Suplementos para o TomTom: Tripmaster e Offroad v3

Existem dois suplementos (add-ons) muito úteis para os utilizadores do TomTom navcore, versões 8 e 9:

MAPAS RASTER E MAPAS VECTORIAIS (CARACTERÍSTICAS DAS IMAGENS VECTORIAIS)- PARTE III

Com o presente artigo, centrado sobre as características das imagens do tipo vectorial, terminamos a análise aos formatos gráficos.

Principais características dos formatos vectoriais:

  • Qualquer imagem neste formato pode ser composta dezenas ou centenas de objectos individuais.
  • Cada um destes objectos pode ser controlado individualmente. Ao mesmo tempo, todas as operações que podem ser feitas sobre um único objecto, também podem ser aplicadas a grupos de objectos. Desta maneira, conjuntos extremamente complexos de objectos podem ser manipulados com grande facilidade.
  • De uma forma muito simples, podemos incluir um programa como o Powerpoint da Microsoft na categoria dos programas de desenho vectorial. Muito embora ele esteja orientado para a área das apresentações, as ferramentas de desenho e controlo que disponibiliza permitem levar a cabo a manipulação vectorial
  • A estes formatos costuma ser associada uma enorme precisão na manipulação de objectos. O software de desenho técnico (algum do qual também é chamado software CAD, de Computer–Aided Design), para as áreas da mecânica, da electrónica e da arquitectura, por exemplo utiliza exclusivamente formatos vectoriais.

As imagens seguintes mostram exemplos de uso de imagens do tipo vectorial nestes contextos.

 

Exemplo de imagem gerada em software CAD. Trata-se de um modelo poligonal de uma nave espacial da classe Space Shuttle. Este género de esquemas serve depois como base para simulações de comportamento aerodinâmico e para análise de fluídos.

Fonte: http://www-berkeley.ansys.com/examples/aerospace/aero_1.htm

 

Dois exemplos da utilização de software CAD em domínios relacionados com a arquitectura. Neste caso trata-se de duas perspectivas do mesmo esquema de uma instalação AVAC (Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado).

  • Para os ambientes web, o World Wide Web Consortium (W3C) recomenda a utilização do formato vectorial SVG, ou Scalable Vector Graphics. Muito embora esta organização já tenha investido um esforço considerável no desenvolvimento e aperfeiçoamento do formato, ele ainda não é suportado integralmente pela maior parte dos browsers existentes.

A imagem seguinte mostra um dos efeitos que é possível gerar dentro da janela de um browser, apenas com comandos SVG:

 

Exemplo de imagem gerada a partir de código SVG, tal como aparece no browser Firefox. Este é um dos exemplos da Test Suite de SVG disponibilizada pelo W3C (livremente disponível em http://www.w3.org/Graphics/SVG/Test/).

Em baixo pode ser visto um excerto do código SVG responsável pela criação da imagem:

<filter id=”BlendNormal” filterUnits=”objectBoundingBox” x=”0%” y=”0%” width=”100%” height=”100%”>
         <feFlood in=”BackgroundAlpha” flood-color=”#0f0” flood-opacity=”0.5” result=”img1”/>
         <feBlend in2=”img1” in=”SourceGraphic” mode=”normal”/>
</filter>
         <filter id=”BlendMultiply” filterUnits=”objectBoundingBox” x=”0%” y=”0%” width=”100%” height=”100%”>
         <feFlood in=”SourceGraphic” flood-color=”#0f0” flood-opacity=”0.5” result=”img2”/>
<feBlend in=”SourceGraphic” in2=”img2” mode=”multiply”/>
</filter>

  • Outras soluções para a web podem passar pela simples conversão das imagens vectoriais para versões bitmap e pela utilização do formato Flash (muito embora este não tenha sido criado a pensar em desenho técnico).

Como exemplo de utilização de um e de outro formato, poderemos considerar a preparação da imagem institucional de uma entidade. Se ela quiser manipular uma fotografia da sua sede, com vista à sua inclusão numa publicação impressa ou numa página web, deverá utilizar um formato de imagem do tipo bitmap. Se quiser definir correctamente o seu logotipo, com vista à sua reprodução impressa com exactidão, deverá utilizar um formato vectorial. No entanto, se quiser colocar o mesmo logotipo numa página web, deverá antes converter para bitmap uma representação vectorial dele no tamanho escolhido.

A tabela que apresentamos a seguir mostra os principais formatos gráficos vectoriais disponíveis. Alguns destes formatos assumem uma importância extremamente grande, pelas possibilidades de troca de informação que abrem (caso dos formatos PostScript, DWG e SWF, por exemplo).

WORKSHOP SOBRE MECÂNICA LAND ROVER DEFENDER TD5

Sendo o DEFENDER, um dos  modelos da Land Rover, com mais popularidade, merece da nossa parte, um Workshop, para abordar as situações preventivas de possíveis avarias ou falhas mecânicas e não só.

Assim entendemos organizar um Workshop de Mecânica no dia 13 de Março de 2010, com o seguinte Programa.

Local: Aeródromo da Lousã

Horário: Das 10.30 Horas às 17.30 Horas

Monitor: Paulo Bré

Serão abordados os temas abaixo indicados e outros que motivem o interesse durante o Workshop. Durante a sessão o Ti Bré apresentará as peças que por desleixo ou má utilização, tiveram que ser substituídas, bem com as vantagens em pequenas alterações para aumentar a fiabilidade dos Defender’s Td5.

Falhas frequentes
(Interruptor luzes; Travão de mão; Bomba embraiagem e travões; água no habitáculo; Folgas tirantes e cubos; farolins; caixa direcção; detector humidade gasóleo, cablagem injectores, regulador de pressão do gasóleo, sensor da cambota, EGR, wastegate, etc)

Microcat; Workshop Manual , Nanocom

Equipamentos e manutenção
(manilhas; guincho; bloqueios; CB; Hi-Lift; cintas; pontos de recuperação, protecções; impermeável; galochas; luvas; roldana; manómetro pneus; ferramentas)
Lavagem e lubrificação

Condução fora de estrada (conduta TT; bloqueios diferencias; caixa de transferência).

Inscrições e escalrecimentos para landlousa@gmail.com.

A inscrição é gratuita.

Fiquem Bem.

WAYPOINT’S IMPORTANTES DE MARROCOS

Boas.

Deixamos aqui ficar uma série de waypoints que podem definir tracks ou rotas em Pistas fidedignas realizadas tanto po J. Gandini ou Chris Scott.

É um trabalho cansativo, que vamos fazendo de acordo com as zonas que pretendemos “descobrir”.

Estes wpt’s, permitem saber pormenores importantes como, se são ou não “DPM”, “Oranginas”, locais de “Bivouac” e outras informações credíveis.

Aos poucos vamos avançando e “partilhando”.

Gandini Tomo I, AQUI.

Gandini Tomo II, AQUI.

Gandini Tomo IV, AQUI.

Chris Scott, AQUI.

Fiquem bem.

Inté

EXPEDIÇÃO MARROCOS 2010 – PLATEAUX DE REKKAM, ICHE E FIGUIG (3)

Boas.

Mais uma incurssão em Marocos, desta vez pelo Rif e pela  zona Oriental, atravessando o Planalto de Rekkam. A data prevista é de 21 de Maio a 3 de Junho, podendo se quisermos esticar a Expedição até ao dia 5 de Junho.

O Programa Base está feito, tendo em atenção alguns Parques Naturais, a famosa Linha Férrea “MN”, o Chott Tigri, o Oásis de Figuig e a travessia de Debdou a Iche pelo Planalto de Rekkam. Iche fica a paredes meias com a Argélia e Figuig tem um Posto Fronteiriço a cerca de 2.00 Kms. Figuig tem um dos maiores mananciais de água subterrânea de Marrocos e é famosa pelo seu Oásis.

O percurso da Costa Mediterrânica até Nador, com visita às Torres de Alcalá, Cabo das Três Forcas, Penõn de Velez da la Gomera e Cabo  L’ Eau com vista para as Ilhas Chafarinas.

O percurso com base no Topo Maroc V2 da Garmin é:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Xaqi-q3t9xs]

O percurso com base em Cartografia 1:25 000é:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=S4o7ECRICsE]

A Rota Base será ESTA.

Inté