CAMINHADA – MINAS DE OURO DA CUF

O Património Industrial dos anos 20 encontra-se em “desconstrução” absoluta, nomedamente as Antigas Minas, que tiveram o seu colapso com o fim da 2.ª Guerra Mundial. Então, o volfrâmio e o tungsténio era uma forte moeda de troca e foi durante  muitos anos uma fonte de rendimento de muitas famílias. Em tempos a RTP, exibiu um série sobre o interesse do volfrâmio e do tungsténio das guerras que isso gerou nos meios rurais.

As Antigas Minas de Ouro da CUF são um desses exemplos, em que “na altura da miséria absoluta, andavam os povos serra acima, serra abaixo à procura do Ouro Negro”. Ainda hoje se ouvem muitos relatos de pessoas que escavavam as serranias à cata do volfrâmio e a fugir das autoridades, já, que era proibido pelo regime de então.

Hoje, encontramos um amontoado de edifícios junto de cada mina e é isso que pretendemos mostrar de uma forma simples e se possível com alguém que por lá andou.

O Programa é o seguinte:

Dia: 30 de Janeiro de 2010.

Hora: 10:30 Horas.

Duração da Caminhada: Cerca de 3:00 horas

Local de Encontro: Bombas Alves Bandeira ao Km 282.100 da N2, Lugar do Esporão, com as coordenadas  29 T 574764 E 4441880 N em UTM ou 40 07.509 N e 08 07.270 W.

Depois da concentração o “caminheiros” seguem para o Casa dos Cantoneiros onde se inicia a Caminhada.

Tragam bucha, calçado a prova de água ou botas de borracha, mais de um par de meias ou calças e máquina fotográfica. Não esquecer da boa disposição.

Esclarecimentos para landlousa@gmail.com.

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Inté.

Inscritos.

Rui Barata

João Duarte

Parola Gonçalves

Topé

Artur Ferrão

Rosa Maria Borges

Miguel Freitas

Carla Pereira

Paulo Barata

Rui Miguel Barata

Miguel Barata

Nuno Santos

Carlos Manuel

Fernando Cota

Joaquim Sousa

PEDESTRIANISMO E PERCURSOS PEDRESTES

Como complemento do Plano de Actividades para 2010, apresentamos as actividades de  Pedestrianismo e Percursos Pedrestes, cuja coordenação é da responsabilidade de Miguel Barata.

Janeiro – Minas de ouro da CUF

Fevereiro – Ascensão Nocturna “Pico da Urtiga “ (Lua cheia)

Março – Quedas de água da Ribeira das Quelhas

Abrir – Nos trilhos da Candeeira

Maio – Entre a Serra e o Mar

Junho – Vale Rossim – Espinhaço de Cão (acampamento de montanha)

Setembro – Brama dos Veados da Serra da Lousã   

Outubro – Pampilhosa da Serra – Barragem de Santa Luzia  

Novembro – Verão de São Martinho – Ecoturismo

Inté.

PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2010

O Plano de Actividades par o ano de 2010, de acordo com a aprovação em Assemblei-geral de 8 de Janeiro de 2010, é o seguinte.

PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2010

  • Janeiro – Caminhada de Inverno às Minas de Ouro da CUF
  • Fevereiro – Desafio da Bucha – Prova de Orientação e Navegação
  • Março – Encontro de Celorico da Beira
  • Abril – Rota das Cumeadas
  • Maio/Junho – Expedição Plateaux de Rekkan Marrocos
  • Setembro – IV Expedição Land Lousã Marrocos 2010
  • Outubro – 22,23 e 24 V Encontro Nacional Defender
  • Novembro – Verão de São Martinho
  • Novembro – Desafio Vasco Lima “Xanoc”
  • Dezembro – Presença no VI Extreme Riders, na Lousã
  • Dezembro – Natal Solidário com a Comunidade Juvenil Francisco de Assis

 E ainda:

  • Caminhadas, no último Fim de Semana de cada mês, excepto Julho, Agosto e Setembro;
  • Colocação de Land Caches na Serra da Lousã
  • Realização de Workshops de Orientação, Navegação e Mecânica, em cada trimestre;
  • Levantamento de um percurso por Road-book e GPS pelas Aldeias do Xisto, para a CM Lousã;

Navegação em tempo real com o Google Earth

Com a saída da versão 5.0 em Fevereiro de 2009, o Google Earth passou a suportar gratuitamente conexões a dispositivos GPS. No entanto, antes de abordarmos a ligação e navegação em tempo real com esta ferramenta temos que tomar atenção a alguns aspectos, com sejam:

  • Colocar o GPS a comunicar com o computador e com o Google Earth, dado que esta ferramenta apenas suporta os protocolos NMEA e Garmin USB PVT;
  • Assegurar que o datum utilizado na transmissão de informação pelo dispositivo GPS é WGS84;
  • Carregar informação da área a percorrer em “cache” (dispositivo interno ao sistema e que serve para acelerar o acesso a dados).

Efectivamente, à medida que um utilizador explora uma área pela primeira vez no Google Earth os dados são descarregados (download) a partir de uma conexão Internet e armazenados numa pasta de “cache” no disco rígido do PC. Assim, da próxima vez que o utilizador visitar a área, o Google Earth irá primeiro verificar se os dados existem em “cache” e (em caso afirmativo) carregá-los a partir dessa fonte. Esta cache pode ser alargada até aos 2 GB (menu “Ferramentas”, comando “Opções”).

Uma vez no campo, e a menos que o utilizador possua uma conexão à internet sem fios de banda larga (UMTS ou HSDPA, também conhecidos como 3G e 3.5G), o utilizador não vai ter a possibilidade de descarregar a informação cartográfica, pelo que o papel da “cache” se torna muito importante. É que sem conexão internet o Google Earth utiliza a informação armazenada para a dar a visualizar ao utilizador.

A configuração da recepção de informação do dispositivo GPS em tempo real na ferramenta Google Earth é bastante simples, basta aceder ao menu “Ferramentas”, comando “GPS”. Depois, temos que seleccionar o separador “Tempo real”, da caixa de diálogo com o título “GPS”. Aí encontram-se então as opções de configuração:

  • Seleccionar protocolo: Actualmente as escolhas estão limitadas aos protocolos NMEA (conexão através de um serviço porta série) e Garmin PVT.
  • Limite de importação de pontos de caminho: opção que determina o número máximo de pontos importados por recolha do dispositivo GPS.

             Quanto maior for o número de pontos mais exacta será a representação do trajecto realizado, mas também menor será a velocidade
             do computador. Ao invés, um número inferior pode resultar em dados mais rápidos, mas numa representação menos exacta.

  • Intervalo de recolha (seg.): opção que especifica a frequência de recolha de dados do dispositivo GPS.
  • Seguir automaticamente o caminho: caixa de marcação que, uma vez seleccionada, posiciona o centro do visualizador nas coordenadas correntes fornecidas pelo dispositivo GPS, e seguir o trajecto.

 

No final, basta premir o botão Iniciar. Surge então no ecrã o símbolo “Position” que indica a localização no mapa em tempo real. À medida que nos deslocamos, o caminho percorrido é também exibido.

Efectivamente o trabalho de configuração e interface com o dispositivo GPS é muito simples. Faz um bom trabalho à procura das portas, seja

  • Um receptor GPS que emite o output na Norma NMEA e que emparelha com o PC através do serviço de Porta Série Bluetooth;
  • Um Receptor GPS externo Garmin que emite no formato PVT, ligado por cabo USB.

 

Gerir Informação.

Agora o Google Earth está pronto a armazenar automaticamente (log) os pontos de localização fornecidos pelo receptor GPS à medida que nos deslocamos. Criam o trajecto percorrido. Este caminho, bem como a conexão ao GPS são armazenados na barra lateral e organizados sob a pasta “Locais temporários”.

Um vez terminado o trajecto este pode ser armazenado em ficheiro (formato KML). O utilizador deve então:

  • Seleccionar o item “Path”,
  • Premir o botão direito do rato e seleccionar o comando “Guardar local como…”