CARREGAR TRACKS EM GPS VERSUS WIKILOC – MAPSOURCE

Boas.

Uma vez que nos tem sido solicitadas diversas questões por mail ou por telefone sobre o carregamento de trajectos (tracks) em GPS’s da Garmin, nomeadamente com a “Truncagem” de percursos, optámos por fazer esta pequena “dica”.

Como sabem os GPS’s da Garmin usuais no TT suportam sómente entre 500 e 700 pontos de percurso quando enviados a partir do PC. Trata-se do que  se designa como “Trajecto Gravado”. No entanto,  a maioria dos Trajectos tem sempre mais pontos de trajecto.

Para obviarmos à “Truncagem” dos trajectos podemos recorrer a duas técnicas, tendo por base as ferramentas do Mapsource:

  • Realizar a filtragem do percurso, utilizando opções como  a hora, distância, automático ou pontos máximos. Trata-se, no entanto de uma técnica que desvirtua a qualidade do trajecto enviado para o GPS caso aquele seja composto por muitos pontos. Se o utilizador se deparar com um percurso composto por mais de 3000 pontos os troços rectos serão uma constante;

  • Ou, em alternativa, recorrer à função “Propriedades do Trajecto”.  Assim,deverá ser  seleccionado o ponto 500 no índice, seleccionada a caixa de marcação designada “centrar mapa no item(s) seleccionado(s)” e premido o botão “Mostrar no Mapa”. Já no mapa, teremos então que  cortar o trajecto nos primeiros 500 pontos recorrendo à  ferramenta de “Divisão de Trajectos”. Por norma, devemos utilizar 500 pontos, pois este número facilita  bastante a partilha com os GPS’s da série 60 da Garmin;

Esta última técnica garante todos os pormenores do trajecto, em concordância com as definições que o utilizador colocou no GPS.

Se sairmos do “mundo” Mapsource e especialmente para quem usa a Internet como ferramenta de trabalho, existe actualmente uma outra opção mais rápida e mais prática. Trata-se do WIKILOC,  meio de partilha de trajectos, e que funciona com qualquer tipo de programa de navegação e de envio de dados para os receptores GPS, casos do Mapsouce, CompeGps ou Oziexplorer.

Quando disponibilizamos qualquer trajecto no Wikiloc, por norma devemos colocar o “Track Log”. O “Track Log” deve ser sempre o elemento de partilha. Este, não é mais que o trajecto efectivamente realizado sobre o terreno e armazenado na memória do GPS. Pode atingir os 10 000 pontos em alguns modelos de GPS’s.

Uma vez disponibilizado o trajecto no WIKILOC, é depois possível descarregá-lo (“Baixar”). São considerados vários formatos e opções. No caso do formato GPX, ou GPS Exchange Format,  formato de armazenamento de dados GPS aberto e, como tal, destinado à troca entre aplicações e à partilha entre utilizadores que possam utilizar software diferenciado, são colocadas várias opções: original, simplificado e quebrado.

Deveremos seleccionar a opção ” 



24 HORAS TT DE FRONTEIRA

Boas.

As 24 Horas TT de Fronteira, realizam-se de 26 a 28 de Novembro.

A LandLousã, está a organizar uma Autonomia Total para acompanhar a maior Prova do TT Nacional.

Contamos fazer um acampamento, junto a um ponto de passagem que seja atractivo, que permita acompanhar a prova, bem como em também em outros locais de interesse, como a passagem da ribeira ou a zona de assistência.

Contamos sair no dia 27, pela manhã em direcção a Fronteira e voltar depois de concluída a Prova às 13.00 Horas do dia 28.

Mais informações em landlousa@gmail.com.

Inté.

V ENCONTRO NACIONAL DEFENDER 2010

Boas.

A instalação e construção do Espaço END no Aérodromo, começou ontem (dia 27), a montagem dos stands, da Tenda LandLousã, balancé, iluminação do recinto, colocação de contentores e limpeza da zona dos Parques de estacionamento e de Camping.

Hoje (dia 28), começaram às 9:00 Horas os trabalhos de construção da Pista de Obstáculos, das vedações, da colocação de grades e de sinalética.

Os dossiers com os Cadernos de Itinenários, Navegação e Orientação, já estão em sacos com as T-shirt’s do pessoal que mandou a ficha de inscrição.

Amanhã dia (29), vai ser o dia para acerto da Pista de Obstáculos, com a colocação de troncos, manilhas e outros obstáculos. Esta situação deriva do facto de não ser possível construir a pista Natural de Obstáculos, por razões de natureza alheia ao LandLousã.

Neste momento, as inscrições com ficha de inscrição, já são superior a 60, o que acontece pela 1ª vez, já que por norma as inscrições são feitas no local, o que dificulta o trabalho de quem organiza, nomeadamente com o Seguro.

Apareçam e tragam um amigo.

Inté

FOTOS. Obrigado, Artur Ferrão.

IV ANIVERSÁRIO LANDLOUSÃ

Boas.

Às 16 Horas e 27 Minutos do dia 24 de Novembro de 2006, foi postado o Primeiro “Post” da Landlousã. com o intuito de partilhar conhecimentos, saberes, experiência e sobretudo fazer amigos. Temos amigos em quase todos os continentes, partilhamos conhecimentos e trocamos saberes, mas, primamos por dar a conhecer, o que sabemos sem qualquer problema.

Somos visitados por muitos, o que nos alegra e nos faz empenhar cada vez mais. Fazemos por ser credíveis, e como tal, somos respeitados por isso, e assim vamos continuar.

Sabemos que é simbólico, mas no dia 24 de Novembro lá estarei às 16 Horas e 27 Minutos, na Sede do CPTTTSL, ao Km 24.50 da N 236, para beber um copo e dar um “viva” ao Landlousã.

Obrigado a TODOS VÓS,pelas 348 612 visitas.

Parola Gonçalves

RECUPERAÇÃO DO FONTANÁRIO DA FONTE SECA – LOUSÃ

Boas.

Com o início do Estado Novo em 1933, ano em que foi plesbicitada a Nova Constituição, que se designou de Estado Novo, a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, construíu pelo País alguns equipamentos básicos, como fontanários, estradas florestais e escola primárias.

Entre 1932 e 1943, Duarte Pacheco foi o construtor, no terreno, dessas reformas, dinamizando o Ministério das Obras Públicas e Comunicações (MOPC) através de uma organização que permitiu construir diversas redes de equipamentos em todo o território português. Para tal, desenvolveu um método de projecto que uniformizou o modus operandi das diversas comissões e dos diversos técnicos que constituíam a orgânica do ministério e que terá sido o principal fio condutor das propostas apresentadas.

Uma dessas obras e desse modus operandi,é o Fontanário da Fonte Seca no concelho da Lousã, uma autêntica relíquia que se encontrava ao abandono, e envolvida por acácias, até a uns tempos atrás.

Os pormenores de construção, os pormenores da simetria das suas formas, mostram bem o cuidado na elaboração do projecto, que era escrutinado com muito rigor.

Assim, porque entendemos, que vale a pena preservar estes equipamentos, vamos promever uma acção de Recuperação da Fontanário da Fonte Seca.

A nossa preocupação, é, neste momento, garantir que a recuperação do topo da cobertura em telha serrana, seja feito tal e qual, utilizando os mesmos métodos.

Pois estejam atentos, que muito em breve daremos conhecimento desta actividade que será realizada num sábado próximo.

Inté