EXPEDIÇÃO MARROCOS – CHOTT TIGRI 2012

Mais uma Expedição pela zona do “Chaîne du Rif” e pela zona Oriental de Marrocos, procurando novas pistas, novos motivos históricos e novas emoções.

De 21 de Abril a 5 de Maio de 2012, muitas das Pistas do Gandini dos Tomos IV e V, vão ser percorridas em busca de sítios históricos da luta de libertação de Marrocos, tanto em guerras com os franceses como com os espanhóis.

Procuramos sempre juntar os nossos percursos a pontos de interesse como, o Monumento de comemorativo da Batalha de Anoual, o Obelisco da Batalha de Chott  Tigri, a Igreja Católica de Figuig, as salinas de Zeradoun, os peculiares celeiros deitados de Jebel Taineste, bem como o rico património arqueológico da antiga linha de caminho de ferro até Mengoub.

O percurso terá início em Ceuta seguindo até Oued Laou, inflectindo depois para Targuist em Cala Iris, tomando depois o percurso PH1 que será seguido até Oudja. De Ceuta até Cala Iris, sempre junto ao Mediterrâneo, vamos usufruir de uns banhos e do bom peixe que se vende ao longo da estrada.

De Oujda, as pistas começam junto a Mina de Carvão em Oued El Himer, seguindo uma sequência de Pistas do tomo IV do Gandini, como a D1, G2, F1 até Tendrara, onde vamos reabastecer para mais uma etapa até Figuig com passagem pelo Oásis de Iche. A pista Q1 será feita envolvendo todo o Chott Tigri, uma zona de dunas de cor acastanhada de areia pegajosa, onde vamos dedicar dois ou três dias.

Depois de um repouso necessário numa das zonas mais ricas em aquiféros subterrâneos da África do Norte, descemos até Iche, para saborear a beleza do Oásis de Iche e estudar a típica construção de barro  de Iche.

Seguimo para Figuig por uma das mais belas pistas militares que já percorremos, desta vez com mais tempo para usufruir as paisagens e as inúmeras gravuras rupestres.

De Figuig tomamos a pista S1 até Mengoub, começando a subir pela G2 até Bel Ghida, seguindo uma nova pista de Anoual, Talsinnt, Merija Tidarine até Missour.

Até Sefrou seguimos por uma nova Pista por Marmoucha, Ait Markhlouf, Tirmirat, Tazouta, com visita a uma importante área mineira.

De Sefrou a Expedição segue por pista até Fez e depois Chefchaouen optando pelo percurso B do Tomo V do Gandini.

Em resumo, é esta a nossa proposta base, para uma Expedição em Autonomia Total, em que a navegação na busca de novos trilhos será sempre o nosso lema “Devagar mas com estilo”.

  1. Lino
  2. 100 Rumo
  3. Sousa
  4. João Carlos
  5. Firmino
  6. Savimbi
  7. Miguel de Alte
  8. Cardoso
  9. Damas
  10. Jurus

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Inté

“DICAS SOLTAS” – “Marcar trajetos em Google Earth e transferi-los para OziExplorer” – OZIEXPLORER (9)

Esta é uma opção interessante quando pretendemos aproveitar a funcionalidade de planeamento de itinerários (sobretudo os de longa distância) disponibilizada pelo Google Earth e posteriormente proceder a operações de editação e/ou navegação sobre o trajeto resultante através do OziExplorer.

Ao utilizador basta abrir o Google Earth e depois, ao nível da barra lateral, separador “trajectos”, definir os pontos de partida e de chegada.

O trajeto entretanto calculado pode ser guardado como um ficheiro KML. Basta ao utilizador posicionar-se sobre o tajecto na barra lateral e premir o botão direito do rato. Ao nível do menu contextual, seleccionar então o comando “Guardar local como…”.

Já ao nível do OziExplorer, uma vez iniciado e carregado um mapa, o ficheiro KML pode ser  importado a partir de “menu File > Load from file > Import Google Earth (kml) file”.

NOVO MAPA DE MARROCOS – MAPSOURCE

Boas.

Com a recolha de trajectos realizados em Marrocos nos últimos anos, foi possível criar uma base de dados credível e consistente. Muitos dos nossos amigos e seguidores, foram partilhando essa informação com o maior rigor possível nos últimos anos.

A nossa base de dados de percursos, permite melhorar em muito, os mapas existentes, pelo que a nossa tarefa vai ser muito trabalhosa, para não dizer enorme.

Esperamos ter o novo mapa funcional em Abril/Maio de 2012 a tempo de ser testada na nossa Expedição em 2012.

Tim Cullis, Anieto, A Malta dos Jipes, Sondosdies, Sureno, Jorge Leon, Gandini, Aimé Guiss, Pascal Poublan, XPTO, João Campeão e muitos outros vão permitir, termos um mapa mais actual.

Assim, Caro sócio da LandLousã, quando tivermos o mapa funcional, daremos conhecimento.

GPX Track Splitter: Dividir um trajecto (track) em segmentos

Alguns dos modelos de GPS, nomeadamente a maior parte das unidades GARMIN utilizadas em TT, BTT ou caminhada, permitem registar até 10.000 pontos por trajecto activo efectuado  (track log). No entanto, se se proceder ao seu armazenamento, a unidade levará a cabo uma simplificação do trajecto até um máximo de 500 ou 700 pontos, segundo algoritmos que fazem “cair” pontos considerados desnessários ou redundantes, e onde o utilizador não tem qualquer intervenção ou controlo. Sucede o mesmo quando enviamos um trajecto a partir de aplicações como o MapSource  ou o BaseCamp, instaladas no PC, para o dispositivo GPS.

Se descarregarmos este trajecto activo que foi sendo registado no dispositivo GPS e o armazenarmos no formato GPX, é, depois, possível e com recurso a uma ferramenta procedermos à sua divisão em segmentos, preservando assim todo o detalhe.

Para tal podemos utilizar o GPX Track Splitter. Trata-se de uma ferramenta desenvolvida pelo português Jorge Lopes e totalmente livre. Pode ser descarregada a partir da página do próprio autor:

http://sites.google.com/site/gpxtracksplitter/

É dotada de um interface muito simples. O utilizador inicia o processo de divisão do trajecto em segmentos através do carregamento do ficheiro com o trajecto original em formato GPX (GPX input file):

Neste exemplo o trajecto original possui 3256 pontos, pelo que se o importasse directamente para o dispositivo GPS (mais concretamente, um GARMIN GPSmap 60CSx), a operação de simplificação ou truncagem conduziria à perda de 84% dos pontos.

A opção “Make first point equal last point of previous splitted track” garante ao utilizador que os segmentos se justapõem nos extremos e proporcionam uma continuidade ao conjunto.

Ao marcarmos a opção “Delete source track”, o trajecto original não será incluído no ficheiro GPX a criar com os segmentos.

Podemos ainda controlar a cor dos segmentos, bem como o seu nome. Este último pode ser gerado automaticamente pela ferramente ou dado pelo utilizador (ao qual será anexo um número).

Para procedermos à divisão, basta seleccionar a caixa de marcação que antecede o trajecto e depois premir o botão “SPLIT”. Como deixámos seleccionada a opção “Ask for name of tracks for each selected” será pedido o nome a dar a cada segmento:

O resultado obtido foi o seguinte:

O trajecto original foi assim dividido em 7 segmentos, todos eles dentro do intervalo de pontos suportado pelo dispositivo GPS. Se visualirmos os mesmos no MapSource verificamos que, no global, o trajecto mantém todo o detalhe para navegações futuras: