GPX Editor: editor gráfico para trajectos,pontos e rotas no formato GPX

O GPX Editor é uma aplicação de edição de ficheiros que armazenam dados GPS (rotas, pontos e trajectos). Embora vocacionado para lidar preferencialmente com o formato GPX (GPS Exchange Format) é ainda capaz de ler e armazenar informação nos formatos KML e NGT (NoniGPSPlot).

Para aqueles utilizadores que não dispõem de Mapsource / Basecamp ou que preferem trabalhar sobre ortofotos e mapas digitalizados (informação raster), o GXP Editor é uma aplicação muito útil e, ao mesmo tempo, simples na gestão dos seus trajectos, pontos e rotas.

A aplicação é livre e encontra-se disponível para download na seguinte hiperligação:

http://www.knackes.com/blog/index.php?post/2008/11/20/193-gpx-editor-1070

Não pressupõe qualquer processo de instalação, pelo que pode ser executado directamente a partir do ficheiro .exe. Nos sistemas operativos MS Windows Vista e MS Windows 7 deverá ser sempre” executado como administrador”.

O GPX Editor tem como características principais:

  • Pré-visualização das rotas, trajectos e pontos;
  • Sua representação sobre Google Maps e OpenStreetMap;
  • Edição das propriedades de cada objecto;
  • Junção de ficheiros;
  • Cópia, eliminação, corte ou divisão e junção de trajectos;
  • Filtragem de trajectos de modo a reduzir o número de pontos que os compõem, através de algoritmos optimizados;
  • Representação gráfica da extensão e desnível dos trajectos.

O interface de utilização do GPX Editor pode ser visto na imagem que se segue:

OziExplorer em plataforma Android

Encontra-se ainda em fase final de desenvolvimento (alpha) mas promete. Trata-se da versão Ozi para o sistema operativo Android, o que lhe permite assim entrar no universo em franca expansão dos smartphones e tablets (como o Samsung Galaxy Tab).

A hiperligação para download e teste é a seguinte:

http://www.oziexplorer3.com/android/oziexplorer_android.html

Nesta versão do OziExplorer são suportados:

  • As versões 1.5 (Cupcake),  1.6 (Donut),  2.0/ 2.1 (Eclair) e 2.2 (Froyo)[do  sistema operativo Android;
  • A rotação (vertical/horizontal) do dispositivo;
  •  Diversas resoluções de ecrã;.

 

Apenas mapas nos formatos ozf2, ozfx3 são para já aceites, pelo que os mesmos deverão ser previamente tratados através da aplicação img2ozf.

Os mapas, bem como os outros ficheiros com dados GPS (rotas, pontos e trajectos) deverão ser armazenados no cartão SD, nas seguintes localizações:

  • Mapas: na pasta do cartão SD “OziExplorer/Maps”;
  • Dados: na pasta do cartão SD “OziExplorer/Data“.

Como limitações temos:

  • Os pontos (waypoints) podem ser carregados mas não criados, editados ou utilizados para navegação;
  • A função de “Track logging” está sempre seleccionada e cria um novo ficheiro no início de cada dia;
  • A ampliação acima dos 100% não se encontra ainda disponível.

ImgOsm: navegação para iOS em mapas Garmin

ImgOsm é uma aplicação de navegação para o sistema operativo iOS (iPhone, iPad, iPod) desenvolvido pela SeewaterDesign e que tem a particularidade de utilizar como base a cartografia vectorial da Garmin (no antigo formato IMG).

 A aplicação permite ao utilizador importar mapas Garmin para o dispositivo iOS e navegar sobre os mesmos. Estes mapas devem estar desbloqueados e respeitar as seguintes propriedades:

  • As latitudes devem situar-se entre -90o e 90o;
  • Um mesmo mapa não pode atravessar os dois pólos;
  • As longitues devem situar-se entre -180o e 180o.

 

 A interpretação dos objectos vectoriais (linhas, pontos e polígonos) é interna ao produto, pelo que os ficheiros TYP não são igualmente considerados.

 A principal limitação (a par do que alguns consideram ser o feio desenho do interface) prende-se com o facto da aplicação ImgOsm só poder ser instalada em equipamentos como sistemas operativos iOS 3.0 ou superior desbloqueados (jailbreak). Convém, no entanto, lembrar que a Apple não assegurar a assistência no caso de algo correr mal com os equipamentos em  que foi feito o jailbreak, pelo que se aconselha  cuidado no recurso à solução.

 A aplicação ImgOsm encontra-se disponível para download na seguinte hiperligação:

http://apt.modmyi.com/pool/main/c/com.seewaterdesign.imgosm/com.seewaterdesign.imgosm_4.0_iphoneos-arm.deb

Tem um custo de 30 USD.

 O manual de utilização encontra-se disponível no formato PDF em:

 http://sites.google.com/site/seewaterdesign/Home/ImgOsm_V4.0.PDF?attredirects=0&d=1

IV ANIVERSÁRIO DA LANDLOUSÃ

No dia 24 de Novembro de 2006, às 16 Horas e 27 Minutos, foi colocado o primeiro “post”, na sequência de uma página pessoal, com o intuito de partilhar conhecimentos, histórias, trajectos e vivências.

Hoje, a LandLousã, para além de um espaço de “partilha”, é também um dos principais divulgadores da Serra da Lousã e das suas potencialidades, procurando dar a conhecer as suas belezas naturais, a sua fauna e flora.

Todos os dias, temos uma palavra de alento, todos os dias temos questões para responder, todos os dias somos confrontados com dúvidas e pedidos de ajuda, sobre as nossas experiências, expedições ou workshops.

São estas coisas todas que nos fazem continuar, estudar, partilhar e sobretudo fazer amigos, muitos espalhados por esse mundo fora.

A nossa postura, deu-nos credibilidade e respeito e será assim que iremos continuar, porque não sabemos estar de outro modo.

Fomos visitados por muitos, mais de 360 500, o que nos alegra e nos faz empenhar cada vez mais.

Obrigado a TODOS.

Parola Gonçalves

GRANDE TRAVESSIA – DA LOUSÃ À EMBALSE DE ALCÁNTARA (2)

Boas.

Pois é, nos dias 6,7 e 8 de Dezembro, o Paulo Bré e o Parola Gonçalves, vão fazer em Autonomia Total o reconhecimento do percuro, que se estima ter cerca de 300 kms da Lousã a Embalse de Alcántara, na Extremadura Espanhola.

Vamos procurar, que o percurso, se desenrole sempre, ou quase sempre em caminhos, pistas ou trilhos em terra, bem como escolher “bivouacs” com as condições mínimas para os acampamentos.

Poderá haver uma alternativa de regresso à Lousã, em terra com alguns troços em asfalto, com pontos de “rotura” para quem seguir depois para o sul ou para o norte.

Vamos fazer o reconhecimento em Autonomia Total, pelo que iremos abastecidos de casa, já que quereemos proporcionar aos nossos sócios uma aventura completa e a melhor ligação ao ambiente e a natureza, de acordo com a experiência vivida na Travessia de Lousã a Valle da Venta.

Já temos um projecto de percurso, desenhado sobre cartas militares e com recurso aos mapas do Topo Lusitânia, versão V088. Com este projecto vai ser possível “buscar” as melhores paisagens e locais.

Data prevista para a Travessia: Janeiro/Fevereiro de 2011

Esperem para ver.

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Inté