OruxMaps: Navegação 4×4 em Android (Parte IV – Mapas offline)

Explorados que foram o interface, funcionalidades e utilização de fontes de mapas online, este artigo encerra o tema OruxMaps com a abordagem  à criação de mapas offline a partir de imagens raster ou da utilização do Mobile Atlas Creator (MOBAC):

O primeiro dos métodos de preparação e obtenção  de mapas para OruxMaps requer uma aplicação adicional. Trata-se de OruxMapsDesktop, disponível a partir da seguinte hiperligação:

http://www.oruxmaps.com/OruxMapsDesktop.zip

Dado que se trata de uma aplicação em Java, o OruxMapsDesktop tem como pré-requisito a instalação da máquina virtual de Java. Esta, está disponível em:

http://www.java.com/pt_BR/download/

OruxMapsDesktop

O OruxMapsDesktop é uma aplicação que tem por objectivo a conversão de imagens raster geo-referenciadas (ou não) num formato compatível com OruxMaps.

Os mapas podem ser gerados a partir de duas fontes:

  • Mapas calibrados para OziExplorer (.map), kap, tfw, jpw ou geotiff (sendo que este último formato exige ainda a instalação das Java Advanced Imaging Image  I/O tools: https://jai-imageio.dev.java.net/binary-builds.html);
  • Imagens raster e o conhecimento de, pelo menos, duas coordenadas das mesmas.

 

Partindo de uma imagem geo-referenciada, por exemplo no formato OziExplorer (o qual, lembramos, é formado por um par de ficheiros), há que seleccionar então o ficheiro com os dados de geo-referenciação (ficheiro .map), premindo o botão “Calibration File” e, desde que se encontre na mesma pasta, a imagem será carregada automaticamente.

As coordenadas relativas aos pontos utilizados para geo-referenciar a imagem, bem como o datum e o método de projecção em que aquela se encontra são igualmente carregados.

O utilizador apenas tem que se preocupar em definir :

  • O nome do mapa a criar para OruxMaps,
  • A pasta onde será criado,
  • O formato gáfico da imagem a produzir.

 

Depois, basta premir o botão “Create Map”. Caso o utilizador já possua o mapa e pretenda apenas reconstruir os dados  de geo-referenciação deverá activar a caixa de marcação “Only otrk2 file”.

Se se partir apenas de uma imagem, o utilizador tem que introduzir manualmente a seguinte informação:

  • Seleccionar e carregar a imagem a geo-referenciar, premindo o botão “Image File”;
  • Definir o método de projecção utilizado na geração da imagem;
  • Definir o datum em que serão carregadas as coordenadas dos pontos de calibragem;
  • Carregar, pelo menos, dois pontos (separados e na diagonal).

 

A pasta obtida a partir do OruxMapsDesktop e que contém o mapa acabado de criar deverá ser copiada para “oruxmaps/mapfiles”, no dispositivo Android. Aqueles, poderá então ser seleccionado na opção “Browse Maps”, disponível no ecrã de abertura.

O OruxMapsDesktop possui ainda um conversor por lote (“batch converter”) de imagens geo-referenciadas. Para já encontra-se limitado ao formato OziExplorer.

Há, no entanto, que ter alguns cuidados, pelo que o utilizador deverá:

  • Coloca os mapas “fonte” a converter na mesma pasta de origem;
  • Definir uma pasta de destino vazia, de modo a evitar sobreposições de mapas, já que se trata de um processo automático.

 

Através do separador “Calculator” são disponibilizados ao utilizador mecanismos de conversão de coordenadas:

  • UTM para Latitude/Longitude e vice-versa;
  • Entre Datums específicos e o Datum WGS84;
  • Entre o sistema Swiss Grid e o Datum WGS84.

 

Mobile Atlas Creator

Através do Mobile Atlas Creator é possível criar directamente mapas no formato aceite pelo OruxMaps.

O Mobile Atlas Creator pode ser descarregado pelo utilizador a partir da seguinte hiperligação:

http://mobac.dnsalias.org/

A versão a descarregar deverá ser a 1.8 ou superior, já que é somente a partir daquela que estão contemplados os formatos OruxMaps.

Há ainda que ter o cuidado para definir sempre a dimensão máxima do mapa a criar com o Mobile Atlas Creator. Esta operação é levada a cabo através da opção “Settings”, separador “Map Size”,  e evita a geração de maps impossíveis de serem lidos pelo OruxMaps.

Depois, há apenas que copiar os mapas gerados pelo Mobile Atlas Creator para o dispositivo Android (pasta “oruxmaps/mapfiles”).

TRAVESSIA DA LOUSÃ A SALAMANCA DE 22 A 25 DE ABRIL

Boas.

Já estamos a trabalhar no reconhecimento da Travessia da Lousã a Salamanca. Já projecto de track, através de percursos por nós já realizados e pela conjugação de diversa cartografia disponível como Cartas Militares e mapas Topo da Garmin, quer de Portugal quer de Espanha.

Será uma Travessia pelas Cumedas das Serras da Lousã, Açor e Estrela. Depois do Covão da Ponte, Videmonte e o Rio Côa com os seu Vale pedregoso. A entrada em Espanha será por Nave de Haver, junto ao Marco 559, percorrendo-se depois os trilhos da planície de Salamanca.

Fica mais uma actividade para os sócios da LandLousã e como sempre em Autonomia Total.

Inté.

Inscritos

  1. Parola Gonçalves
  2. Rui Rodrigues
  3. Jorge Pinto
  4. Carla Lexandra
  5. Nuno Santos
  6. Nuno Marques
  7. Luís Filipe Vieira

MEMÓRIAS PERPÉTUAS DE À 50 ANOS

A Revista Visão, aborda no seu último número a data dos 50 anos do início da “Guerra Colonial”, tendo o artigo em questão, feito regressar ao baú das minhas memórias de criança, onde vivi com intensidade todo o drama de uma “Guerra de Libertação Nacional” versus “Guerra Colonial”.

Estávamos em 1961, mais concretamente no dia 3 de Fevereiro, tinha eu 7 anos e tinha estado a brincar com os filhos de um casal que partiria nessa tarde para o Úcua, um pequeno lugar entre Luanda e Carmona, hoje Uíge, onde tinham uma pequena loja com pensão. O Úcua servia de entreposto ou paragem, face a ausência de estrada pavimentada, já que só havia uma picada e no tempo das chuvas era o caos, a viagem poderia demorar dias, já que os camions ficavam enterrados. No dia seguinte soubemos que o casal tinha sido morto a catanada e que tinha começado um período muito difícil para todos.

As fotos publicadas nos jornais de então eram de uma crueldade enorme, que nemsequer me atrevo a descrever. Esta crueldade, motivou a mobilização geral com a constituição de milícias armadas, que quase enveredaram pelo mesmo caminho após o recolher obrigatório a partir das 21:00 Horas.

Para quem como eu e os meus pais que morávamos num “Musseque” a coisa complicava-se, já que todos os dias ao início da noite tínhamos de rumar a “cidade”, para estarmos em segurança, já que, bem perto da nossa casa, junto à cadeia de São Paulo, o golpe tinha sido forte e marcante, sendo hoje um símbolo da revolução angolana.

As atrocidades violentas de ambos os lados ficaram marcadas para sempre na minha memória, o que, para uma criança de 7 anos, passaram a rotina, com desconfianças, ódios e sobretudo vinganças.

As incursões para o Bairro do Teixeira a meio da noite, o rastejar com a minha mãe debaixo de saraivada de fogo cerrado de metralhadora e o espancamento de inocentes, que regressavam do trabalho após o recolher obrigatório, foi coisa que nunca entendi até hoje, seja, nunca ninguém me explicou porque o faziam e de uma maneira tão violenta.

Hoje, 50 anos depois as imagens de morte com mutilações impensáveis feitas a catanada, continuam a estar na minha memória e serão sempre uma negação a uma “Guerra de Libertação Nacional” que bem cedo entendi como justa.

“Quando o avião levantou e fez a curva para a direita tive a noção exacta que seria a última vez que veria  a minha Terra, Terra em que tinha nascido e, Terra que queria ajudar a crescer.”

Web Map Services

Falámos num artigo anterior que a lista de mapas online do OruxMaps pode ser alargada através da inclusão de mapas disponíveis na Internet em tempo real. Basta que cumpram o protocolo WMS (Web Map Service).

O que é o Web Map Service?

O Web Map Service, mais conhecido pelo acrónimo WMS, é um protocolo destinado a disponibilizar imagens georreferenciadas através da Internet, as quais são geradas a partir de bases de dados GIS (Geographic Information System). E aqui tomamos este conceito na sua forma mais lata: um qualquer sistema de informação que captura, armazena, analisa, gere e apresenta dados relacionados com localizações.

A especificação do protocolo WMS (http://www.opengeospatial.org/standards/wms) foi desenvolvida e publicada logo em 1999 pelo Open Geospatial Consortium (OGC). A primeira versão do protocolo (1.0.0) foi lançada em Abril de 2000, seguindo-se depois as versões 1.1.0 e 1.1.1, respectivamente em Junho de 2001 e Janeiro de 2002. A última versão (1.3.0) saiu em Janeiro de 2004. A sua especificação pode ser analisada em detalhe a partir da seguinte hiperligação:

http://portal.opengeospatial.org/files/?artifact_id=14416

Actualmente o protocolo WMS é suportado como um formato para mapas pela maior parte de aplicações GIS, sejam elas comerciais, como o ESRI ArcGIS, MapInfo Professional, GeoMedia, Global Mapper, ou livres, como o Google Earth, MapGuide, NASA World Wind.

Em Portugal, o Instituto Geográfico Português (IGP), através do serviço m@pas online (http://mapas.igeo.pt/), e o Instituto Geográfico do Exército Português (IGEOE) , através do projecto Geo-WebServices (http://www.igeoe.pt/mapas/html/AplicacoesClientes.htm), disponibilizam gratuitamente  um conjunto de serviços de dados geográficos de acordo com os padrões do Open GeoSpatial Consortium, e o protocolo WMS e Web Feature Service (WFS).

No IGP os serviços disponíveis são os seguintes:

Nome Endereço do serviço WML (URL) 
Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP Continente) http://mapas.igeo.pt/ows/caop/continente
Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP Madeira) http://mapas.igeo.pt/ows/caop/madeira
Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP Açores) http://mapas.igeo.pt/ows/caop/acores/gocidental
http://mapas.igeo.pt/ows/caop/acores/gcentral
http://mapas.igeo.pt/ows/caop/acores/goriental    

Carta de Risco de Incêndio Florestal 2010 (CRIF)    

http://mapas.igeo.pt/wms/crif    

Carta de Portugal Continental à escala 1:500 000 (sc500k) http://mapas.igeo.pt/wms/sc500k    

Modelo Digital de Terreno (mdt50m) http://mapas.igeo.pt/wms/mdt50m    

Rede Geodésica Nacional – Continente (vgs) http://mapas.igeo.pt/ows/vgs    

 

Já ao nível do IGEOE, são disponibilizados os seguintes serviços:

Nome Endereço do serviço WML (URL) 
Carta Militar Itinerária
1:500 000 Continente
http://www.igeoe.pt/igeoearcweb/wmsconnector/com.esri.wms.Esrimap/500k_Continente
Cartas Militares de Portugal – 1:500 000 e 1:250 000 do Continente e Regiões autónomas http://www.igeoe.pt/igeoearcweb/wmsconnector/com.esri.wms.Esrimap/WebMapSrv

 

Aceder a um Web Map Service

Para “consumir” mapas WMS uma aplicação GIS, seja ela qual for, tem que, pelo menos, conhecer-se o URL do serviço, mas também informação relativa a outros aspectos:

  • Identificação,
  • Níveis de ampliação que podem ser consultados,
  • Camadas visualizáveis,
  • Formatos de imagem fornecidos.

Esta informação pode ser obtida interrogando-se directamente o Web Map Service, utilizando para tal métodos que fazem parte da especificação do protocolo. Um deles, o método GetCapabilities, permite ao utilizador obter meta-informação sobre os parâmetros necessários à utilização do serviço, camadas a visualizar e em que formatos gráficos.

O resultado da chamada ao Web Map Service com o método GetCapabilities é dado sob a forma de um ficheiro em formato XML, o qual poderá depois ser processado internamente pela aplicação GIS ou aberto e lido pelo utilizador.

Assim, e como forma de exemplo, vamos interrogar o serviços WMS  disponibilizado pelo IGEOE, o qual fornece a Carta Militar Itinerária do Continente à escala 1:500 000.

No browser é dado o seguinte URL:

http://www.igeoe.pt/igeoearcweb/wmsconnector/com.esri.wms.Esrimap/500k_Continente?version=1.1.1&service=WMS&request=GetCapabilities

Note-se  os parâmetros de chamada do serviço WMS “version=1.1.1” e “request=GetCapabilities”, os quais indicam o que o utilizador prorura e em que versão do protocolo.

O resultado é devolvido como um ficheiro no formato XML (500k_Continente.xml), de que apresentamos apenas os fragmentos mais relevantes:

…

<Name>OGC:WMS</Name>
<Title>Web Map Service 500k_continente</Title>
…
(Elementos que fornecem a referência do service WMS)

…
<OnlineResource xmlns:xlink=”http://www.w3.org/1999/xlink” xlink:href=”http://www.igeoe.pt/igeoearcweb/wmsconnector/com.esri.wms.Esrimap/500k_continente?” xlink:type=”simple” />
…
(URL do serviço)

…
<Format>image/png</Format>
<Format>image/jpeg</Format>
<Format>image/gif</Format>
…
(formatos gráficos em que são disponibilizadas as imagens do mapa)

…
<Layer queryable=”0” opaque=”0” noSubsets=”0“>
   <Name>4</Name>
   <Title>500k</Title>
   <SRS>EPSG:4326</SRS>
   <LatLonBoundingBox minx=”-10.181375771” miny=”36.8793377744” maxx=”-6.0820216161” maxy=”42.227177389” />
   <BoundingBox SRS=”EPSG:4326” minx=”-10.181375771” miny=”36.8793377744” maxx=”-6.0820216161” maxy=”42.227177389” /> </Layer>
…
(definições e referência da camada)
…

Integração com OruxMaps

A informação que reunimos na sequência da chamada ao método GetCapabilities do serviço WMS é fundamental para o adicionarmos como um mapa online à colecção de mapas do OruxMaps.

Esta aplicação armazena e gere a informação relativa a mapas WMS num ficheiro XML (wms_services.xml), o qual, como já dissemos, pode ser editado pelo utilizador.

O ficheiro wms_services.xml pode ser descarregado a partir da seguinte hiperligação:

http://www.oruxmaps.com/wms_services.xml

Nele, econtram-se já pré-definidos dois mapas. Mas o objectivo é adicionarmos mais mapas, pelo que se continuarmos com o exemplo de integração do serviço WMS fornecido pelo IGEOE teremos que adicionar-lhe o seguinte fragmento XML:

<wms>
  <name>500k_continente</name>
  <uid>1002</uid><!–unique identifier in your database cache; >1000 –>
  <desc>ArcIMS 9.3.0 500k_continente Web Map Service</desc>
  <url>http://www.igeoe.pt/igeoearcweb/wmsconnector/com.esri.wms.Esrimap/500k_continente?</url>
  <minzoomlevel>8</minzoomlevel><!– 0 to 20 –>
  <maxzoomlevel>17</maxzoomlevel><!– 0 to 20 –>
  <version>1.1.1</version><!– do not change –>
  <layers>500k</layers>
  <coordinatesystem>EPSG:4326</coordinatesystem><!– do not change –>
  <format>image/png</format>
  <cache>1</cache><!– not in use –>
 </wms>

O aspecto final do ficheiro wms_services.xml será agora o seguinte:

<?xml version=”1.0″ encoding=”utf-8″?>
<wms_services>
 <wms>
  <name>Terraserver (USA)</name>
  <uid>1001</uid><!–unique identifier in your database cache; >1000 –>
  <desc>USA topo maps</desc>
  <url>http://terraserver-usa.com/ogcmap6.ashx?</url>
  <minzoomlevel>8</minzoomlevel><!– 0 to 20 –>
  <maxzoomlevel>17</maxzoomlevel><!– 0 to 20 –>
  <version>1.1.1</version><!– do not change –>
  <layers>DRG</layers>
  <coordinatesystem>EPSG:4326</coordinatesystem><!– do not change –>
  <format>image/jpeg</format>
  <cache>1</cache><!– not in use –>
 </wms>
   <wms>
      <name>Kartverket sea (NOR)</name><!–ERROR DE UNOS 200 mts SE SUPONE SOPORTA EPSG:4326???–>
      <uid>1309</uid><!–unique identifier in your database cache; >1000 –>
      <desc>Norway sea maps</desc>
      <url><![CDATA[http://openwms.statkart.no/skwms1/wms.sjo_hovedkart2?SERVICE=WMS&BGCOLOR=0xFFFFFF&TRANSPARENT=FALSE&]]></url>
      <minzoomlevel>8</minzoomlevel><!– 0 to 20 –>
      <maxzoomlevel>17</maxzoomlevel><!– 0 to 20 –>
      <version>1.1.1</version><!– do not change –>                 
      <layers>Sjokart_Hovedkartserien2</layers>
      <coordinatesystem>EPSG:4326</coordinatesystem><!– do not change –>
      <format>image/png</format>
      <cache>1</cache><!– not in use –>
   </wms>
 <wms>
  <name>500k_continente</name>
  <uid>1002</uid><!–unique identifier in your database cache; >1000 –>
  <desc>ArcIMS 9.3.0 500k_continente Web Map Service</desc>
  <url>http://www.igeoe.pt/igeoearcweb/wmsconnector/com.esri.wms.Esrimap/500k_continente?</url>
  <minzoomlevel>8</minzoomlevel><!– 0 to 20 –>
  <maxzoomlevel>17</maxzoomlevel><!– 0 to 20 –>
  <version>1.1.1</version><!– do not change –>
  <layers>500k</layers>
  <coordinatesystem>EPSG:4326</coordinatesystem><!– do not change –>
  <format>image/png</format>
  <cache>1</cache><!– not in use –>
 </wms>
</wms_services>

Para os mapas WMS ficarem a funcionar basta ao utilizador instalar o referido ficheiro xml na pasta  “oruxmaps/mapfiles” do cartão de memória do dispositivo Android e reiniciar a aplicação.

Da próxima vez que o utilizador executar o OruxMaps e seleccionar a opção “Online Maps” passa a dispôr na base de dados dos mapas WMS:

O aspecto final é este:

O mapa pode ser sempre armazenado no dispositivo como um mapa offline e assim utilizado em zonas sem conexões WIFI ou 3G, recorrendo ao gerador integrado do OruxMaps (Menu > Tools  > Map Creator).