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Olá.
Embora esteja para lá do sul do sul de Marrocos, é sempre bom voltar a Dakhla, pelas praias, pelo surf, pelo peixe e pelas pessoas.
Dakhla, é como uma “Ilha”, no sentido de ao seu redor não ter mais nenhuma cidade. Para mais a sul, tem a fronteira com a Mauritânia e mais a norte Boujadour e ainda mais a norte a cidade de Laâyoune.
Dakhla é uma cidade moderna, com avenidas largas muito iluminadas. É uma cidade asseada e com jardins bem tratados.
Belas esplanadas junto à Baía e muito bom marisco e peixe fresco. Todos os dias ao final da tarde , é bom visitar o souk ou feira, onde tudo se vende e tudo se compra.
Com esta introdução ficam aqui alguns pontos de interesse:
– 23º 45.83’N 15º 54.44’W – Camping Moussafir. Tem vento quase todo o ano, embora tenha muros altos. Fica a entrada da cidade. Tem bungalows e sanitários com duches quentes, ideal para quem passa a caminho da Mauritânia ou estar uns dias em Dakhla. Tem acesso directo à praia;
– 23º 41,47’N 15º 36,56,38’W – Localização do grande mercado coberto de Dakhla. Aqui há sempre peixe e marisco fresco;
– 23º 42,83’N 15º 55,67 – localização do aeroporto;
– 24º 42,12’N 15º 55,89’W – Oficina de reparação automóvel;
– 23º 42,12’N 15º 55,67’W – Igreija Católica de Nossa Senhora del Carmen, que pode ser visitada, contactando o Senhor Mohamed Semlali, telefone 05 28 89 32 70;
– 23º 47.70’N 15º 54.75’W – Nascente de água quente deTaourta;
– 23º 53.97’N 15º 42.67’W – Nascente de água quente de Asna;
– 23º 41.80’N 15º 55.88’W – O Restaurante Esplanada Samarkand, com pastelaria, gelados, marisco e uma vistas fabulosas sobre a Baía de Dakhla;
– 23º 42.84’W 15º 55.36’W – Hospital Central de Dakhla;
– 23º 41.90’N 15º 55.83’W – Restaurante Casa Luís. Aqui come-se o melhor peixe e marisco de Dakhla. Tem bom vinho branco e um excelente polvo à Galega.~
Estas são as nossa principais notas, contudo não queremos deixar de mencionar dois bons locais para dormir e praticar Kitesurf, que são o Dakkla Attitude e o Ocean Vagabond.
Ficas estas notas.
Bons trilhos.


Olá.
Dizem alguns que foi um dos importantes pontos de controle de Espanhóis e Portugueses para “vigiar” do que ia para além do Cabo Boujadour. Ainda hoje há essa dúvida se seria Portuguesa ou Espanhola, a soberania deste pequeno forte.
Era diminuto, com cerca de 65 m2, mas pelo que fui lendo de uma eficiência tremenda. A sua disposição bélica permitia defender e atacar em todas as direcções, basta ler os inúmeros relatos.
Transcrevo este pequeno texto feito para uma cerimónia evocativa da data e do valor deste pequeno Forte.

“O chamado Forte ou Torre de Santa Cruz de la Mar Pequeno, construída no final do século XV no Costa da Barbárie, no Saara, abriu a porta para as Ilhas Canárias e Castilla em África.
A “Torre ou Forte” foi localizado 92 quilómetros a partir de Fuerteventura, em um enclave de que o comércio começou com as tribos da região.

Historiador e escritor Tinerfeño Mariano Gambín, autor de um estudo abrangente sobre a torre de Santa Cruz de la Mar Pequeno, explicou que a construção começou em 01 de Agosto de 1496 por ordem dos Reis Católicos, através do governador do Grande Canária, Alonso Fajardo.

“Nós usamos a pisar em solo Africano e influência no comércio e troca, e até mesmo era um lugar de refúgio porque havia tribos que eram amigos, mas outros eram inimigos. A torre foi usado para se proteger no caso de eles as coisas estavam ruins porque eles estavam em barcos e desembarcou na costa, nas praias, e reembarcaban”.

A história regista que a torre foi demolida em 1517, ele retornou para reconstruir, até que em 1526 deixou de usar, virou-se para atirar e não reconstruída mais. Ele foi finalmente abandonada, disse o historiador.

Foi algumas décadas atrás, quando os restos do que foi uma vez que esta fortificação, até então perdida e coberto por dunas que cercam foram localizados. “A existência de pedras lá em particular é dada por muitos viajantes. Alguns se aventuraram que poderia ser a torre, outros não. A expedição botânica foi liderada por Francisco Garcia Talavera tirou fotos e desenhou um artigo”.

Mas foi o próprio autor de um artigo científico, preparado com informações recolhidas e verificadas por um historiador treinado, o trabalho com o qual ganhou o Prix de Armas Investigação Histórica Rumeu DIA convocada pelo jornal Gambin. Neste sentido, ele observou que “sem dúvida é verdade. Eles são os restos da torre. Eu estive lá e eu encontrei. Na verdade eu ter escrito um livro sobre o assunto.”

As dimensões tinha o “Castelo” foram 8,30 metros 8,30 metros. “Foi um quadrado. Era exatamente como a do Castillo de La Luz de Las Palmas, cuja construção é atribuída ao mesmo governador e foi feito no mesmo ano. É dentro do castelo Isleta, foi a forte original. É um gêmeo para Santa Cruz de la Mar torre pequena “, disse ele Gambin.

A importância de que pouca força era que “foi um ponto de referência para o comércio e salvamento cativos com as tribos da região. Foi um enclave castelhano estava lá como um ponto de referência para tudo o que veio ao continente. ele era trinta anos de pé até que ele parou de funcionar, porque o assunto das cavalgadas feita, às vezes, aqueles que não distinguir adequadamente entre as tribos amigas e inimigas, e pago apenas para os pecadores. a torre de Santa Cruz de la Mar pequena foi a porta de entrada para África Ilhas Canárias e Castilla, a primeira pegada”.

Finalmente, ele disse que Alonso de Lugo foi Governador Geral da Moscóvia em 1499 e, aparentemente, também instruído a levantar outras torres muitos mais ao norte de onde ele era o Santa Cruz de la Mar Pequeno “, mas não tinha nada a ver com isso . havia mais torres, mas foram um fracasso imediato, porque as tribos deixaram sem elevador. ”

Por sua parte, Ángel Quintero reforçou a ideia de que a torre de Santa Cruz de la Mar Pequeno foi construído pelos espanhóis para facilitar “a troca de bens com as tribos da região, no início, em seguida, vieram os ataques e comércio de escravos, que foram mantidos na torre e depois trazido para cá., que resultou em vingança retorno dos piratas bárbaros que atacaram as Canárias, especialmente Fuerteventura e Lanzarote, mais perto de suas margens territórios “.

Do seu ponto de vista, é uma parte da história das Canárias, desconhecido para muitos. “É em uma enseada e está afundando. Muitas pessoas não sabem como naquela época já tinha contatos com o litoral Africano, mesmo interveio o papa Alexandre com um touro e os Reis Católicos. É muito importante para as Canárias período histórico, mas desconhecido para mais. é por isso que organizou esta exposição. ele também existia mais torres, como Inés Peraza, mas não foram localizados onde eles estavam. Apenas redescobriu isso “, disse ele.“.

Fica esta nota, talvez importante para quem vai para o sul do sul do Reino de Marrocos.
Obrigado.
PS: Em Outubro um dos nossos sócios vai tentar tirar mais fotos e saber mais alguma coisa de importante.

Olá.
Caros Sócios, estamos a preparar um percurso que percorra os Lugares, Vilas ou Cidades com Castelo ou Fortificações, desde o Castelo da Lousã à Vila Fortificada de Almeida.
Será um percurso em autonomia total, com cariz familiar em que cada um ou o seu grupo possa visitar os locais mais importantes.
Oportunamente daremos notícias.
Obrigado.
PS: Reconhecimento após a Fase Charlie dos Fogos Florestais.

Olá.
Propomos este Passeio com a família, sendo que o fato de banho, a buxa e a pinga são fundamentais. O percurso não quer pressas, quer tempo e estilo, pois os locais a visitar e a usufruir são muitos e é preciso curti-los, pois de outro modo mais vale ficar por casa.
Bons trilhos.
PS: É muito importante ler a descrição que é feita na partilha do Wikiloc.

Powered by Wikiloc

Olá.
Os novos mapas de Marrocos, nomeadamente os OSM (Open Street Maps), têm visíveis quando trabalhamos com níveis de zoom, de maior pormenor têm a indicação sinalética de “Saddle”.
É muito importante vermos esta designação ou o seu símbolo, pois por norma, esta “Cela”, não é mais que um ponto de passagem.
Seja de modo prático e simples “Saddle ou cela”, não é mais que o ponto mais baixo de transição entre dois cumes ou picos de montanhas.
A imagem superior é o melhor exemplo da nossa descrição. Basta ter em atenção as chamadas de atenção feitas na foto, setas e circunferências.
As “Saddle”, são uma constante no Alto Atlas.
Fica mais esta nota.
Bons trilhos.
PS: Na Serra da Lousã uma das “Saddle”, mais conhecidas e visíveis fica situada entre o Trevim e o Santo António da Neve, na zona de acesso ao Colmeal.

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