 84

 Pour plus d’informations, vous pouvez me contacter :

david.goeury@gmail.com

00212 6 61 17 80 07

Converter imagens raster de um datum para outro

Através da ferramenta OziMapToKMZ  é possível procedermos à  conversão de mapas em formato OZI para formato KMZ, permitindo-nos, assim, reaproveitar um conjunto de mapas digitalizados que temos vindo a constituir e a georeferenciar através do OziExplorer.

No espaço nacional as cartas militares utilizam projecções diferentes daquelas utilizadas nos mapas criados no GoogleEarth. Efectivamente, as imagens raster das cartas militares encontram-se projectadas no Datum Lisboa (Portugal) e os mapas do GoogleEarth apenas utilizam o datum WGS84.

Assim sendo e para utilizarmos as cartas militares nos dispositivos GPS da GARMIN como mapas específicos, teremos que georreferenciar e re-projectar os ficheiros raster (formato JPEG).

Para esta operação necessitamos de dois programas:

A primeira tarefa passa por abrir a ferramenta MapMerge e seleccionar o mapa que se pretende reprojectar através do botão “Add”. Teremos então acesso a uma caixa de diálogo que nos permite indicar o caminho da pasta que contém o mapa-alvo. Este, bem como todos os outros ficheiros .map que constarem da pasta são listados e detalhados  na área de informação que ocupa o lado direito da aplicação:

mapmerge01

O mapa a projectar deverá ser seleccionado através da caixa de marcação que se encontra à frente da sua referência.

De seguida, teremos que proceder a um conjunto de configurações, tais como:

  • Definições do novo mapa de destino, como sejam a escala (em metros por pixel) e a projecção (WGS 84).
  • Pasta de destino, onde o novo mapa será armazenado.

Tais configurações são dadas nos separadores “Destination Map” e “Configure”. Assim no primeiro separador teremos que indicar:

  • Pixel Scale – Local onde o utilizador deverá especificar a escala do mapa de destino em metros por pixel. Este atributo que determina a dimensão do mapa a produzir e, quanto menor for o valor, maior será a imagem a criar, bem como o tempo de processamento.

Para calcularmos o número de pixels por metro temos que utilizar a escala que serviu de base ao mapa e multiplicá-la por 0,000265. Se a esacala é de 1:25000, então o número de pixels por metro é 25000 * 0,000265, isto é 6,63 metros.

  • Map Datum – O datum do mapa a produzir (neste caso pretende-se o datum em WGS 84)
  • Map Projection – Projecção do mapa de destino.

Existem projecções que podem requerer parâmetros adicionais, os quais terão que ser dados pelo utilizador.

mapmerge02

Ao nível do separador “Configure” as opções que nos interessam para esta operação de conversão são três:

  • Temp File Folder – Pasta utilizada pela ferramenta durante o processo de criação do novo mapa e onde serão no seu decurso criados ficheiros temporários.
  • Destination Folder – Pasta onde será armazenado o novo mapa.
  • Resize (%) – Atributo que designa a percentagem de redimensionamento do novo mapa. Se pretendemos que o mesmo tenha uma resolução inferior ao mapa que lhe serve de base devemos indicar um valor inferior a 100.

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Finalmente só temos que pressionar o botão “Create Map” e indicar a opção “Fom Selected Maps”.

mapmerge04

O mapa agora criado é constituído pelo par de ficheiros .map e .ozfx3 (formato de imagem nativo do Ozi Explorer e único aceite no Ozi Explorer CE). No entanto, a ferramenta OziMapToKMZ  não suporta tal formato. Pelo que o mapa OZI terá que sofrer um segundo nível de conversão intermédia: a conversão do formato de imagem.

Para tal há que executar a ferramenta ozf2img. Trata-se de uma ferramenta que funciona no modo de linha de comando (vulgarmente conhecida como aplicação a correr em janela de MS-DOS) e que deverá ser copiada para a mesma pasta onde se encontra o mapa constituído pela imagem ozfx3. A sintaxe da mesma é seguinte:

ozf2img -i<file>.map

O resultado do processamento é um ficheiro .png (Portable Network Graphics, formato gráfico surgido em 1996 para substituir o GIF).

mapmerge05

Este novo ficheiro .png terá que ser associado ao ficheiro .map. Basta abrir através de um simples editor de texto e substituir na terceira linha o nome da imagem (de OZFX3 para PNG).

mapmerge06

Finalmente, o mapa está pronto a ser utilizado no OziMapToKMZ.

IV ENCONTRO NACIONAL DEFENDER 2009

Boas.

Um agradecimento a todos que vieram à Lousã para mais um Encontro Nacional Defender. Fomos 106 (cento e seis) Land Rover’s Defender. Bem hajam a todos que participaram e colaboraram.

Algumas fotos, AQUI, obtidas pelo Artur Ferrão.

V Encontro Nacional Defender 2010, será nos dias 22, 23 e 24 de Outubro de 2010, nada melhor que marcar na agenda.

Fiquem bem.

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