V ENCONTRO NACIONAL DEFENDER – DIAS 22, 23 E 24 DE OUTUBRO

                O V Encontro Nacional Defender, vai realizar-se nos dias 22, 23 e 24 de Outubro, como sempre no Aeródromo da Lousã.
                O Programa deste ano é o seguinte:
 Dia 22 de Outubro:
                18.00 – 23.30 Horas – Abertura dos Secretariado;
 Dia 23 de Outubro:
                9.00 Horas – Abertura do Secretariado;
            10.30 Horas – Workshop de Mecânica sobre Programação de Defenders, ministrado por Luís Proença;
             12.00 Horas – Workshop Sobre Mobile Atlas Creator, ministrado por João Cardoso.
             Este Software permite criar mapas;
             14.30 Horas – Início das Actividades no Campus Defender
  •  Prova de Orientação e Navegação
  • Percurso de BTT
  • Caderno de Itinerários
  • Torneio de Futebol de Cinco
  • Dicas à Ti Bré
  • Pista de Obstáculos
            20.00 Horas – Grelhada Defender
            22.00 Horas – Visita ao Memorial Vasco Lima
 Dia 24 de Outubro
            10.00 Horas – Reabertura da Pista de Obstáculos
            13.00 Horas – Encerramento
      Qualquer informação para landlousa@gmail.com.
      Ficha de Inscrição, AQUI

Inté

     

TYPViewer: Editor de ficheiros TYP (Mapas vectoriais Garmin)

Uma das potencialidades mais interessantes dos mapas vectoriais Garmin reside na capacidade que o utilizador dispõe de modo a criar os seus próprios símbolos gráficos para representar linhas, polígonos e pontos, substituindo assim os conjuntos fornecidos por omissão pela Garmin.

Estes símbolos gráficos são definidos num ficheiro especial designado TYP, o qual pode ser associado a mapas do utilizador, criando simbologias específicas.

No entanto, desenhar e codificar símbolos TYP no formato aceite pelo compilador de mapas cgpsmapper (http://landlousa.wordpress.com/2009/08/31/algumas-nocoes-sobre-os-mapas-vectoriais-carregados-nos-receptores-gps-da-garmin/) pode ser algo complicado, dado que aqueles são definidos segundo o formato XPM. E isto passa por:

  • Afectar cores a caracteres ASCII,
  • Digitar manualmente os caracteres ASCII de modo a compor uma imagem.

 

O que é o formato XPM?

X Pixmap ou XPM é um formato gráfico utilizado nos sistemas Windows. Foi desenvolvido em 1989 por Daniel Dardailler e Colas Nahaboo no Centro de Investigação da Bull.

Destina-se primordialmente à criação de ícones e suporta transparência da cor.

Um exemplo de como um símbolo gráfico (polígono) é representado em XPM pode ser visto a seguir:

A sua representação gráfica pode ser vista a seguir:

Felizmente existem ferramentas que simplificam tal processo de criação/edição dos símbolos TYP.

TYPViewer

O TYPViewer  é um editor/visualizador de ficheiros TYP. Suporta como fonte ficheiros TYP compilados (formato .typ) ou ficheiros TYP em texto. Permite ao utilizador visualizar os símbolos (pontos, linhas e polígonos), bem como os códigos ASCII (formato XPM) que lhe estão associados.

A versão 3.4.3 da aplicação TYPViewer pode ser descarregada a partir da seguinte ligação:

http://opheliat.free.fr/michel40/setupTYPViewer.exe

Esta aplicação não possui qualquer documentação de suporte e tem a dificuldade acrescida de apresentar todo o interface em francês.

Este interface básico apresenta-se dividido em duas grandes zonas:

  • A zona que contém as definições ou parametrizações específicas quanto ao modo de representar os objectos no mapa, estruturando-os internamente em secções;
  • A zona de visualização em formato XPM e modo gráfico do objecto seleccionado.

Assim, No canto superior esquerdo são definidos

  • o FID (Family ID) que associa o TYP ao mapa, bem como
  • o ProductCode que deve conter o valor 1 e o
  • CodePage (conjunto de caracteres em utilização e que normalmente assume o valor 1252 – Europa Ocidental).

 Seguem-se depois as áreas que permitem ao utilizador visualizar, adicionar ou redefinir o aspecto gráfico de:

  • Objectos do tipo polígono (quadrados com o máximo de 32 x 32 pixéis e 2 cores, representados quando necessário em mosaico);
  • Objectos do tipo linha (polyline), quer especificando os atributos cor e espessura, quer definindo uma imagem para a representação;
  • Objectos do tipo POI (no máximo de 24 x 24 pixéis e 254 cores), bem como o seu nome.

Em qualquer uma destas áreas é possível adicionar novos símbolos, modificar ou eliminar símbolos existentes, premindo respectivamente os botões “Ajouter”, “Modifier” e “Supprimer”.

Finalmente temos a secção relativa à “Draw Order”.Trata-se de uma secção que contém indicações para a representação de todos os objectos do tipo polígono contidos no mapa e não apenas aqueles que queremos parametrizar. É obrigatória e deverá listar todos os polígonos, mesmo que mais tarde não alteremos a sua apresentação gráfica, sob pena dos mesmos não serem representados no mapa.

Conforme o utilizador se desloca pelos símbolos é dada a visualizar nas áreas central a sua representação em formato XPM (caracteres ASCII) e direita em modo gráfico (bitmap). Se premir o botão “Modifier” ou premir o botão esquerdo do rato duas vezes sobre o símbolo tem-se acesso ao editor gráfico.

No caso dos objectos do tipo POI é ainda possível carregar imagens do tipo bitmap e convertê-las automaticamente para o formato XPM. Assim, o utilizador tem a possibilidade de criar símbolos num editor gráfico e utilizá-los posteriormente no ficheiro TYP.

Caso o utilizador esteja a utilizar como fonte um ficheiro TYP compilado (formato .typ)as alterações são armazenadas directamente.  Se se tratarem ante de  ficheiros TYP em texto, existe a opção de o compilar para um ficheiro TYP através do compilador cgpsmapper.

Mobile Atlas Creator – Parte 2 (operação)

O interface básico da aplicação Mobile Atlas Creator (MOBAC) apresenta-se dividido em duas grandes zonas:

  • A zona de visualização da fonte, a partir da qual serão extraídas áreas que darão origem a mapas;
  • A zona de controlos que permitem ao utilizador gerir as propriedades do mapa a criar.

Os mapas são organizados nesta aplicação como “atlas”. Segundo a lógica do MOBAC, à semelhança do Trekbuddy, um atlas é um conjunto de mapas, organizado em diferentes camadas. Uma camada pode conter várias mapas e pode representar um nível de ampliação (zoom)/detalhe ou um tipo de mapa.

É aconselhável o utilizador definir, antes de mais o formato em que quer criar o mapa. Para tal basta abrir a caixa de combinação “Format” da secção “Atlas Settings”:

Como já o dissemos o MOBAC tira partido de informação do tipo Raster, capaz de ser utilizada em aplicações como o OziExplorer ou em dispositivos Garmin Dakota, Oregon e Colorado, através dos denominados “Custom Maps” e com um formato KML/KMZ (Keyhole Markup Language e Keyhole Markup Language zipped, formatos já de si nativos do GoogleEarth).

Assim, para o utilizador criar mapas compatíveis com a aplicação OziExplorer deve seleccionar a opção “OziExplorer (PNG & MAP)”. Dado que o OziExplorer não suporta mapas compostos por várias imagens ou fracções (tiled maps), algumas características são ignoradas no processo de criação dos mapas.

Ao nível do OziExplorer são produzidos mapas compostos por um par de ficheiros com as seguintes características:

  • Imagem no formato PNG (Portable Network Graphics) com 24 bits de profundidade;
  • Ficheiro de calibragem do mapa (métricas GPS) no formato .map.

 

É preciso ter em atenção que o MOBAC pode produzir imagens neste formato que atingem grandes dimensões, tornando lento o seu carregamento.

Para criar “Custom Maps” utilizáveis em dispositivos Garmin o utilizador deve seleccionar o formato “Garmin Custom Map (KMZ)”.

Neste formato será gerado um ficheiro .KMZ por camada, contendo até um máximo de 100 imagens/fracções no formato JPEG. Dado que a Garmin define como dimensão máxima para as imagens constituintes de um “Custom Map” 1024×1024 pixéis, as imagens são automaticamente redimensionadas sempre que se revelarem maiores.

O utilizador tem à partida a possibilidade de controlar a dimensão máxima do mapa, prevenindo, pois, tais operações de redimensionamento. Para tal deve-se pressionar o botão “Settings”, o qual dá acesso a uma caixa de diálogo com o mesmo nome. A dimensão máxima do mapa é definida no separador “Map size”.

Os passos para a criação de mapas nesta aplicação são bastante simples:

  • Seleccionar a fonte a partir do qual serão criados os mapas.

  • Dar um nome ao atlas

  • Deslocar-se e localizar na fonte a área de interesse: o utilizador pode realizar operações de ampliação utilizando o “Controlo de Mapa”, disponíveis no canto superior esquerdo de cada fonte, ajustando assim a visualização do mesmo, como mover-se, premindo o botão direito do rato.

  • Seleccionar a área que quer criar como mapa, premindo o botão esquerdo do rato. O modo como é efectuado a selecção depende das opções exibidas no “Controlo de Mapa”. Assim se a opção marcada for “grid disabled”, o utilizador tem a possibilidade de seleccionar áreas como dimensões específicas. Qualquer outra opção cria uma rede de quadrículas e a operação de selecção conforma-se às mesmas.

  • Seleccionar o nível apropriado de ampliação (zoom): pessoalmente aconselho que se comece por um nível 14, o qual poderá ir até 18 em caso de caminhada.

  • Adicionar a área seleccionada ao atlas, premindo o botão “Add selection”, localizado na secção “Atlas content”. Caso o formato de criação do mapa seja “Garmin Custom Map (KMZ)”, convém verificar o número de imagens/fracções que serão geradas, de modo a não exceder a dimensão máxima imposta pelo fabricante Garmin e que é de 100. Se for esse o caso, terá então que ser seleccionada uma área de menor dimensão ou um nível de ampliação menor.

(veja-se este caso, onde com um nível de ampliação de 14 se seleccionou toda a zona oriental de Marrocos)

  • Criar o Atlas, premindo o botão “Create Atlas”.

A aplicação gera automaticamente os mapas e a estrutura de pastas. Estas são posicionadas sob a pasta “atlases”.

Caso o utilizador tenha seleccionado o formato  “OziExplorer (PNG & MAP)” , é criada uma pasta por camada e, naquela, um par de ficheiros .png e .map por mapa.

Caso o formato de criação do mapa seja “Garmin Custom Map (KMZ)”, a pasta, bem como o ficheiro .KMZ que armazena, podem ser copiados então para a estrutura de pastas “GarminCustomMaps” do dispositivo GPS.

IV PASSEIO LANDLOUSÃ MARROCOS 2010

Boas.

De acordo com o Plano de Actividades de 2010, lá vamos nós a Marrocos entre Agosto e Setembro.

Será um percurso por Trilhos Emblemáticos de Marrocos, já que os sócios inscritos vão pela 1ª vez a Marrocos. Somos muitos, mas vamos animados, com o calor que vamos apanhar, com as Pistas cheias de pó e com os acampamentos, ponto forte para o convívio.

Qualquer informação landlousa@gmail.com

Inté.

EXPEDIÇÃO ANTI-ATLAS 2011

O Anti-Atlas será um dos próximos destinos em Junho de 2011.

O Anti-Atlas (Árabe: الأطلس الصغير) Ou Jebel Saghru ou Menor Atlas, é uma das cadeias de montanhas situada em Marrocos, como parte do montanhas do Atlas no noroeste da África. O Anti-Atlas estende-se desde o Oceano Atlântico no sudoeste, em direção ao nordeste, até Ouarzazate e mais a leste da cidade de Tafilalt (Total de uma distância de cerca de 500 km, 310 milhas quadradas). No sul, as fronteiras da faixa Sahara.

O ponto mais oriental do anti-Atlas é o Montanhas Djebel Sarhro.A sua fronteira a leste é definido por uma parte do Alto Atlas. Próximo de Ouarzazate, o maciço é cortado pelas Vale Draa, que abre para o sul. Neste caos de rochas, os contrastes são extremos: corre água em alguns lugares remotos, formando pequenas bacias. As aldeias são raras e  reduzidas a um punhado de pequenas casas rodeadas por palmeiras. O coração do Anti-Atlas é Tafraout, que para mim tem o souk mais genuíno de Marrocos.

Começamos a recolha de material, como pontos de interesse, histórias, património e os Waypoints do Gandini, sempre uma mais valia, para uma Expedição com êxito.