ERFOUD VERSUS PLACA CITROEN VERSUS GEISER BORJ-YERDI

Boas.

Próximo de Erfoud, há dois pontos de interesse, que por norma o pessoal desconhece e não visita, seja a “Placa ou Lápide Citroen” e o Geiser de Borj-Yerdy.

A Placa ou Lápide Citroen, é o reconhecimento pela morte de um piloto que morreu numa emboscada em 1933, quando estava a realizar a 1ª Travessia automóvel do Sahara até ao Níger. A Placa ou Lápide é em granito, está situada junto ao Oued Zerzel e tem as coordenadas N 31º 37,004 e W 04 03.116′.

“BOUCHE Marius-Louis 1898-1933
Ses amis et les établissements CITROËN”Cette stèle en granit, que certains ont vainement tenté de détruire, commémore l’endroit où un représentant du garage France-Auto de Casablanca, concessionnaire de la marque Citroën, fut assassiné au cours d’une embuscade sur la piste où les malfaiteurs avait creusé une tranchée pour l’arrêter. Le véhicule fut ensuite brûlé.
C’est grâce à Pascal Marchal, organisateurs de raids au Maroc, féru d’histoire marocaine contemporaine qui, intrigué par cette stèle, s’est adressé aux archives de la Société Citroën, qui lui ont fait parvenir copie d’une revue intérieure d’époque (Bulletin Citroën n°106 de Juillet 1933) relatant l’événement.”

O Geiser de Borj-Yerdi, é uma nascente de água salobra que jora a água a alguns metros de altura, tornando um motivo de interesse, Basta um pequeno desvio e da N 13 e com uma paragem agradável temos mais um motivo de interesse, cuja coordenadas são N 31º 33,097′ e W 04 11,775′.

Ficam pois estes motivos de interesse. Mais uma dica LandLousã.

PLANO DE ACTIVIDADES PARA 2011

O Plano de Actividades para os Sócios do CPTTTSL “LandLousã” é o seguinte:

  • Janeiro – Reconhecimento da Travessia Lousã à Alcántara;
  • Fevereiro – Dia 19 – Passeio TT com a Casa de Pessoal dos HUC;
  • Fevereiro – Dia 26 – Caminhada pela Serra da Lousã;
  • Março – Dia 5 – Workshop sobre GPS, Navegação e Oziexplorer na Lousã;
  • Março – Dias 6, 7 e 8 – Travessia Lousã à Alcántara;
  • Abril – Dias 22, 23, 24 e 25 – Travessia da Lousã a Salamanca;
  • Abril – Dia 30 – Desafio Vasco Lima;
  • Maio – Dias 21 e 22 – Caminhada pelo Espinhaço de Cão com acampamento no Covão da Ponte;
  • Junho – Dias 10, 11 e 12 – Travessia do Barlavento Algarvio 2011, com A Malta dos Jipes;
  • Junho/Julho – Dias 23 a 9 – Expedição ao Anti-Atlas e Sahara Ocidental;
  • Agosto – Dias 13 a 21 – V Passeio a Marrocos – Morocco Kids;
  • Setembro – Dias, 23, 24 e 25 – Travessia Lousã a Penamacor;
  • Outubro – Dias 21, 22 e 23 – VI Encontro Nacional Defender;
  • Novembro – Dia 12 – Verão de São Martinho – Caminhada com Magusto
  • Dezembro – Dia 3 – Rota dos Castanheiros pela Serra da Lousã;
  • E ainda:

      Colocação de Land Caches na Serra da Lousã, Rota dos Mirantes e Rota dos Sabores.

      Realização de Workshops de Orientação, Navegação e Mecânica, em cada semestre

      Colaboração com diversas entidades no âmbito da mecânica e Navegação GPS

      Colaboração com os Baldios da Lousã e outras Entidades.

Qualquer uma das actividades, pode não ser realizada, por motivo imprevisto ou de força maior.

Inté.

OruxMaps: Navegação 4×4 em Android (Parte IV – Mapas offline)

Explorados que foram o interface, funcionalidades e utilização de fontes de mapas online, este artigo encerra o tema OruxMaps com a abordagem  à criação de mapas offline a partir de imagens raster ou da utilização do Mobile Atlas Creator (MOBAC):

O primeiro dos métodos de preparação e obtenção  de mapas para OruxMaps requer uma aplicação adicional. Trata-se de OruxMapsDesktop, disponível a partir da seguinte hiperligação:

http://www.oruxmaps.com/OruxMapsDesktop.zip

Dado que se trata de uma aplicação em Java, o OruxMapsDesktop tem como pré-requisito a instalação da máquina virtual de Java. Esta, está disponível em:

http://www.java.com/pt_BR/download/

OruxMapsDesktop

O OruxMapsDesktop é uma aplicação que tem por objectivo a conversão de imagens raster geo-referenciadas (ou não) num formato compatível com OruxMaps.

Os mapas podem ser gerados a partir de duas fontes:

  • Mapas calibrados para OziExplorer (.map), kap, tfw, jpw ou geotiff (sendo que este último formato exige ainda a instalação das Java Advanced Imaging Image  I/O tools: https://jai-imageio.dev.java.net/binary-builds.html);
  • Imagens raster e o conhecimento de, pelo menos, duas coordenadas das mesmas.

 

Partindo de uma imagem geo-referenciada, por exemplo no formato OziExplorer (o qual, lembramos, é formado por um par de ficheiros), há que seleccionar então o ficheiro com os dados de geo-referenciação (ficheiro .map), premindo o botão “Calibration File” e, desde que se encontre na mesma pasta, a imagem será carregada automaticamente.

As coordenadas relativas aos pontos utilizados para geo-referenciar a imagem, bem como o datum e o método de projecção em que aquela se encontra são igualmente carregados.

O utilizador apenas tem que se preocupar em definir :

  • O nome do mapa a criar para OruxMaps,
  • A pasta onde será criado,
  • O formato gáfico da imagem a produzir.

 

Depois, basta premir o botão “Create Map”. Caso o utilizador já possua o mapa e pretenda apenas reconstruir os dados  de geo-referenciação deverá activar a caixa de marcação “Only otrk2 file”.

Se se partir apenas de uma imagem, o utilizador tem que introduzir manualmente a seguinte informação:

  • Seleccionar e carregar a imagem a geo-referenciar, premindo o botão “Image File”;
  • Definir o método de projecção utilizado na geração da imagem;
  • Definir o datum em que serão carregadas as coordenadas dos pontos de calibragem;
  • Carregar, pelo menos, dois pontos (separados e na diagonal).

 

A pasta obtida a partir do OruxMapsDesktop e que contém o mapa acabado de criar deverá ser copiada para “oruxmaps/mapfiles”, no dispositivo Android. Aqueles, poderá então ser seleccionado na opção “Browse Maps”, disponível no ecrã de abertura.

O OruxMapsDesktop possui ainda um conversor por lote (“batch converter”) de imagens geo-referenciadas. Para já encontra-se limitado ao formato OziExplorer.

Há, no entanto, que ter alguns cuidados, pelo que o utilizador deverá:

  • Coloca os mapas “fonte” a converter na mesma pasta de origem;
  • Definir uma pasta de destino vazia, de modo a evitar sobreposições de mapas, já que se trata de um processo automático.

 

Através do separador “Calculator” são disponibilizados ao utilizador mecanismos de conversão de coordenadas:

  • UTM para Latitude/Longitude e vice-versa;
  • Entre Datums específicos e o Datum WGS84;
  • Entre o sistema Swiss Grid e o Datum WGS84.

 

Mobile Atlas Creator

Através do Mobile Atlas Creator é possível criar directamente mapas no formato aceite pelo OruxMaps.

O Mobile Atlas Creator pode ser descarregado pelo utilizador a partir da seguinte hiperligação:

http://mobac.dnsalias.org/

A versão a descarregar deverá ser a 1.8 ou superior, já que é somente a partir daquela que estão contemplados os formatos OruxMaps.

Há ainda que ter o cuidado para definir sempre a dimensão máxima do mapa a criar com o Mobile Atlas Creator. Esta operação é levada a cabo através da opção “Settings”, separador “Map Size”,  e evita a geração de maps impossíveis de serem lidos pelo OruxMaps.

Depois, há apenas que copiar os mapas gerados pelo Mobile Atlas Creator para o dispositivo Android (pasta “oruxmaps/mapfiles”).

TRAVESSIA DA LOUSÃ A SALAMANCA DE 22 A 25 DE ABRIL

Boas.

Já estamos a trabalhar no reconhecimento da Travessia da Lousã a Salamanca. Já projecto de track, através de percursos por nós já realizados e pela conjugação de diversa cartografia disponível como Cartas Militares e mapas Topo da Garmin, quer de Portugal quer de Espanha.

Será uma Travessia pelas Cumedas das Serras da Lousã, Açor e Estrela. Depois do Covão da Ponte, Videmonte e o Rio Côa com os seu Vale pedregoso. A entrada em Espanha será por Nave de Haver, junto ao Marco 559, percorrendo-se depois os trilhos da planície de Salamanca.

Fica mais uma actividade para os sócios da LandLousã e como sempre em Autonomia Total.

Inté.

Inscritos

  1. Parola Gonçalves
  2. Rui Rodrigues
  3. Jorge Pinto
  4. Carla Lexandra
  5. Nuno Santos
  6. Nuno Marques
  7. Luís Filipe Vieira