img2typ: Ferramenta de extração de símbolos de mapas Garmin e criação de ficheiros TYP (mapas vectorias Garmin)

A ferramenta img2typ, permite a verificação e extração dos símbolos (objectos do tipo linha, polígono e ponto) de um mapa Garmin já compilado (.img).

É, pois, possível extrair aqueles símbolos que temos interesse e depois combinar os mesmos com outros, criando assim ficheiros TYP específicos.

Estes, podem depois ser editados através do editor TypWiz.

A ferramenta img2typ pode ser descarregada a partir da seguinte hiperligação:

http://pinns.co.uk/osm/img2typ.html

De utilização muito fácil, apenas temos que abrir o mapa.

A ferramenta tem a capacidade de pesquisar ficheiros IMG, bloqueados ou não, embora se encontre limitada pela dimensão. Não suporta ficheiros com uma dimensão superior a 25 Mb.

É criada uma lista de tipos embebidos no ficheiro.

Aqui podemos ver os mesmos no editor TypWiz.

Finalmente temos a secção relativa à “Draw Order”.Trata-se de uma secção que contém indicações para a representação de todos os objectos do tipo polígono contidos no mapa e não apenas aqueles que queremos parametrizar. É obrigatória e deverá listar todos os polígonos, mesmo que mais tarde não alteremos a sua apresentação gráfica, sob pena dos mesmos não serem representados no mapa.

A configuração original relativa à “Draw Order” dos polígonos é mantida.

O utilizador para gerar um novo ficheiro TYP (formato já compilado) necessita de instalar previamente o compilador cgpsmapper (http://cgpsmapper.com/) e associá-lo ao img2typ. Para tal basta aceder ao menu “Settings”, opção “Locate Programs”.

Tracks para GPS que não admitem Tracks

Como sabem a maioria senão a maior parte de “GPS’s, do tipo automóvel” da Garmin, não tem a possibilidade de gravar tracks e muito melhor de representá-los no ecrã.

Mas, há sempre um “mas”, quase todos os GPS’s Nuvis actuais, mesmo os mais básicos que tenham a função: Menu> Meus dados> Importar rotas desde arquivo, podem apresentar tracks.

Como?
Com a aplicação WinGdb.

É simples e prático:

Se tiveres um track com a extensão, (.gpx), deves abri-lo com a aplicação WinGdb e convertes para um ficheiro com a extensão (.gdb), com a opção 23 do programa.

Depois desta operação, deves abrir o ficheiro com o Programa MapSource, e com a função “enviar para dispositivo”, reenvias para o GPS

E no GPS? Como fazer’?
Menu > Meus  dados > Importar rotas desde arquivo. Aparece o arquivo reenviado através do MapSource e confirmar “importar”. Esta operação deve ser feita com o mapa que não seja rotável, como por exemplo o Topo Lusitânia ou outro, já que com um mapa rotável pode distorcer o track.

Para finalizar:
Menu> Destino> Rotas Personalizadas… activando a nova rota que se criou, que já se pode ver no ecrã e assim poder navegar num track.

Este track, não deve depois ser editado, recalculado, pois passará a ser visto como uma recta num mapa não rotável.

Aconselha-se que o tamanho dos tracks tenha o máximo de 200 pontos, já que com maior n.º de pontos poderá haver uma distorção aparecendo a parte final com menor definição.

PS: Como não tenho GPS com estas características não me foi possível testar a “Dica”, mas mesmo assim entendi que devia partilhar esta artimanha.

Inté

GORGES DE ASSIF MELLOUL – VÍDEO

Boas.

O nosso amigo Rafa Medina que vai tentar fazer as Gorges de Assif Melloul, troço ente Anergui e a Cathédral des Roches  numa Iveco 4×4,enviou-nos este vídeo. Espero que gostem, já que o percurso é fabuloso. Fiz o percurso em 2009 na companhia do John com a Pista em muito mau estado de conservação. A meio do percurso apanhamos em sentido contrário dois grupos de franceses que por serem muitos se recusavam a recuar um pouco para uma zona de cruzamento. Foi o cabo dos trabalhos, mas não recuamos, encostamos subindo ligeiramente a parede lateral e foram passando no limite da segurança. No final o tipo do último 4×4, depois de falar sempre em francês, com uma lata do caraças diz ” Boa viagem, sou de Braga”.Eheheheheh.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=CifIJHEnQek]

Inté.

ROTAS VERSUS TRAJECTOS (TRACKS) – EXEMPLO

Boas.

Na seguência do “post” anterior, entendi por bem apresentar um exemplo de um percurso em Marrocos entre o Camping  Les Tamaris as Gargantas do Todra, pelo Vale de Amellago, uma das zonas mais lindas de Marrocos.

O percurso tem 198 kms de Pista de Montanha e foi projectado atendendo ao seguinte:

  • Utilização do Programa Mapsource;
  • Com a utilização da cartografia roteável de Marrocos;
  • Ancoragem de pontos com interesse previamente definidos de acordo com o que se pretende fazer ou visitar, neste caso 10 pontos, (Figura 1);
  • Criação da rota, com base nos pontos de rota previamente definidos, o que gerou 27 pontos de mudança de direcção e 198 kms de percurso de rota, (figura 2);
  • Arquivar a rota criada com a extensão .gpx;
  • Com a ajuda da aplicação GPS Visualizer , a rota foi “transformada” em trajecto (track), com o total de 1073 pontos e 198 kms de percurso, (Figuras 4 e 5);

As figuras seguintes:

Figura 1, pontos âncora.

Figura 2, rota vista Mapsource.

Figura 3, rota vista Oziexplorer.

Figura 4, rota convertida em track, via GPS Visualizer, vista Mapsource.

Figura 5, rota convertida em track, via GPS Visualizer, vista Oziexplorer.

ROTAS VERSUS TRAJECTOS (TRACKS)

Boas.

Tendo estado a preparar alguns percursos para Passeios a Marrocos a realizar durante o mês de Agosto a pedido de amigos da Landlousã, constatei que o pessoal prefere trajectos (tracks) às rotas, nomeadamente quando percorre pistas.

Assim, venho partilhar uma das formas de entre muitas, para transformar rotas em trajectos (tracks).

– Figura 1

  • A rota da figura 1, foi criada através do Mapsource com uma mapa roteável e foi guardada na extensão .gpx;

– Figura 2

  • A figura 2, representa a mesma rota com a extensão .gpx, aberta no Oziexplorer. Como se pode observar, a sequência de pontos da rota criada no Mapsource, resume-se a um conjunto de linhas rectas, desvirtuando a essência de uma rota, tal como se pretende para navegar em pista;
  • Para ultrapassar esta distorção e para que possa transformar uma rota num trajecto (track), sugerimos que, por exemplo siga este procedimento de entre outros como o Gps Babel;
  • Através da aplicação GPS VISUALIZER, procure o “Upload a GPS file” e escolha o “Choose an output format”, que pretende para a sua rota, arquivando o produto final na estensão .gpx, o que aconselhamos;

– Figura 3

  • Este produto final com a extensão .gpx, permite obter uma rota ou um trajecto (track), com a mesma qualidade em pontos da rota inicial, como se pode ver na figura 4. Nesta figura, pode-se comparar as diferenças do antes e do depois.

– Figura 4

Fica pois mais esta “Dica” que vai ajudar de certeza os utilizadores mais “práticos”.

Inté