ACÁCIAS EM FLOR VERSUS RIO ZÊZERE

Caro Sócio.

Acácia-mimosa (Acacia podalyriifolia) é uma árvore ornamental australiana cujo fruto em forma de vagem se forma entre os meses de setembro e outubro. Ela pode crescer até 6 m e também possui 4 m de diâmetro na sua copa arredondada cujas folhas prateadas são pequenas e semi-caducas. É muito conhecida pelas suas lindas flores amarelo-canário, que aparecem entre os meses de julho a setembro porque se adapta bem até em pequenos jardins. Embora seja uma planta magnífica, ela possui pouca resistência contra ventos e também é pouco longeva e de difícil transplante.

Versus

Rio Zêzere é um rio inteiramente português. Nasce na serra da Estrela, a cerca de 1900 m de altitude, junto ao Cântaro Magro. Ainda na zona da serra da Estrela, passa por Manteigas e próximo da cidade da Covilhã, seguindo depois para sudoeste, confluindo com o rio Tejo a oeste de Constância, após um curso de cerca de 200 quilómetros.

O rio Zêzere é o segundo maior rio exclusivamente português, após o rio Mondego. A sua bacia hidrográfica tem 5043 km² (dos quais 1056 km² pertencem ao rio Nabão). Os grandes desníveis, aliados ao volume de água (por vezes superior a 10.000 m³/s.), representam uma notável riqueza hidroeléctrica, aproveitada em três barragens (Bouçã, Cabril e Castelo de Bode), que produzem anualmente 700 milhões de kWh.

Caro Sócio, fica pois o convite da Landlousã, para disfrutar de belas paisagens, percorrer os tapetes amarelos de flor de acácia e sobretudo, conviver ao fim do dia na Praia Fluvial de Cambas, bem junto ao Zêzere e rodeado de acácias.

Haverá no final da tarde uma futebolada, tal como em 2008.

Fiquem bem.

“DICAS SOLTAS” – Converter mapas no formato Ozfx3 – OZIEXPLORER (10)

O formato Ozf (Ozf2 e Ozfx3) é um formato proprietário do OziExplorer. Aliás, é mesmo o formato preferencial para se trabalhar com mapas no OziExplorer CE ou no OziDroid (OziExplorer para plataformas Android).

Trata-se de um formato otimizado para dispositivos móveis (do tipo PDA ou smartphone) onde os recursos de memória são sempre reduzidos e não existe a possibilidade de carregar por inteiro a imagem do mapa, tal como sucederia em formatos gráficos comuns do tipo raster (png, jpeg, png, tiff, bmp).

No entanto, tem um problema de portabilidade para com outras aplicações, como sejam o CompeGPS ou o OruxMaps (por via do seu utilitário OrixMapsDesktop). Efetivamente, os mapas no formato OZF apenas são suportados diretamente pelo OziExplorer.

A sua utilização por outras aplicações exige sempre um trabalho de conversão intermédia (e que abrange o par de ficheiros .map e .ozfx3). Para esta operação podemos recorrer a dois utilitários:

ozf2img.

Trata-se de uma ferramenta que funciona no modo de linha de comando (vulgarmente conhecida como aplicação a correr em janela de MS-DOS) e que deverá ser copiada para a mesma pasta onde se encontra o mapa constituído pela imagem ozfx3. A sintaxe da mesma é seguinte:

ozf2img -i<file>.map

O resultado do processamento é um ficheiro .png (Portable Network Graphics, formato gráfico surgido em 1996 para substituir o GIF).

 

DeMapper

O deMapper, ao contrário da ferramenta anterior, apresenta um interface gráfico. É de simples utilização. Basta ao utilizador seleecionar o(s) mapa(s) a converter, premindo para tal o botão “Choose Maps” e, depois, proceder à conversão através do botão “Decode Maps”.

O resultado do processamento é um novo ficheiros .png, localizado na pasta do(s) mapa(s) fonte.

Qualquer que seja a ferramenta utilizada, este novo ficheiro .png terá que ser associado ao ficheiro .map. Basta abrir através de um simples editor de texto e substituir na terceira linha o nome da imagem (de OZFX3 para PNG).

OziDroid 1.11 beta: Nova versão de OziExplorer para de OziExplorer para plataformas Android

O OziDroid dispõe de uma nova versão Beta (1.11) desde o dia 8 de Março. Face à versão 1.10 traz as seguintes alterações:

  • Correcção de um erro que impedia o normal funcionamento da aplicação sobre a versão 4 do sistema operativo Android;
  • Suporte ao sistema de coordenadas geográficas ITM (Irish Transverse Mercator).
  • Correcção de erros .

O Ozidroid pode ser descarregado a partir da seguinte hiperligação: http://www.oziexplorer3.com/android/oziexplorer1-release.apk

MF 664»»»»»»»»»»MG POCINHO

Rio Côa.

“Rio português, afluente principal da margem esquerda do rio Douro. Nasce na Malcata, perto do Sabugal, na Serra de Mesas e desagua no rio Douro, alguns quilómetros a montante do Pocinho. Corre de sul para norte ao longo de um vale profundamente encaixado e, no seu troço terminal, a respetiva bacia hidrográfica está limitada a nascente pela ribeira de Águeda e a poente pela ribeira do Vale de Vila. No vale do Coa existem núcleos de gravuras e de pinturas rupestres. O escoamento anual médio é de 609,2 hm3, tem 23 bacias elementares e a área da bacia é de 2521,002 km2.”

Caros sócios, esta será a nossa proposta de actividade, numa zona com muitos pontos de interesse cultural.

Apoios logísticos.

– Camping do Freixial

EXPEDIÇÃO MARROCOS – CHOTT TIGRI 2012 (3)

A Expedição ao Chott Tigri, está delineada e com o percurso definido. São cerca de 3200 kms em Marrocos, com uma passagem pela orla mediterrânica até a Cala Iris, começando a descida para o Plateaux de Rekkan até Taourit, com passagem pela Pista de Montanha até Targuist.

Col du Nador, Source Ain-Hamra, Gorges de Oued Za, Col de Ayat, são alguns dos muitos pontos de interesse, que pretendemos visitar antes de entrar na zona Oriental de Marrocos.

As longas pistas dos planaltos até Figuig, são um desafio em que a navegação será a nossa aposta. As dunas de areia peganhenta, castanho ocre da zona dO Dayat Chott Tigri, serão a nossa zona de descoberta, já que as pistas são inexistentes. Vamos procurar encontrar o Monumento Comemorativo da Batalha de Chott Tigri e tirar partido da beleza da zona. Pretendemos chegar ao Dayat Lhajal, a partir do furo artesiano do Dayat Chott Tigri, onde as Pistas Q1 e Q1bis se encontram, fazendo assim um novo “track”.

Uma sequência de Bordj’s (Fortes) vão estar no nosso percurso. Os Bordj’s nesta zona Oriental de Marrocos e que se estende até ao Forte Flatters na Argélia, eram suportes de defesa da Legião Estrangeira. Contudo o modo de construção dos Bjord’s (Fortes), era diferente, enquanto em Marrocos o barro é a componente principal e como tal estão mais danificados com a água das chuvas, por exemplo o Forte Flatters, tinha uma construção mais resistente, em que a cal, já entrava na argamassa. Em 1993 estive de passagem por vários Fortes na Argélia e ainda havia muitos simbólos da Legião, com restos de mobília, sucata de viaturas e até documentos.

Bordj de Bell Frittas, Oglat Sedra, Bell Rhiada, El Ourak e outros mais estrão na nossa rota, havendo em alguns casos desvios de trajecto.

Figuig, merece uma visita mais cuidada e o Oásis de Figuig com o seu enorme palmeiral será uma das zonas a visitar. O comércio local e o artesanato de Figuig, são muito importantes, as pequenas lojas estão repletas de mercadoria, as farturas e so chás na esplanada vão permitir recuperar os 4×4 e o corpo.

De Figuig, tomamos a Pista Proibida até Mengoube Station para umas fotos, subindo depois por pista até ao Bordj Bel Rhiada até Talssinnt.

A Pista até Missouri, faz lembrar o velho Oeste Americano, “cogumelos” de arenito com centenas de metros de altura, saiem da planície, os Oueds secos permitem dar mais adrenalina a Expedição, já que desta vez o percurso do GPS permite outro tipo de navegação.

Midelt, Cirque de Jaffar, os grandes Lagos de Imilchill, a Pista de Tassent até Tasraft, (antiga Pista de Benni Mellal a Imilchill), Anergui e as Gorges de Assif Melloul, são as últimas Pistas do percurso. Depois o regresso por Bin Ouidane, Oued Zem até a Praia de Shkirat para uma banho de mar.

Depois o regresso a casa, pela via mais rápida até Sebta.

Bordj Tidarrine

Dayat Lhajal

E o que pretendemos encontrar

Gravuras Pré-históricas de Grand Ghilen, near Bel Ghiadia – N32 37.850 W2 53.550

E para aguçar o apetite

Chott Tigri versus Rekkan