Autor: admin
“DICAS SOLTAS” – COMO UNIR TRAJECTOS EM ORUXMAPS
Existe, por vezes, a necessidade de unir os trajectos a percorrer ou já percorridos e que o utilizador foi catalogando e armazenando no seu dispositivo.
Vejam-se, por exemplo, os dois trajetos na imagem anterior e que para efeitos de navegação, gostariamos de os refazer e seguir como rota activa (única opção de trackback em OruxMaps).
Em Oruxmaps esta funcionalidade de união de trajectos está disponível e é de fácil manipulação. Assim, caso o utilizador pretenda unir dois ou mais trajectos deverá::
1. Aceder à janela de listagem e gestão de trajectos;
2. Seleccionar os trajetos a unir, atravé da caixa marcação à sua esquerda;
3. Utilizar o segundo botão mais à direita da janela de listagem e gestão de trajetos;
Os trajectos serão então unidos ao último seleccionado.
ANTI ATLAS 2011 – “SAvimbi” com o turbo “cassé”
ACÁCIAS EM FLOR VERSUS RIO ZÊZERE
Caro Sócio.
Acácia-mimosa (Acacia podalyriifolia) é uma árvore ornamental australiana cujo fruto em forma de vagem se forma entre os meses de setembro e outubro. Ela pode crescer até 6 m e também possui 4 m de diâmetro na sua copa arredondada cujas folhas prateadas são pequenas e semi-caducas. É muito conhecida pelas suas lindas flores amarelo-canário, que aparecem entre os meses de julho a setembro porque se adapta bem até em pequenos jardins. Embora seja uma planta magnífica, ela possui pouca resistência contra ventos e também é pouco longeva e de difícil transplante.
Versus
Rio Zêzere é um rio inteiramente português. Nasce na serra da Estrela, a cerca de 1900 m de altitude, junto ao Cântaro Magro. Ainda na zona da serra da Estrela, passa por Manteigas e próximo da cidade da Covilhã, seguindo depois para sudoeste, confluindo com o rio Tejo a oeste de Constância, após um curso de cerca de 200 quilómetros.
O rio Zêzere é o segundo maior rio exclusivamente português, após o rio Mondego. A sua bacia hidrográfica tem 5043 km² (dos quais 1056 km² pertencem ao rio Nabão). Os grandes desníveis, aliados ao volume de água (por vezes superior a 10.000 m³/s.), representam uma notável riqueza hidroeléctrica, aproveitada em três barragens (Bouçã, Cabril e Castelo de Bode), que produzem anualmente 700 milhões de kWh.
Caro Sócio, fica pois o convite da Landlousã, para disfrutar de belas paisagens, percorrer os tapetes amarelos de flor de acácia e sobretudo, conviver ao fim do dia na Praia Fluvial de Cambas, bem junto ao Zêzere e rodeado de acácias.
Haverá no final da tarde uma futebolada, tal como em 2008.
Fiquem bem.
“DICAS SOLTAS” – Converter mapas no formato Ozfx3 – OZIEXPLORER (10)
O formato Ozf (Ozf2 e Ozfx3) é um formato proprietário do OziExplorer. Aliás, é mesmo o formato preferencial para se trabalhar com mapas no OziExplorer CE ou no OziDroid (OziExplorer para plataformas Android).
Trata-se de um formato otimizado para dispositivos móveis (do tipo PDA ou smartphone) onde os recursos de memória são sempre reduzidos e não existe a possibilidade de carregar por inteiro a imagem do mapa, tal como sucederia em formatos gráficos comuns do tipo raster (png, jpeg, png, tiff, bmp).
No entanto, tem um problema de portabilidade para com outras aplicações, como sejam o CompeGPS ou o OruxMaps (por via do seu utilitário OrixMapsDesktop). Efetivamente, os mapas no formato OZF apenas são suportados diretamente pelo OziExplorer.
A sua utilização por outras aplicações exige sempre um trabalho de conversão intermédia (e que abrange o par de ficheiros .map e .ozfx3). Para esta operação podemos recorrer a dois utilitários:
- ozf2img (utilitário desenvolvido pelo eslovaco KlaMa e disponível em http://bogi.gpsforum.sk/tools/ozf2img.rar);
- DeMapper (disponível em http://www.terraperfecta.com/files/demapper.zip)
ozf2img.
Trata-se de uma ferramenta que funciona no modo de linha de comando (vulgarmente conhecida como aplicação a correr em janela de MS-DOS) e que deverá ser copiada para a mesma pasta onde se encontra o mapa constituído pela imagem ozfx3. A sintaxe da mesma é seguinte:
ozf2img -i<file>.map
O resultado do processamento é um ficheiro .png (Portable Network Graphics, formato gráfico surgido em 1996 para substituir o GIF).
DeMapper
O deMapper, ao contrário da ferramenta anterior, apresenta um interface gráfico. É de simples utilização. Basta ao utilizador seleecionar o(s) mapa(s) a converter, premindo para tal o botão “Choose Maps” e, depois, proceder à conversão através do botão “Decode Maps”.
O resultado do processamento é um novo ficheiros .png, localizado na pasta do(s) mapa(s) fonte.
Qualquer que seja a ferramenta utilizada, este novo ficheiro .png terá que ser associado ao ficheiro .map. Basta abrir através de um simples editor de texto e substituir na terceira linha o nome da imagem (de OZFX3 para PNG).







