Como Combinar Vários Mapas

Por vezes existe o problema de querermos seleccionar no MapSource os mapas base de dois países vizinhos e transferi-los,bem como todos os mapas detalhe enquanto um único mapset para a unidade de GPS. Se é verdade que os conseguimos seleccionar no MapSource utilizando a “Ferramenta de mapa”, depois de manipuladas convenientemente as escalas dos mapas, e transferi-los como se fossem uma unidade, a verdade é que não constituem um único mapset.

Existe, no entanto a possibilidade de o fazer facilmente para as unidades de GPS GARMIN, sobretudo para aquelas que utilizam cartões MICRO SD , através de uma ferramenta freeware chamada GMapTool (http://www.anpo.republika.pl/download.html).

Este problema pode ser reproduzido com os mapas da Tunísia e da Líbia. Para o exemplo usámos o mapa da Tunísia, versão 11 (disponível para download em http://www.4×4travel.org/downloadmanager/freegarminmaps/Setup_TunisiaV11.zip) e o Mapa da Líbia disponível no site MapCenter2 (http://mapcenter2.cgpsmapper.com/).

O utilizador começa por carregar o primeiro mapaset no GPS através do MapSource. Acedendo depois ao cartão directamente (o que pode ser feito introduzindo o cartão no PC através de um leitor ou mantendo o GPS ligado ao PC e convertendo-o para mais uma unidade USB de armazenamento) copia o ficheiro que contém o mapa activo e que dá pelo nome de “gmapsupp.img” para uma directoria de trabalho (por exemplo c:mapas_combinados). Aí troca-lhe o nome: de “gmapsupp.img” para “tunisia.img”.

Depois o utilizador carrega o segundo mapset no GPS. Procede à cópia para o PC (directoria c:mapas_combinados) e altera o nome ao ficheiro .img  para libia.img.

De seguida temos que executar a ferramenta GMapTool.exe. Começamos por premir o botão “Add Files” e navegar até à directoria que contém os mapas a combinar (c:mapas_combinados). Aí adicionamos os mapas a combinar. Convém no entanto que cada mapa de base não seja constituído por mais de 2025 mapas detalhados.

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Finalmente, acedemos ao separador “Join”. No campo “Output File” damos-lhe um novo nome (por exemplo “sahara.img”). O mesmo sucede no campo “Mapset Name”, onde damos uma entrada mais descritiva. Todos os outros campos podem ficar por preencher. Premimos então o botão “Join all”.

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O ficheiro .img que resultou deste processo (“sahara.img”) pode ser copiado para o cartão do GPS, alterando-lhe previamente o nome para “gmapsupp.img”.

De notar que a ferramenta GMapTool.exe pode ser usada para a operação inversa: a partição de um ficheiro “gmapsupp.img” em vários ficheiros .img. Isto é, podemos através da opção “Split” obter os mapas detalhe enquanto entidades autónomas que posteriormente podem ser carregadas no MapSource através do MapsetToolkit ou combinados com outros Mapset à vontade do utilizador.

Como Carregar Ficheiros .img no MapSource

Por vezes sucede que nos deparamos com mapas que apenas são constituídos por um ficheiro ou por um conjunto de ficheiros com a extensão .img e sem o ficheiro .tdb. Para os carregarmos no MapSource necessitamos de dois programas:

Tal situação é a que nos acontece se quisermos carregar o mapa da Islândia disponível em http://mapcenter2.cgpsmapper.com/, onde apenas temos disponível a pasta comprimida com um ficheiro de extensão .img.

  • A primeira tarefa passa por descarregar para uma pasta de trabalho (no nosso caso c:mapa_stdb).
  • De seguida abrimos o MapSetToolkit e indicamos no campo apropriado a localização do programa cgpsmapper (no nosso caso instalado em C:Program FilescGPSmapper).

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  • A próxima tarefa passa por procurar o ficheiro fonte .img que descarregamos  através do botão “Select IMG”, seleccioná-lo através do botão “Select All” e adicioná-lo ao mapa que vamos construir premindo o botão “Add”.

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Temos então que preencher as opções relativas ao MAPSET: 

  • A directoria do MAPSET, muito provavelmente a mesma onde se encontra o ficheiro .img (c:mapa_stdb no exemplo).
  • O nome do MAPSET, que aqui damos o nome de Islândia (atenção, pois o mesmo não pode conter espaços)
  • O Family ID ou FID. Este deverá possuir um valor que se situa no intervalo 1 – 65535. Devemos sempre tomar atenção ao número a dar para não colidir com o FID de mapas já instalados, pelo que os mesmos devem ser consultados na secção com o nome de MAPSET Installed do MapSetToolkit.
  • A versão do mapa
  • A informação de direitos de autor (copyright), a qual nunca será adicionada ao mapa por estarmos a trabalhar com a versão freeware do cGPSmapper.
  • Deixar a opção “Draw priority” com o valor “default”.
  • Deixar a opção “Transparent” com o valor “default”, a menos que saibamos que o mesmo tem propriedades de transparência (capacidade de obscurecer ou não o mapa-base), no que seleccionaríamos então o valor “yes”
  • Se possuirmos um ficheiro .typque queiramos aplicar seleccionamo-lo no campo “TYP Files”. Se possuímos antes um ficheiro .txt temos não só que o seleccionar como premir de seguida o botão “Compile”.

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Finalmente o mapa está pronto a instalar no MapSource. Seleccione primeiro a caixa de marcação que dá pelo nome “Install in MapSource” e carregue no botão “Start”.

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No final do processamento pode ocorrer um erro:  “Error PE05 could not open index file. Chek if you are using compatible cGPSmapper version”. Este erro pode ser ignorado com segurança,, na medida em que não existe um .idx com o .img. Será corrigido em versões futuras. Os ficheiros necessários à instalação do mapa foram criados e encontram-se na pasta  previamente seleccionada na directoria do MAPSET.

 Depois só temos que instalar o mapa normalmente através do MapSetToolkit (ver http://landlousa.wordpress.com/2009/07/25/problemas-em-carregar-mapas-no-mapsource/)

MAPAS DE MARROCOS – SUGESTÕES

Boas.

A oferta de Mapas de Marrocos é vasta e muito variada, pelo que se torna difícil a escolha adequada de um Mapa em papel.

Pessoalmente, aconselho os Expedicionários ou Viajantes a ter em atenção o seguinte:

  • Ter uma Mapa recente, de fácil leitura e de escala adequada;
  • Ter uma Mapa Water Prooft, porque suporta mau tempo e dobragens;
  • Ter uma Mapa com uma grelha ou quadrícula adequada e onde se possa anotar a posição da Rota ou Track;

Exitem os seguintes Mapas disponíveis:

  • Michelin 742 (2008) – Escala 1:1 000 000 – É um excelente mapa, dos melhores, mas, é em papel e de tamalho exagerado, com mais de 1.5 mts. É o que se diz um “Big Map”. Tem por norma cidades ou regiões a escala mais detalhada. Com a experiência é possível a “Olho”, calcular distâncias porque 1mm=1Km ou 1cm=10kms.
  • GeoCentre (2006) – Escala 1: 800 000 – Também é um excelente Mapa, com grelha ou quadrícula com latitude e longitude, como o anterior. Tem boas indicações das “green roads”;
  • IGN (2006) – Escala 1: 800 000 – É uma Mapa idêntico ao GeoCentre, mas com um fundo mais escuro. è um Mapa curto e manuseável;
  • Reise Know-How (2007) – Escala 1: 1 000 000 – É o Mapa mais prático e duradouro. O papel é water Prooft. É de dupla face e tem um excelente desenho. Tem grelha ou quadrícula e a escala também é intuitiva. Os RKH, como são conhecidos, suportam mau tempo e podem ser abertos sem danificar no asfalto. É o meu Mapa preferido, tendo colocado no mesmo uma grelha auxiliar, para com o apoio do GPS ir colocando os pontos de passagem. Esta operação é importante em caso de avaria do GPS. É recomendável saber sempre onde estamos no Mapa, é uma norma a seguir, por questão de segurança. Este Mapa pode ser adquirido via Internet nas Lojas da especialidade das quais aconselho a Tienda Verde em Espanha;
  • Freytag e Berndt (2005) – Escala 1: 900 000 – O Mapa F&B comuma escala pouco intuitiva e com pouco ou quase nehum pormenor do Grande Sul. As pistas são vagas e sem a clareza dos restantes;
  • Rough Guide (2009) – Escala 1:1 000 000 – Um excelente Mapa, com qualidade water prooft e com duas faces. É ideal comprar o Guide com o mesmo nome sobre Marrocos. O Mapa tem qualidade superior nas indicações de Pistas e Pontos de Interesse. A Fanc, costuma ter a venda ou então adquirir pela internet na Amazon ou Tienda Verde;
  • Está disponível a Cartografia a escala 1: 250 000 e 1: 100 000 do IGN. Esta Cartografia pode ser vista aqui, na categoria Cartografia. Estão devidamente calibrados para utilização no Oziexplorer ou CompeGps. São Mapas antigos, mas com excelente qualidade, servindo ainda de referência tanto a J. Gandini e a Chris Scott no levantamento de Pistas;
  • Morocco GPS Map By Olaf Kahler, neste momento é um suporte importante para quem utiliza o MapSource como meio de navegação. Este Mapa compreende um enorme trabalho de “campo” de Olaf e dos seus amigos para criar o Mapa que nos orienta e nos conduz com segurança pelas Pistas de Marrocos;
  • Google Maps, é um novo meio de navegar e expedicionar por Marrocos. É ideal para programar rotas, nomeadamente da zona do Grande Sul, em que os Mapas de papel são pouco desenvolvidos. Aconselho a ter algum cuidado a programar as rotas.
  • Google Earth é uma ajuda importante para as Pistas do Grande Sul Marroquino. A qualidade das fotos permite com uma resolução adequada, como por exemplo de 10 milhas quadradas, ter pormenores importantes. Para além disso já tem disponível os percursos de Tracks4Afríca e do Wikiloc. A nova versão do Oziexplorer de 29 de Julho de 2009, já suporta o Google Earth.

Como vêem a escolha é difícil, mas um bom Mapa é importante.

Eu pessoalmente utilizo o Michelin 742 e o Reise Know-How com suporte do Guide du Routard e do Rough Guide. Também utilizo um velho Mapa de Marrocos da General Tyre que adquiri em Chefchouen em 1992. Ainda hoje tem pormenores importantes, incluindo as Pistas do Grande Sul. Torno a realçar a importância de anotar a Rota ou Track sobre o Mapa, principalmente em zonas longínguas e isoladas, porque os GPS’s também avariam e nesse caso isso pode ter consequências trágicas.

PS: É importante levar uma mica com quadrícula adequada a escala do mapa e uma bússola adequada a marcação de pontos GPS, que há a venda nas casas da especialidade nomeadamente da marca SILVA ou Suunto, com a famosa bússola Gps Plotter.

bussola

Ficam as Dicas e as sugestões Land Lousã.

Inté.

O Processador SiRFstar IV saíu

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Um mês após a aquisição da sociedade SiRFStar Technology pela empresa britânica CSR, saíu uma nova geração de processadores da série SiRF: o SiRFstarIV.

Não se trata de um simples receptor de GPS, o novo processador SiRFstarIV é mais uma arquitectura de localização, dotada de sensibilidade melhorada para as zonas exteriores e interiores (zonas urbanas, fundamentalmente), mais resistência às interferências causadas por outras tecnologias sem fios, baixo consumo e tecnologia miniaturizada.

Segundo o fabricante o SiRFstarIV possui tempos de ligação e fixação aos satélites muito inferiores aos exibidos pelas gerações anteriores (II e III). Uma das suas características-chave é a chamada SiRFaware, ou seja, a capacidade de localização “better-than-hot-start”. Trata-se de tecnologia capaz de procurar e fixar satélites com o dobro da velocidade e com um consumo de apenas 50-500 micro amperes.

Este processador pode ainda ser associado a sensores MEM, de modo a melhorar o posicionamento, especialmente em zonas interiores (situações de indoor), já que a última posição fiável é guardada em memória e utilizada até que sejam recebidos de novo sinais de satélite.

A primeira implementação a sair para o mercado terá o nome de GSD4t, já em Outubro. Está especialmente vocacionada para smartphones e outros dispositivos móveis.

PERCURSO MH3 – BOUCLE DADÉS A TODRA

Boas.

Um Percurso entre Msemrir e Tamtatoucht, com cerca de 45 Kms de distância.

É um Percurso duro, que obriga a uma navegação cuidada, já que existem algumas bifurcações. Se seguir o track proposto não terá esse problema.

Exitem muitoa Tracks sendo a mais conhecida a do Olaf.

Este percurso foi realizado em 2007 , mas confere com a proposta de Waypoints do Chris Scott, em Maio de 2008, salvo o local de entrada e de saída.

Não é aconselhável fazer o Percurso a solo no Inverno e talvez na Primavera, já que se circula muitas vezes a vau no Oued.

TRACK, Aqui.

ou

Em Wikiloc.

Bons Trilhos ou Pistas.

Inté.