Boas.
Com um pequeno gesto, pode ajudar a ARCIL, uma Instituição Privada de Solidariedade Social com sede na Lousã.
Mais pormenores AQUI.
Vá lá, colabore. É simples e ajuda muitos.
Inté.
Boas.
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Inté.
Boas,
Esta aplicação que se designa por Garmin Map ID Finder, permite determinar o Id a partir de Mapas Instalados e de gmapsupp.img.
É uma ferramenta importante para trabalhar com outra aplicação como o MapSetToolKit e não só.
Qualquer dúvida landlousa@gmail.com
Inté.
A Câmara Municipal de Luanda era um edifício imponente, com uma localização privilegiada sobre a Mutamba, o maior terminal de “Machimbombos” de África, da qual se destacavam duas linhas a n.º 4 para o Bairro de São Paulo e a n.º 17 para o Bairro da Cuca com terminus na Mabor.
Mas tinha uma coisa melhor, uma das melhores Bibliotecas de Angola, repleta de livros técnicos e de cultura geral. Tinha já na altura, horário alargado até às 24.00 Horas.
Mas, tinha ainda duas particularidades, um enorme Largo quadrangular defronte da fachada posterior e o Senhor Martins, zeloso funcionário Transmontano de Vinhais, que tinha tanto de largura como de altura.
O Senhor Martins nas suas rondas pela Biblioteca esforçava-se por entrelaçar os dedos por detrás das costas, mas não conseguia, os braços eram curtos. Mas era um tipo porreiro.
Quanto ao Largo, esse, obra de engenharia feita à nossa medida, servia de Pista de corridas do tipo Drag Race, logo após o toque da sineta de fecho da Biblioteca.
Junto a entrada principal posterior, alinhavam a Maxi Puch, conduzida por mim e a Kreidler vermelha, conduzida pelo Abílio ou a Kreidler preta conduzida pelo Gennaro Pugliese.
A corrida constava de 10 voltas ao Largo e quem chegasse primeiro ganhava e podia nas calmas saborear um Pão Quente com manteiga na Padaria das Ingombotas, quase ali ao lado.
A rivalidade entre as Puch’s e as Kreidler’s era enorme, era uma luta entre austríacos e alemães, mas por norma as Puch’s davam uma sova às Kreidler’s.
No arranque as Puch’s eram mais lentas, mas depois era prego a fundo durante as 10 voltas e recuperavam com grande avanço. O pior eram as quedas e foram algumas, mesmo muitas, porque as pedaleiras roçavam no chão e terra à vista.
As corridas ganharam nome e era ver o pessoal da Biblioteca depois do fecho a curtir o desafio, incluindo o Senhor Martins, que zelosamente retirava o seu Datsum 1200 do Parque de estacionamento para ver os Loucos de Luanda.
Mas, como tudo na vida, alguém se chibou e a PSP acabou com as Drag Race Made In Biblioteca.
A minha Maxi Puch fez milhares de Km’s em Grandes Viagens pelo Sul de Angola, carregada até aos dentes, na sua velocidade de cruzeiro de 40 Kms/hora. A minha Maxi Puch ensinou-me a apreciar o tempo e despertou o meu espírito de ventura.
Coisas da vida, podia dar para pior.
Inté.
PS: Pelas fotos vê-se que a Maxi Puch era uma gazela
Penso que foi em 1970, que eu e o Marques. nos aventuramos no nosso pequeno cruzeiro “Intrépido” numa regata entre o Clube Naval de Luanda, contornar uma boía a junto a Barra do Dande, subir até ao Ambriz e descer.
Por norma o vento à tarde soprava sempre favorável, nomeadamente para nós, já que podiamos chegar a Barra do Dande navegando com vento à popa e algumas vezes ao largo. Nessas alturas o nosso “Intrépido” dava cartas, já que recolhíamos o patilhão e era vê-lo deslizar, nomeadamente até passar a pequena Baía do Cacuaco de águas de cor de barro.
A largada foi a meio ou final da tarde, com o mar da Baía de Luanda calmo como sempre. Passamos pelo Farol da entrada da Baía e entramos em “mar aberto” em direcção a Barra do Dande, com rumo certo e sempre atento à bússola. A bússola era o nosso único instrumento de navegação para além de uma carta marítimaque acompanhava a costa de Angola.
O Porto de Pesca de Luanda era novo e ficava lá para os lados da Fortaleza de S. Pedro da Barra. Era um antigo Forte estrategicamente localizado para bombardear as armadas holandesas. Mais tarde virou prisão de “presos politicos” e depois de Abril de 1974, Quartel General da FNLA. Ao fim da tarde, eram centenas de barcos de pesca que saíam para o alto mar. Para nós isso era para nós umo problema, já que luzes de sinalização o nosso “Intrépido”, não tinha.
Não tinhamos motor nem bateria, somente umas lanternas a pilhas que tinham os vidros pintados de vermelho e verde. Quando era preciso lá eram acessa para marcar presença nomeadamente a contornar as boías, junto ao barco do Juri.
Mas adiante, sei que fomos dos primeiros, a contornar a boía a Boía da Barra do Dande, mas a coisa complicou-se em direcção ao Ambriz, já de madrugada. O vento rodou e o nosso “Intrépido” foi-se abaixo das canetas, não era especialista a andar à bolina. Ainda me lembro que na Barra do Dande havia um Quartel com tropa que fazia uma grande festa sempre que algum barco contornava a boía. Em termos de guerra a zona era quente já que tanto a FNLA e o MPLA eram fortes na zona.
Foi um suplício subir até ao Ambriz. Virada a boía do Ambriz, tivemos vento de feição até a enseada do Cacuaco, sabendo que ao regresso até a Clube Naval era novamente à bolina, mas desta vez com mar picado, com o “Intrépido” a enterrar a proa na sua marcha penosa. Estavamos ansiosos por passar o Farol da Ponta da Ilha, para termos mar mais chão, chegar ao Clube e descansar.
Correu tudo bem, chegamos muito depois ao Clube Nuno Álvares, cansados mas felizes por mais uma odisseia.
Uma Foto do Famoso “Intrépido”.
Boas.
Muita informação em FORO 4×4.
Esta rota é soberba, pese embora as limitações impostas na fronteira. Nada de CB’s, nada de GPS’s e outras restrições.
Aconselho fazer a partir de El Golea a Pista até ao Fort Miribel, retomando depois a In Salah para reabastecer. Depois retomar a Pista de Deserto Puro até Tamanrassett. Depois de descansar um ou dois dias, partir para a Grande Travessia até Djanet.
Aconselha-se Guia e muita leitura de Fórum’s.
Inté.