OziDroid 1.11 beta: Nova versão de OziExplorer para de OziExplorer para plataformas Android

O OziDroid dispõe de uma nova versão Beta (1.11) desde o dia 8 de Março. Face à versão 1.10 traz as seguintes alterações:

  • Correcção de um erro que impedia o normal funcionamento da aplicação sobre a versão 4 do sistema operativo Android;
  • Suporte ao sistema de coordenadas geográficas ITM (Irish Transverse Mercator).
  • Correcção de erros .

O Ozidroid pode ser descarregado a partir da seguinte hiperligação: http://www.oziexplorer3.com/android/oziexplorer1-release.apk

MF 664»»»»»»»»»»MG POCINHO

Rio Côa.

“Rio português, afluente principal da margem esquerda do rio Douro. Nasce na Malcata, perto do Sabugal, na Serra de Mesas e desagua no rio Douro, alguns quilómetros a montante do Pocinho. Corre de sul para norte ao longo de um vale profundamente encaixado e, no seu troço terminal, a respetiva bacia hidrográfica está limitada a nascente pela ribeira de Águeda e a poente pela ribeira do Vale de Vila. No vale do Coa existem núcleos de gravuras e de pinturas rupestres. O escoamento anual médio é de 609,2 hm3, tem 23 bacias elementares e a área da bacia é de 2521,002 km2.”

Caros sócios, esta será a nossa proposta de actividade, numa zona com muitos pontos de interesse cultural.

Apoios logísticos.

– Camping do Freixial

EXPEDIÇÃO MARROCOS – CHOTT TIGRI 2012 (3)

A Expedição ao Chott Tigri, está delineada e com o percurso definido. São cerca de 3200 kms em Marrocos, com uma passagem pela orla mediterrânica até a Cala Iris, começando a descida para o Plateaux de Rekkan até Taourit, com passagem pela Pista de Montanha até Targuist.

Col du Nador, Source Ain-Hamra, Gorges de Oued Za, Col de Ayat, são alguns dos muitos pontos de interesse, que pretendemos visitar antes de entrar na zona Oriental de Marrocos.

As longas pistas dos planaltos até Figuig, são um desafio em que a navegação será a nossa aposta. As dunas de areia peganhenta, castanho ocre da zona dO Dayat Chott Tigri, serão a nossa zona de descoberta, já que as pistas são inexistentes. Vamos procurar encontrar o Monumento Comemorativo da Batalha de Chott Tigri e tirar partido da beleza da zona. Pretendemos chegar ao Dayat Lhajal, a partir do furo artesiano do Dayat Chott Tigri, onde as Pistas Q1 e Q1bis se encontram, fazendo assim um novo “track”.

Uma sequência de Bordj’s (Fortes) vão estar no nosso percurso. Os Bordj’s nesta zona Oriental de Marrocos e que se estende até ao Forte Flatters na Argélia, eram suportes de defesa da Legião Estrangeira. Contudo o modo de construção dos Bjord’s (Fortes), era diferente, enquanto em Marrocos o barro é a componente principal e como tal estão mais danificados com a água das chuvas, por exemplo o Forte Flatters, tinha uma construção mais resistente, em que a cal, já entrava na argamassa. Em 1993 estive de passagem por vários Fortes na Argélia e ainda havia muitos simbólos da Legião, com restos de mobília, sucata de viaturas e até documentos.

Bordj de Bell Frittas, Oglat Sedra, Bell Rhiada, El Ourak e outros mais estrão na nossa rota, havendo em alguns casos desvios de trajecto.

Figuig, merece uma visita mais cuidada e o Oásis de Figuig com o seu enorme palmeiral será uma das zonas a visitar. O comércio local e o artesanato de Figuig, são muito importantes, as pequenas lojas estão repletas de mercadoria, as farturas e so chás na esplanada vão permitir recuperar os 4×4 e o corpo.

De Figuig, tomamos a Pista Proibida até Mengoube Station para umas fotos, subindo depois por pista até ao Bordj Bel Rhiada até Talssinnt.

A Pista até Missouri, faz lembrar o velho Oeste Americano, “cogumelos” de arenito com centenas de metros de altura, saiem da planície, os Oueds secos permitem dar mais adrenalina a Expedição, já que desta vez o percurso do GPS permite outro tipo de navegação.

Midelt, Cirque de Jaffar, os grandes Lagos de Imilchill, a Pista de Tassent até Tasraft, (antiga Pista de Benni Mellal a Imilchill), Anergui e as Gorges de Assif Melloul, são as últimas Pistas do percurso. Depois o regresso por Bin Ouidane, Oued Zem até a Praia de Shkirat para uma banho de mar.

Depois o regresso a casa, pela via mais rápida até Sebta.

Bordj Tidarrine

Dayat Lhajal

E o que pretendemos encontrar

Gravuras Pré-históricas de Grand Ghilen, near Bel Ghiadia – N32 37.850 W2 53.550

E para aguçar o apetite

Chott Tigri versus Rekkan

“DICAS SOLTAS” – COMO CRIAR UMA ROTA EM ORUXMAPS A PARTIR DE PONTOS DE PASSAGEM

Existe por vezes a necessidade de projectar um percurso a partir de um conjunto de pontos de passagem (waypoints) que o utilizador foi catalogando e armazenando no seu dispositivo.

Em Oruxmaps esta funcionalidade está disponível em dois modos:

1. Carregar e apresentar no mapa os pontos de passagem , que servem assim de guia ao percurso a realizar.

Para tal, acedemos ao segundo botão mais à esquerda da barra de comandos que ocupa o topo do ecrã e seleccionamos a opção “Gerir”.

O utilizador passa a ter acesso à janela de gestão de pontos de passagem.

Aí, filtramos e marcamos os pontos  pretendidos. Damos por concluída a operação premindo o botão mais à esquerda que ocupa o topo da janela.

Os pontos de passagem seleccionados passam a ser visuailizados no mapa

2. Criar uma rota (route) a partir de um conjunto de pontos de passagem seleccionados.

Esta funcionalidade é obtida igualmente ao nível da janela de gestão de pontos de passagem.

O utilizador deve previamente seleccionar os pontos e depois premir o segundo botão mais à esquerda que ocupa o topo da referida janela.

Será então gerada uma rota unindo os pontos.

Para a versão 4.8.1 não é ainda possível adicionar e associar motivos gráficos (icons) específicos aos pontos de passagem.

EXPEDIÇÃO MARROCOS – CHOTT TIGRI 2012 (2)

Realizada a Travessia de Serpins a Freixo de Espada à Cinta via Lumbrales, as nossas atenções, viram-se a todo vapor para o estudo detalhado do percurso.

Source de Ain-Hamra

Menos de dois meses, para a Expedição a zona do Chott Tigri, zona que procuraremos “vasculhar” com todo o interesse, já que muitos motivos históricos e naturais estão ligados ao Chott Tigri, com a grande batalha com a Legião Estrangeira e o enorme manancial de água potável dos seus aquíferos, um dos maiores da África doi Norte. A textura da sua areia, do tipo “cola tudo” a sua cor ocre com tons de alaranjado, torna esta zona diferente. As dunetes e dunas que contornam todo o Chott vão “trajectadas”, de modo a construirmos um mapa Topo com mais pormenor.

O percurso até Ain Benimathar, cruza as montanhas do Rif, sempre em busca de trilhos, caminhos e pontos de interesse, como Coll du Nador, Estâncias Termais e Grutas naturais.

De Ain Benimathar até Chott Tigri, as pistas do Gandini são a nossa aposta, com uma descida até Iche, local com encanto e muitas boas recordações para o pessoal da Expedição de 2010. A Pista militar de Iche a Figuig é fabulosa, pela paisagens, pelos sítios de gravuras rupestres que existem ao longo do percurso e na parte fibal com a chegada a Figuig. O Palmeiral de Figuig está em vias de ser classificado como Património Natural da Humanidade.

Até Missouri a caravana seguirá uma rota pré-defenida, depois de Missouri as variantes serão estudadas dia após dia, sem presas e constragimentos, sempre com o lema “Devagar mas com estilo”.

Dayat Lhajal, near Ich

Inté.