MAPC2MAPC – Parte 1 (características base e instalação)

MAPC2MAPC é uma ferramenta especificamente desenvolvida para manipular mapas digitais. Entre as principais funcionalidades temos:

  • Carregar mapas digitalizados (raster) e georeferenciá-los;
  • Carregar  georeferências dos mapas digitalizados em vários formatos e datums;
  • Visualizar mapas;
  • Cortar e redimensionar os mapas, preservando a sua georeferenciação;
  • Reprojectar os mapas;
  • Rodar os mapas para o Norte verdadeiro;
  • Ler e criar Mapas raster para Garmin (Garmin Custom Maps);
  • Ler ficheiros nos formatos “.sid” e “.jp2”;
  • Fundir, juntar mapas  ou criar camadas, independentemente da sua escala ou projecção;
  • Converter mapas de um datum para outro.

 

O MAPC2MAPC suporta já um grande número de formatos. Assim, esta ferramenta é capaz de ler e escrever nos formatos MAP (Ozi), JPR (Memory-map, Fugawi), GMI (GPSTuner), MCD (GPSMAPOS, GPSGO), CAL (Pathaway), TFW (Mapyx/Quo), KML, KMZ. Will also read GUX (GPSU) e IMP(CompeGPS). É ainda capaz de aceder ao utilitário MrSIDDecode para descodificar ficheiros armazenados no formato MrSID (multiresolution seamless image database), formato desenvolvido e licenciado pela LizardTech para codificar gráficos raster geoferenciados, como os ortofotos.

Apesar de lidar com vários datums, apenas reescreve o mapa no datum WGS84.

Requisitos e instalação

Actualmente o MAPC2MAPC encontra-se na versão 2.5.3. e é freeware.Esta ferramenta pode ser descarregada a partir da seguinte ligação:

http://www.the-thorns.org.uk/mapping/mapc2mapc.zip

O MAPC2MAPC pode ser executado sem problemas em plataformas MS Windows, nas versões Windows XP, Vista e 7.

Em versões mais recentes do sistema Opertaivo MS Windows (Vista e 7) têm sido reportados alguns erros de instalação e execução de controlos ActiveX:

  • ‘Component COMCTL32.OCX or one of its dependencies is not correctly registered’
  • ‘Component MSINET.OCX or one of its dependencies is not correctly registered’

 

Para estas versões, o utilizador deve instalar e posteriormente executar a ferramenta como administrador.

Se mesmo assim persistirem os problemas de instalação dos referidos controlos no sistema operativo é ainda possível ao utilizador proceder ao seu registo manual. Para tal tem que executar o utilitário “Linha de Comandos” em modo de administrador e dar os seguintes comandos:

  • regsvr32 -u comctl32.ocx
  • regsvr32 msinet.ocx

Nos próximos artigos iremos explorar:

  1. Funcionalidades do MAPC2MAPC;
  2. Particularidades do MAPC2MAPC, como sejam a criação de Garmin Custom Maps e utilização de sobreposição decamadas em mapas (overlays).

GPSBabel versão 1.40

Saiu em finais de Junho a nova versão (v. 1.40) do software de conversão GPSBabel. O GPSBabel é um programa totalmente livre que converte dados de GPS (waypoints, tracks e rotas) entre os formatos mais populares ao nível de dispositivos GPS e aplicações de informação geográfica.

Esta versão pode ser descarregada na seguinte hiperligação:
http://www.gpsbabel.org/download.html

A diferença que mais salta à vista é a do interface gráfico, uma vez que o mesmo foi totalmente redesenhado e simplificado, de modo a aparecer  ao utilizador de uma forma consistente, independentemente da plataforma em que é executado (MS Windows, Mac ou Linux). O interface foi programado em Qt, sistema multi-plataforma para o desenvolvimento de programas de interface gráfica criado originalmente pelos noruegueses da Trolltech (http://pt.wikipedia.org/wiki/Qt).

Entre as novidades:

  • Infra-estrutura de suporte multilingue (já se encontram disponíveis versões em alemão, espanhol, russo, francês e húngaro);
  • Suporte de novos formatos (a lista completa pode ser vista aqui: http://www.gpsbabel.org/news/20100620.html);
  • Filtros de informação a converter;

  • Capacidade de gerir extensões GPX da Garmin no que toca a dados de temperatura ambiente, ritmo cardiaco, profundidade e cadência;
  • Capacidade de lidar com transparência em modelos Nuvi 500 e Dakota da Garmin;
  • Preservar dos ícones de waypoints do OZIExplorer;
  • Suporte de segmentes de caminhos (tracks) em formatos como GPX, delbin, e Garmin (.gdb);
  • Melhor suporte da propriedade do “Controlo de Deslize de Tempo” (time slider, o qual permite visualizar informação temporal armazenada em tracks de forma sequencial) referente ao formato .KML do Google Earth, versões 4.0, 5.0 e superiores.

Presentemente não existe documentação de suporte para a versão 1.40, mas pode-se sempre recorre a manuais das versões anteriores (1.36 e 1.35),  disponíveis em: http://www.gpsbabel.org/readme.html

TYPViewer: Editor de ficheiros TYP (Mapas vectoriais Garmin)

Uma das potencialidades mais interessantes dos mapas vectoriais Garmin reside na capacidade que o utilizador dispõe de modo a criar os seus próprios símbolos gráficos para representar linhas, polígonos e pontos, substituindo assim os conjuntos fornecidos por omissão pela Garmin.

Estes símbolos gráficos são definidos num ficheiro especial designado TYP, o qual pode ser associado a mapas do utilizador, criando simbologias específicas.

No entanto, desenhar e codificar símbolos TYP no formato aceite pelo compilador de mapas cgpsmapper (http://landlousa.wordpress.com/2009/08/31/algumas-nocoes-sobre-os-mapas-vectoriais-carregados-nos-receptores-gps-da-garmin/) pode ser algo complicado, dado que aqueles são definidos segundo o formato XPM. E isto passa por:

  • Afectar cores a caracteres ASCII,
  • Digitar manualmente os caracteres ASCII de modo a compor uma imagem.

 

O que é o formato XPM?

X Pixmap ou XPM é um formato gráfico utilizado nos sistemas Windows. Foi desenvolvido em 1989 por Daniel Dardailler e Colas Nahaboo no Centro de Investigação da Bull.

Destina-se primordialmente à criação de ícones e suporta transparência da cor.

Um exemplo de como um símbolo gráfico (polígono) é representado em XPM pode ser visto a seguir:

A sua representação gráfica pode ser vista a seguir:

Felizmente existem ferramentas que simplificam tal processo de criação/edição dos símbolos TYP.

TYPViewer

O TYPViewer  é um editor/visualizador de ficheiros TYP. Suporta como fonte ficheiros TYP compilados (formato .typ) ou ficheiros TYP em texto. Permite ao utilizador visualizar os símbolos (pontos, linhas e polígonos), bem como os códigos ASCII (formato XPM) que lhe estão associados.

A versão 3.4.3 da aplicação TYPViewer pode ser descarregada a partir da seguinte ligação:

http://opheliat.free.fr/michel40/setupTYPViewer.exe

Esta aplicação não possui qualquer documentação de suporte e tem a dificuldade acrescida de apresentar todo o interface em francês.

Este interface básico apresenta-se dividido em duas grandes zonas:

  • A zona que contém as definições ou parametrizações específicas quanto ao modo de representar os objectos no mapa, estruturando-os internamente em secções;
  • A zona de visualização em formato XPM e modo gráfico do objecto seleccionado.

Assim, No canto superior esquerdo são definidos

  • o FID (Family ID) que associa o TYP ao mapa, bem como
  • o ProductCode que deve conter o valor 1 e o
  • CodePage (conjunto de caracteres em utilização e que normalmente assume o valor 1252 – Europa Ocidental).

 Seguem-se depois as áreas que permitem ao utilizador visualizar, adicionar ou redefinir o aspecto gráfico de:

  • Objectos do tipo polígono (quadrados com o máximo de 32 x 32 pixéis e 2 cores, representados quando necessário em mosaico);
  • Objectos do tipo linha (polyline), quer especificando os atributos cor e espessura, quer definindo uma imagem para a representação;
  • Objectos do tipo POI (no máximo de 24 x 24 pixéis e 254 cores), bem como o seu nome.

Em qualquer uma destas áreas é possível adicionar novos símbolos, modificar ou eliminar símbolos existentes, premindo respectivamente os botões “Ajouter”, “Modifier” e “Supprimer”.

Finalmente temos a secção relativa à “Draw Order”.Trata-se de uma secção que contém indicações para a representação de todos os objectos do tipo polígono contidos no mapa e não apenas aqueles que queremos parametrizar. É obrigatória e deverá listar todos os polígonos, mesmo que mais tarde não alteremos a sua apresentação gráfica, sob pena dos mesmos não serem representados no mapa.

Conforme o utilizador se desloca pelos símbolos é dada a visualizar nas áreas central a sua representação em formato XPM (caracteres ASCII) e direita em modo gráfico (bitmap). Se premir o botão “Modifier” ou premir o botão esquerdo do rato duas vezes sobre o símbolo tem-se acesso ao editor gráfico.

No caso dos objectos do tipo POI é ainda possível carregar imagens do tipo bitmap e convertê-las automaticamente para o formato XPM. Assim, o utilizador tem a possibilidade de criar símbolos num editor gráfico e utilizá-los posteriormente no ficheiro TYP.

Caso o utilizador esteja a utilizar como fonte um ficheiro TYP compilado (formato .typ)as alterações são armazenadas directamente.  Se se tratarem ante de  ficheiros TYP em texto, existe a opção de o compilar para um ficheiro TYP através do compilador cgpsmapper.

Mobile Atlas Creator – Parte 2 (operação)

O interface básico da aplicação Mobile Atlas Creator (MOBAC) apresenta-se dividido em duas grandes zonas:

  • A zona de visualização da fonte, a partir da qual serão extraídas áreas que darão origem a mapas;
  • A zona de controlos que permitem ao utilizador gerir as propriedades do mapa a criar.

Os mapas são organizados nesta aplicação como “atlas”. Segundo a lógica do MOBAC, à semelhança do Trekbuddy, um atlas é um conjunto de mapas, organizado em diferentes camadas. Uma camada pode conter várias mapas e pode representar um nível de ampliação (zoom)/detalhe ou um tipo de mapa.

É aconselhável o utilizador definir, antes de mais o formato em que quer criar o mapa. Para tal basta abrir a caixa de combinação “Format” da secção “Atlas Settings”:

Como já o dissemos o MOBAC tira partido de informação do tipo Raster, capaz de ser utilizada em aplicações como o OziExplorer ou em dispositivos Garmin Dakota, Oregon e Colorado, através dos denominados “Custom Maps” e com um formato KML/KMZ (Keyhole Markup Language e Keyhole Markup Language zipped, formatos já de si nativos do GoogleEarth).

Assim, para o utilizador criar mapas compatíveis com a aplicação OziExplorer deve seleccionar a opção “OziExplorer (PNG & MAP)”. Dado que o OziExplorer não suporta mapas compostos por várias imagens ou fracções (tiled maps), algumas características são ignoradas no processo de criação dos mapas.

Ao nível do OziExplorer são produzidos mapas compostos por um par de ficheiros com as seguintes características:

  • Imagem no formato PNG (Portable Network Graphics) com 24 bits de profundidade;
  • Ficheiro de calibragem do mapa (métricas GPS) no formato .map.

 

É preciso ter em atenção que o MOBAC pode produzir imagens neste formato que atingem grandes dimensões, tornando lento o seu carregamento.

Para criar “Custom Maps” utilizáveis em dispositivos Garmin o utilizador deve seleccionar o formato “Garmin Custom Map (KMZ)”.

Neste formato será gerado um ficheiro .KMZ por camada, contendo até um máximo de 100 imagens/fracções no formato JPEG. Dado que a Garmin define como dimensão máxima para as imagens constituintes de um “Custom Map” 1024×1024 pixéis, as imagens são automaticamente redimensionadas sempre que se revelarem maiores.

O utilizador tem à partida a possibilidade de controlar a dimensão máxima do mapa, prevenindo, pois, tais operações de redimensionamento. Para tal deve-se pressionar o botão “Settings”, o qual dá acesso a uma caixa de diálogo com o mesmo nome. A dimensão máxima do mapa é definida no separador “Map size”.

Os passos para a criação de mapas nesta aplicação são bastante simples:

  • Seleccionar a fonte a partir do qual serão criados os mapas.

  • Dar um nome ao atlas

  • Deslocar-se e localizar na fonte a área de interesse: o utilizador pode realizar operações de ampliação utilizando o “Controlo de Mapa”, disponíveis no canto superior esquerdo de cada fonte, ajustando assim a visualização do mesmo, como mover-se, premindo o botão direito do rato.

  • Seleccionar a área que quer criar como mapa, premindo o botão esquerdo do rato. O modo como é efectuado a selecção depende das opções exibidas no “Controlo de Mapa”. Assim se a opção marcada for “grid disabled”, o utilizador tem a possibilidade de seleccionar áreas como dimensões específicas. Qualquer outra opção cria uma rede de quadrículas e a operação de selecção conforma-se às mesmas.

  • Seleccionar o nível apropriado de ampliação (zoom): pessoalmente aconselho que se comece por um nível 14, o qual poderá ir até 18 em caso de caminhada.

  • Adicionar a área seleccionada ao atlas, premindo o botão “Add selection”, localizado na secção “Atlas content”. Caso o formato de criação do mapa seja “Garmin Custom Map (KMZ)”, convém verificar o número de imagens/fracções que serão geradas, de modo a não exceder a dimensão máxima imposta pelo fabricante Garmin e que é de 100. Se for esse o caso, terá então que ser seleccionada uma área de menor dimensão ou um nível de ampliação menor.

(veja-se este caso, onde com um nível de ampliação de 14 se seleccionou toda a zona oriental de Marrocos)

  • Criar o Atlas, premindo o botão “Create Atlas”.

A aplicação gera automaticamente os mapas e a estrutura de pastas. Estas são posicionadas sob a pasta “atlases”.

Caso o utilizador tenha seleccionado o formato  “OziExplorer (PNG & MAP)” , é criada uma pasta por camada e, naquela, um par de ficheiros .png e .map por mapa.

Caso o formato de criação do mapa seja “Garmin Custom Map (KMZ)”, a pasta, bem como o ficheiro .KMZ que armazena, podem ser copiados então para a estrutura de pastas “GarminCustomMaps” do dispositivo GPS.

Mobile Atlas Creator – Parte 1 (características e instalação)

Existem várias aplicações para visualizar mapas, tais como o Google Maps, Google Earth ou Microsoft Maps, mas que têm o inconveniente de dependerem de uma conexão de dados (ligação internet).

O Mobile Atlas Creator, também conhecido como TrekBuddy Atlas Creator, é uma aplicação open source que permite resolver aquele problema ao deixar o utilizador criar mapas offline, passíveis de serem utilizados por aplicações em smartphones ou PDA’s, dotados sistemas operativos Android ou Windows Mobile.

Assim, esta aplicação acaba por ter vantagens como :

  • Rapidez de visualização dos mapas
  • Funcionamento em zonas sem cobertura de rede de dados
  • Possibilidade de combinação de ortofotos, como os que são extraídos do Google Maps, com cartografia topográfica detalhada, onde são exemplos os mapas calibrados para OziExplorer.

 

Fontes de mapas

O Mobile Atlas Creator suporta já um grande número de fontes:

  • Google Maps
  • Google Map Maker
  • Google Maps China (Ditu)
  • Google Maps Korea
  • Google Earth
  • Google Hybrid
  • Google Terrain
  • Yahoo Maps
  • OpenStreetMap Mapnik
  • OpenStreetMap Osmarenderer
  • OpenStreetMap Cyclemap
  • OpenStreetMap Public Transport
  • OpenStreetMap Hiking
  • Microsoft Maps
  • Microsoft Maps China
  • Microsoft Virtual Earth
  • Microsoft Maps/Earth Hybrid
  • Outdooractive.com (Germany, Austria, South Tyrol)
  • AustrianMap
  • Multimap.com
  • Cykloatlas
  • Freemap Slovakia
  • Terraserver-USA
  • UMP-PC.pl
  • DoCuleu.pl
  • Emapa.pl
  • OpenPisteMap
  • Turaterkep (Hungary)
  • NearMap Australia
  • Humbermedia Bavaria
  • StatKart Norway Topographic
  • Eniro.com map/aerial/nautical (Sweden, Norway, Finland)
  • Ovi/Nokia Maps
  • Bergfex (Austria)

Os mapas para serem trabalhados como fonte pelo Mobile Atlas Creator necessitam de respeitar certos requisitos. Muitos destes são incompatíveis. A lista completa pode ser encontrada aqui:

https://trekbuddyatlasc.svn.sourceforge.net/svnroot/trekbuddyatlasc/trunk/MOBAC/misc/Incompatible%20maps.txt

 

Características base

 O Mobile Atlas Creator permite ao utilizador criar mapas offline para um vasto conjunto de aplicações e dispositivos GPS:

  • TrekBuddy;
  • AndNav;
  • RMaps (formato SQLite);
  • BigPlanetTW (formato SQLite);
  • Mobile Trail Explorer;
  • Maverick;
  • OSMtracker;
  • Glopus;
  • CacheBox;
  • Magellan RMP;
  • Garmin Custom Map (formato KMZ);
  • Touratech QV; e
  • OziExplorer.

 São ainda funcionalidades do Mobile Atlas Creator:

  • A criação de conjuntos de mapas, provenientes de várias fontes e resoluções;
  • O descarregar e armazenar local das quadrículas seleccionadas dos mapas, bem como a definição de mecanismos de actualização automática daquelas a partir das actualizações ocorridas nos próprios mapas
  • Suporte de ligações em rede que utilizem servidores proxy.

Ao nível do OziExplorer são produzidos mapas compostos por um par de ficheiros com as seguintes características:

  • Imagem no formato PNG com 24 bits de profundidade;
  • Ficheiro de calibragem do mapa (métricas GPS) no formato .map.

 

Requisitos e instalação

O Mobile Atlas Creator é uma aplicação escrita em Java e,como tal, pode ser executada num variado espectro de plataformas, como sejam o MS Windows, UNIX/LINUX, MAC OS.
O Mobile Atlas Creator tem como requisitos para a sua execução:

  • Java Runtime Environment Version 6 Update 14, ou superior;
  • Ligação à Internet ;
  • 512 Mb de memória RAM ;

 Actualmente o Mobile Atlas Creator encontra-se na versão 1.7. Este pode ser descarregado a partir da seguinte ligação:

https://sourceforge.net/projects/trekbuddyatlasc/files/Mobile%20Atlas%20Creator/MOBAC%201.7/Mobile%20Atlas%20Creator%201.7.zip/download

Para arrancar a aplicação bastar invocar o ficheiro “Mobile Atlas Creator.exe” num ambiente MS Windows ou o ficheiro “start.sh”, em ambiente Linux / Unix.

Da primeira vez que é executada a aplicação, todos os ficheiros e pastas necessários são automaticamente