TT RONDA POR CONDEIXA-A-NOVA

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Boas.

Este pequeno passeio – Ronda – tem como objectivo dar a conhecer a Serra de Janeanes, a Senhora do Círculo, as Buracas de Casmilo, o Moinho de Jeneanes o Marco da Pêga e não só.

É uma maneira de apreciar uma paisagem diferente em todos os aspectos.

Não venha sozinho, traga outro 4×4.

Road Book, no logo abaixo.

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ROTA DAS ALDEIAS DO XISTO – 2008

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Boas.

As  Aldeias do Xisto da Serra da Lousã são a mais importante valia do património arquictetónico da nossa Serra.

As Aldeias do Xisto da Lousã foram sujeitas a um projecto de reabilitação e construção de infraestruturas de modo a tornar mais acolhedoras e funcionais para os residentes e visitantes.

O que se pretende com esta Rota é dar a conhecer as Aldeias de Chiqueiro, Casal Novo, Talasnal, Aigra Velha, Pena, Aigra Nova e Comareira.

Portanto não perca esta oportunidade e visite a nossa Serra.

Road Book, no logo.

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Track, Aqui

Bom Passeio.

Inté.

CAMINHOS DE SANTIAGO EM 4X4

Pois é.

Como referi já temos data, será de 1 a 4 de Maio de 2008.

Mas a concentração do pessoal será no dia 30 de Abril à noite algures na Província de Leon.

Para quem quiser será um Passeio em autonomia total, eu espero fazer isto tendo como base a boa rede de Parques de Campismo e os Albergues do Caminho.

Inscrições para landlousa@gmail.com

Inté.

COMO COMECEI A GOSTAR DE LAND ROVERS

Pois é!

Quando tinha uns 12 ou 13 anos nas férias grandes lá ia eu para Malange, passar um mês de férias a casa da minha irmã Maria do Carmo. Era a mais velha e a única rapariga. Estava em Malange porque o marido era Engenheiro Agrónomo e após acabar o curso na Metrópole, foi para Angola estagiar sobre o cultivo e produção de algodão, na Cotonang se bem de recordo.

Malange era uma cidade moderna, com ligação rodoviária e ferroviária a Luanda, por comboio e automotora, A automora era mais rápida, saía de Luanda as 8.00 horas da manhã, parava na Canhoca para o almoço e chegava as 17.00 horas a Malange. Era uma viagem porreira.

Eu gostava bués de Malange, tinha bons parques, bons campos para a prática de desporto e sobretudo uma Rádio famosa, o Rádio Clube de Malange, altamente para a época, muito a frente podem crer.

Mas Malange tinha um Corte Inglês  “Os Grandes Armazens Planalto”, vendiam de tudo qual Paris, um tipo podia entrar nu e sair com o melhor fato e num bom carro.

Bem eu gostava mesmo de Malange e ainda hoje recordo os meus amigos do Bairro do Ferrovia, lá para os lados do velho hospital e junto a cadeia.

A minha mana dava aulas na Escola Industrial e o meu cunhado trabalhava no Instituto de Algodão de Angola – IAA -, que controlava toda a Baixa de Cassange, uma das maiores depressões de Angola com cerca de 90 000 kms2 e mais de 35000 agricultores nativos.

Ah pois, no IAA, havia bués de Land Rovers e sempre que ia a Malange lá ia eu com o meu cunhado ver as plantações de algodão, eram milhares de hectares de tudo branco, tudo algodão.

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Então cada viagem em autonomia total tinha a duração mínima de uma semana, lá iamos nós, num série II Truck Cab, com 200 litros de gasóleo atrás, alguma comida pelas picadas de Malange quase até a Lunda, com passagem por Xa Muteba, Tembo Aluma, Lureno e Milundo, onde um Chefe do Posto simpático nos dava guarida.

Em Milundo havia uma nascente de água importante, no fundo Milundo tinha o Posto Administrativo a direita no fundo do lugar e no cimo a Casa do Administrador, imponente, com os belos alprendres.

Eram muitos kms de pistas, atalhos, lama e trilhos, mas sempre a curtir, a uma velocidade certa por causa da chapa ondulada da pista ou trilho.

Mas o bom era de noite, ligava-se o farol de caça e picada fora a procura de uma gazela, pacaça, palanca ou hiena.

Eu era o “faroleiro” de serviço e quando se via no escuro da noite um brilho , lá estava uma peça de caça. O Meu cunhado parava o Land , apontava a carabina e com sorte tinhamos carne fresca para uns dias. No dia seguinte de manhã paravamos ao pé de uma sanzala, os nativos esfolavam o animal, nós ficavamos com uma carne para cozinhar e quase toda  a peça ficava para eles comerem.

Por norma , dormiamos em armazéns da Cotonang ou em pequenos comércios que existiam no meio do mato junto a alguma povoação ou lugar.

Nestes pequenos comércios adorava comer um arroz de peixe seco, era picante  mas saboroso.

Pois foi asim que comecei a gostar de aventura e dos Land Rovers.

Era bonito ouvir aquele barulho certo e afinado do Land Rover série II, adorava ver o amarelo e vermelho da ficha de ligação do farol e não só bem como do acelerador de mão, era bués de fixe.

Na foto em 1970 a caminho de Moçamedes para um Campeonato Provincial de Vela.

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Este texto não foi editado.