FRAGMENTOS DE MEMÓRIAS – 1.º

1992 Parque de Campismo Municipal de Tamanrasset.

O UMM do “Pavarotti” tinha dado o berro depois ter engolido golfadas de areia pela entrada de óleo, já que a tampa tinha ficado pelo caminho, eventualmente por ter ficado mal apertada. Consegui ir “pendura” pela rodas da frente no camion 6×6 Mercedes de apoio a Expedição. Mas como um mal nunca vem só, o UMM do Pedro Coelho tinha problemas de aquecimento e tinha queimado a junta da cabeça. Há males que vêm por bem, como diz o povo e foi feita uma enxertia de para outro UMM.

Uns 3 ou 4 dias depois de inúmeras peripécias, foi-nos dado ordem de partida ao fim da tarde, e nada melhor que tentar em basar o mais rápido, mas népia, com tanta bófia tivemos de pernoitar dentro dos 4×4 em Abalessa e de madrugada partir para Silet, para depois passar a fronteira em Tin Zaouatene.

Ao meio da tarde chegamos a Tin Zaouatene, para ficar 1 ou 2 dias ao sol a espera de ordem para avançar, não para o percurso, mas para a terra de ninguém ao encontro dos bandidos armados. Foram 3 encontros, dos quais o 2.º ainda hoje deixa marcas, tal era o aspecto dos 2 bandidos fortemente armados de armas e de sujidade…….

Lousã, 20 anos depois

Parola Gonçalves

 

 

 

TRAVESSIA DO ESTREITO DE GIBRALTAR – PREÇO DE FERRIES

Boas.

Com o Ramadão à porta e o Verão quase aí, o preço dos Ferries entre Algeciras e Marrocos deu um pulo em termos de preços. Julga-se até que depois de 15 de Junho os preços tenham outra vez um grande aumento.

Contudo, nós na nossa incessante pesquisa, conseguimos saber onde se pode adquirir um bilhete de ida e volta entre os 198.00 euros e os 220.00 euros ida e volta, sendo esta em regime aberto, para 4×4+2 pessoas.

Neste momento, Viajes Normandie, tem um preço de 220.00 euros na Companhia IMTC, sendo que os bilhetes têm de ser levantados  no balcão, o que muitas vezes não permite “apanhar” o Ferrie da manhã. Outro inconveniente é que a Travessia é feita em Ferrie lento, que demora mais do dobro do tempo.

A Camaleon 4×4, tem o preço de 198.00 euros, ida e volta em regime aberto em Fasty Ferrie e um sistema de emissão de bilhetes, através de localizar móvel de acordo com a companhia. Este preço refere-se a Companhia Baleária.

Fica mais esta dica, que poderá ser actualizada depois de 15 de Junho, sendo que nos foi garantido através de contacto telefónico que o preço seria mantido, mesmo após dia 15 de Junho.

Inté.

Parola Gonçalves

PERCURSOS (TRACKS) VERSUS AVALIAÇÃO E PREVENÇÃO DE RISCOS

Este “Post” tem a particularidade de alertar os nossos sócios e não só, para os perigos que um Track ou percurso (partilhado ),pode ter se não forem tomadas algumas precauções, nomeadamente em Passeios ou Expedições em zonas remotas  ou pouco acessíveis.

Track, é como sabem um rasto constituído por uma série de pontos, que permitem definir um percurso entre dois ou mais pontos. Esses pontos podem ser estabelecidos em função do tempo, da distância ou de ambos.

Hoje em dia, com a difusão da internet, é possível ter acesso a milhares de “tracks partilhados” de todo o mundo. Mas, a maioria deles enferma de falta de informação fundamental para que uma Expedição ou um simples Passeio, por exemplo, ao norte de África possa vir a ser uma tragédia.

Assim é fundamental ter em conta as seguintes, 10 avaliações de risco:

  1. A data da realização do percurso no terreno;
  2. O número de pontos gravados do percurso;
  3. A qualidade do “partilhador” do percurso, que pode ser avaliada pelo nº de seguidores e pela descrição do percurso;
  4. A classificação do grau de dificuldade do percurso, que pode variar entre “fácil” a “só para experientes”;
  5. A leitura e análise atenta do percurso no Google Earth;
  6. O tipo de meio motorizado que efectuou o percurso, mota, BTT ou 4×4;
  7. A compatibilidade do percurso com a sua abertura em Programas como o Mapsource ou Oziexplorer;
  8. A extensão do percurso e os principais pontos de interesse, como bombas de combustível;
  9. Pontos de “Check Point”, nomeadamente nas linhas de fronteira;
  10. A cartografia que tem instalada no equipamento e a qualidade do GPS em termos de perdas de sinal. Continuar a ler “PERCURSOS (TRACKS) VERSUS AVALIAÇÃO E PREVENÇÃO DE RISCOS”

GO TO AZ 204º – LOUSÃ TO DAKHLA

O projecto está concluído e perfeitamente delineado. Sabemos que de Tânger Med a Agadir será em ritmo elevado, para depois puder usufruir das pistas, das praias, das paisagens e sobretudo do peixe,  das ostras e de muito marisco.

O Parque Nacional de Sous-Mossa, a Reserva Natural de Naíla, a Source de Água Quente de Taouarta e dos seus Jardins, as Ruínas Coloniais Espanholas, serão de certeza pontos de interesse a visitar e a observar.

Um dos pontos de interesse a visitar, um pouco abaixo de Argoub, é a linha imaginária do Trópico de Câncer, com as cordenadas de N 23º 27,00′ de latitude norte.

Continuar a ler “GO TO AZ 204º – LOUSÃ TO DAKHLA”