Autor: admin
TRAVESSIA DO OCIDENTE (FIGUEIRA DA FOZ) A ORIENTE ( VALLE DA VENTA)
Boas.
Estamos a recolher elementos para avançar com o reconhecimento do percurso para a “Travessia do Ocidente da Figueira da Foz para o Oriente de Safurdão”. A Travessia terá início junto ao Farol da Figueira da Foz, seguindo o respectivo paralelo até Valle da Venta em Espanha.
Após o reconhecimento, faremos a Travessia em Autonomia Total em data oportuna.
Fiquem bem.
Inté.
Capturar ecrãs do dispositivo GPS Garmin.
Poder capturar os ecrãs do dispositivo GPS para efeitos de documentação pode ser algo bastante interessante.
Nos novos modelos da Garmin (Oregon, Dakota e Colorado), muita da sua informação é armazenada em ficheiros, os quais podem ser transferidos de e para um computador. Na verdade aqueles dispositivos uma vez ligados ao computador pela porta USB comportam-se como mais um dispositivo de armazenamento amovível.
Assim, e para realizar tal operação, o utilizador só tem que aceder ao menu principal e executar os passos a seguir descritos:
- Tocar nas opções Configur > Ecrã > Captura de ecrã > ligado;
- Aceder ao ecrã que pretende capturar;
- Premir o botão de alimentação.
A imagem é então armazenada na pasta Garminscrn. Para a transferir basta ligar o dispositivo ao computador através da porta USB.
Nos modelos mais antigos, como os Garmin 60CSx ou 278, o processo de captura do ecrã depende de um componente ou aplicação intermédia (software), uma vez que aqueles dispositivos armazenam toda a informação internamente e não é possível aceder-lhe directamente.
Tal “peça” de software designa-se xImage software version 2.3 e pode ser descarregada a partir da seguinte hiperligação: http://www8.garmin.com/support/download_details.jsp?id=545
A sua maior limitação reside no facto do dispositivo GPS ter que estar ligado ao computador. Depois, tudo fica mais simples:
- Aceder no dispositivo GS ao ecrã que pretende capturar;
- Executar a aplicação xImage;
- Identificar o dispositivo;
- Definir a operação: receber/enviar imagem (o xImage permite também ao utilizador actualizar certas imagens do dispositivo como seja o splash screen ou os símbolos dos pontos de interesse (waypoint) ;
- Especificar o tipo de imagem a receber;
- Seleccionar a pasta onde será a armazenada a imagem (no formato bitmap);
O resultado de um teste pode ser visto a seguir:
Suplementos para o TomTom: Tripmaster e Offroad v3
Existem dois suplementos (add-ons) muito úteis para os utilizadores do TomTom navcore, versões 8 e 9:
- Tripmaster v3.1 (hiperligação disponível em: http://www.webazar.org/tomtom/tripmaster.php?lang=uk), que permite usufruir de um ambiente completo de odómetro, próximo do que encontramos no TerraTrip;
- Offroad Navigator v3.0 (hiperligação disponível em: http://www.webazar.org/tomtom/offroad.php?lang=uk), que permite navegar sobre pontos (waypoints) e com mapas do tipo raster como fundo.
MAPAS RASTER E MAPAS VECTORIAIS (CARACTERÍSTICAS DAS IMAGENS VECTORIAIS)- PARTE III
Com o presente artigo, centrado sobre as características das imagens do tipo vectorial, terminamos a análise aos formatos gráficos.
Principais características dos formatos vectoriais:
- Qualquer imagem neste formato pode ser composta dezenas ou centenas de objectos individuais.
- Cada um destes objectos pode ser controlado individualmente. Ao mesmo tempo, todas as operações que podem ser feitas sobre um único objecto, também podem ser aplicadas a grupos de objectos. Desta maneira, conjuntos extremamente complexos de objectos podem ser manipulados com grande facilidade.
- De uma forma muito simples, podemos incluir um programa como o Powerpoint da Microsoft na categoria dos programas de desenho vectorial. Muito embora ele esteja orientado para a área das apresentações, as ferramentas de desenho e controlo que disponibiliza permitem levar a cabo a manipulação vectorial
- A estes formatos costuma ser associada uma enorme precisão na manipulação de objectos. O software de desenho técnico (algum do qual também é chamado software CAD, de Computer–Aided Design), para as áreas da mecânica, da electrónica e da arquitectura, por exemplo utiliza exclusivamente formatos vectoriais.
As imagens seguintes mostram exemplos de uso de imagens do tipo vectorial nestes contextos.
Exemplo de imagem gerada em software CAD. Trata-se de um modelo poligonal de uma nave espacial da classe Space Shuttle. Este género de esquemas serve depois como base para simulações de comportamento aerodinâmico e para análise de fluídos.
Fonte: http://www-berkeley.ansys.com/examples/aerospace/aero_1.htm
Dois exemplos da utilização de software CAD em domínios relacionados com a arquitectura. Neste caso trata-se de duas perspectivas do mesmo esquema de uma instalação AVAC (Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado).
- Para os ambientes web, o World Wide Web Consortium (W3C) recomenda a utilização do formato vectorial SVG, ou Scalable Vector Graphics. Muito embora esta organização já tenha investido um esforço considerável no desenvolvimento e aperfeiçoamento do formato, ele ainda não é suportado integralmente pela maior parte dos browsers existentes.
A imagem seguinte mostra um dos efeitos que é possível gerar dentro da janela de um browser, apenas com comandos SVG:
Exemplo de imagem gerada a partir de código SVG, tal como aparece no browser Firefox. Este é um dos exemplos da Test Suite de SVG disponibilizada pelo W3C (livremente disponível em http://www.w3.org/Graphics/SVG/Test/).
Em baixo pode ser visto um excerto do código SVG responsável pela criação da imagem:
<filter id=”BlendNormal” filterUnits=”objectBoundingBox” x=”0%” y=”0%” width=”100%” height=”100%”>
<feFlood in=”BackgroundAlpha” flood-color=”#0f0” flood-opacity=”0.5” result=”img1”/>
<feBlend in2=”img1” in=”SourceGraphic” mode=”normal”/>
</filter>
<filter id=”BlendMultiply” filterUnits=”objectBoundingBox” x=”0%” y=”0%” width=”100%” height=”100%”>
<feFlood in=”SourceGraphic” flood-color=”#0f0” flood-opacity=”0.5” result=”img2”/>
<feBlend in=”SourceGraphic” in2=”img2” mode=”multiply”/>
</filter>
- Outras soluções para a web podem passar pela simples conversão das imagens vectoriais para versões bitmap e pela utilização do formato Flash (muito embora este não tenha sido criado a pensar em desenho técnico).
Como exemplo de utilização de um e de outro formato, poderemos considerar a preparação da imagem institucional de uma entidade. Se ela quiser manipular uma fotografia da sua sede, com vista à sua inclusão numa publicação impressa ou numa página web, deverá utilizar um formato de imagem do tipo bitmap. Se quiser definir correctamente o seu logotipo, com vista à sua reprodução impressa com exactidão, deverá utilizar um formato vectorial. No entanto, se quiser colocar o mesmo logotipo numa página web, deverá antes converter para bitmap uma representação vectorial dele no tamanho escolhido.
A tabela que apresentamos a seguir mostra os principais formatos gráficos vectoriais disponíveis. Alguns destes formatos assumem uma importância extremamente grande, pelas possibilidades de troca de informação que abrem (caso dos formatos PostScript, DWG e SWF, por exemplo).








