EXPEDIÇÃO MARROCOS 2010 – PLATEAUX DE REKKAM, ICHE E FIGUIG (4)

Boas.

Já realizamos a 1ª reunião, para apresentação do pessoal e dar a conhecer o percurso.

Serão 15 dias de Expedição por trilhos pouco transitáveis a partir do 3º dia e  até Figuig, atravessando o Plateaux de Rekkan e depois descendo a abandonada linha férrea “MN”.

Ceuta, Oued Laou, Al Hoceima, Oudja, Ain Beni Mathar, Debdou, Plateaux de Rekkan, Chott Tigri, Iche, Figuig, Boudenib, Missour, Sidi Harazen, Galaz, Bou Hamed, Douar Emsa e Chaouen, serão pontos de ancoragem, que vamos tentar amarrar.

Pelo que soubemos as fortes chuvadas derrubaram pontes e destruiram algumas pistas e as fotos que vimos e recebemos dão uma ideia do que vamos encontrar. Ver por exemplo AQUI.

Vamos nas calmas e em autonomia total. Quando sairmos o Spot vai dando notícias por nós.

Inté.

GRANDE ROTA 2010

Boas.

Esta nossa proposta, que designamos por Grande Rota 2010, tem várias opções de saída e pode e deve ser ajustada, se navegar com cartografia em papel ou digital.

As alternativas são muitas e a observação da envolvente, como novos caminhos, pistas recentes, pontos de interesse nomeadamente, Parques de Merendas e Praias Fluviais.

Mas, tenha em atenção a data de 15 de Maio a 15 de Outubro e os sistemas de alerta, na época dos Fogos Florestais. Os actuais Parques de Merendas já possuem grelhadores com sistema de retenção de faúlhas, mas mesmo assim tenha cuidado, nunca faça fogo na Floresta, nem deixe lixo, hoje quase todas as aldeias têm contentores.

Para descarregar o Track, basta clicar AQUI e depois “baixar”.

Inté.

TARTAN – AS VELAS DA LIBERDADE

Boas.

Para quem gosta de relatos com muita aventura, nada melhor que ler este livro.

Eu, pessoalmemte conhecia o barco, tinha dado algumas voltas nos anos 70.

Fui também convidado para uma grande viagem a bordo de um antigo barco com dois matros de um “vagabundo americano” que andava a vagabundear pelo sul do equador.

“Sinopse
Angola, 1978. Em plena guerra civil e no dia das comemorações do terceiro aniversário da independência, seis rapazes fogem de Luanda num veleiro de apenas 13 metros. Orientados por uma bússola, um mapa rudimentar e um rádio a pilhas, cruzam um oceano de dúvidas, medos e anseios, em busca da liberdade e da vida. O seu destino é Portugal, onde acabam por chegar depois de mil e uma vicissitudes.

Mais de 30 anos depois, a publicação desta história ajuda-nos a compreender um período pouco explorado da nossa História e da nossa memória colectiva.”

Fica mais esta sugestão LandLousã.
Inté

COSTA VICENTINA 2010

Boas.

A Costa Vicentina é uma das zonas mais lindas do País e como tal deve ser preservada.

No entanto é possível ainda com todos os cuidados, percorrer a longa distância que vai da Camporta (Estuário do Sado) até Sagres ou a Praia da Salema.

Até ao dia 15 de Maio, data que pensamos ser a ideal para fazer este Percurso, nas calmas sem  entrar nas zonas das dunas primárias, salvaguardando todas as indicações do Parque Natural da Costa Vicentina.

Este track tem essas condições como base e preocupa-se em respeitar o ambiente.

Não deixe lixo pelo caminho e respeite s limites de velocidade dentro das povoações.

Track AQUI ou AQUI. Deve ser aberto no Mapsource de preferência.

Inté.

Duas Dicas, importantes colocadas pelo André Bela num comentário que aqui transcrevo:

“NUNCA passem para dentro das placas do parque e nas zonas mais arenosas com pistas paralelas deixem sempre a pista mais à direita livre (neste caso concreto, no sentido Norte-Sul, não conduzam na pista mais próxima da praia).
Se por algum motivo não conseguirem passar nalgum sítio não forcem a passagem e NUNCA abram novo trilho, deêm a volta e procurem um caminho alternativo mais atrás, caminhos é o que não falta por lá.”

BaseCamp 3.0.1

No dia 31 de Março foi lançada pela GARMIN a versão 3.0.1. da ferramenta BaseCamp. Esta encontra-se disponível para download gratuito no próprio site da Garmin, a partir da seguinte hiperligação: http://www8.garmin.com/support/download_details.jsp?id=4435 (55.92 MB).

Ao contrário do que sucedeu até às versões 2.0.9, que apenas reconheciam mapas MapSource que contivessem incorporados dados DEM (digital elevation model), a nova versão lê e exibe todos os produtos MapSource, com excepção dos BlueChart (cartografia marítima). Assim, o download, desenho e transferência dos chamados “Custom Maps” passou a ser suportado pelo BaseCamp.

No que toca a estes mapas, sempre que não contenham DEM (para já, a grande maioria), o interface básico da ferramenta BaseCamp apenas permitirá a sua visualização em 2D, bem como das rotas, caminhos ou pontos de interesse que estejam carregados.

Os requisitos mantêm-se elevados, embora se notem já melhorias no desempenho do Basecamp, sobretudo ao nível da rapidez de desenho dos mapas e da geo-referenciação das fotografias.

São requisitos da ferramenta:

  • O computador possuir o sistema operativo Windows XP com Service Pack 3, ou posterior;
  • A Framework da Microsoft .NET 3.5.;
  • Uma placa gráfica que suporte OpenGL, versão 1.3 ou seguinte (para a visualização em 3D.
  • 1 GB de memória RAM.

Já os dispositivos que apenas possuem ligações através da porta série deixaram de ser suportados pelo BaseCamp.

Ainda no campo das novidades, e para além do suporte aos chamados “Custom Maps“, o BaseCamp 3.0.1, conta com:

  • a capacidade para lidar directamente com mapas pré-instalados no dispositivo GPS ou com cartões pré-programados;
  • novas ferramentas para desenhar e editar rotas. 

O utilizador passa, pois, a dispor da possibilidade de definir ao nível da rota a criar o seu tipo (“Auto Route” ou “Direct Route“), que lhe permitem desta forma tirar partido das possibilidades de “auto-routing” do BaseCamp (geração de rotas utilizando estradas/caminhos), modo de transporte a empregar e preferências distância/velocidade (influenciam o tipo de caminho a utilizar pelo utilitário de “auto-routing“).

 Mas talvez a novidade mais interessante desta versão do BaseCamp é o suporte da tecnologia “BirdsEye“, a qual permite aos utilizadores ver imagens de satélite, rotas e estradas como imagens reais, com ângulos na ordem dos 45 graus. Estas imagens de satélite podem ser interpostas nos mapas vectoriais como camadas. Para já o “BirdsEye” apresenta-se como um serviço pago. Trata-se de uma subscrição anual no valor de 29,99 USD e pode ser adquirida no próprio site da GARMIN: https://buy.garmin.com/shop/shop.do?pID=70144#overviewTab.

 À semelhança do que já sucede com o suporte de mapas “raster“, apenas certos dispositivos GARMIN (modelos OREGON, DAKOTA e COLORADO)  poderão produzir a visualização de imagens de satélite em “BirdsEye”. Quanto à geração Nuvi, a GARMIN parece querer posicioná-la apenas no mercado simples de navegação automóvel, do tipo “pronto a usar” por qualquer um. Mesmo os modelos mais evoluídos (500/550) que em tempos partilharam funcionalidades dos Colorado e Oregon, parecem agora ter ficado para trás, já que não possuem a capacidade de apresentar os chamados “custom maps” e não irão sequer integrar a tecnologia “BirdsEye“.

Em termos de futuro fala-se na actualização da série GPSMap 60. Na internet têm circulado rumores de um novo modelo: o GPSMap 62csx. A ser verdade será interessante verificar se irá integrar as possibilidades de suporte dos mapas “raster” e tecnologia “BirdsEye“.