Este “Post” tem a particularidade de alertar os nossos sócios e não só, para os perigos que um Track ou percurso (partilhado ),pode ter se não forem tomadas algumas precauções, nomeadamente em Passeios ou Expedições em zonas remotas ou pouco acessíveis.
Track, é como sabem um rasto constituído por uma série de pontos, que permitem definir um percurso entre dois ou mais pontos. Esses pontos podem ser estabelecidos em função do tempo, da distância ou de ambos.
Hoje em dia, com a difusão da internet, é possível ter acesso a milhares de “tracks partilhados” de todo o mundo. Mas, a maioria deles enferma de falta de informação fundamental para que uma Expedição ou um simples Passeio, por exemplo, ao norte de África possa vir a ser uma tragédia.
Assim é fundamental ter em conta as seguintes, 10 avaliações de risco:
- A data da realização do percurso no terreno;
- O número de pontos gravados do percurso;
- A qualidade do “partilhador” do percurso, que pode ser avaliada pelo nº de seguidores e pela descrição do percurso;
- A classificação do grau de dificuldade do percurso, que pode variar entre “fácil” a “só para experientes”;
- A leitura e análise atenta do percurso no Google Earth;
- O tipo de meio motorizado que efectuou o percurso, mota, BTT ou 4×4;
- A compatibilidade do percurso com a sua abertura em Programas como o Mapsource ou Oziexplorer;
- A extensão do percurso e os principais pontos de interesse, como bombas de combustível;
- Pontos de “Check Point”, nomeadamente nas linhas de fronteira;
- A cartografia que tem instalada no equipamento e a qualidade do GPS em termos de perdas de sinal. Continuar a ler “PERCURSOS (TRACKS) VERSUS AVALIAÇÃO E PREVENÇÃO DE RISCOS”


