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Olá.
Hoje vamos abordar, mais um Parque de Campismo em Marrocos, o Camping Achakar. Só abordamos aqui, Campings ou Auberges, em que pernoitamos.
O Camping Achakar, fica situado na costa atlântica norte, a oeste de Tânger, junto ao Cabo Spartel e a Gruta de Hércules.
A melhor maneira de chegar ao camping Achakar é seguir ela AE 4 e depois sair em Tânger Este em direcção ao aeroporto. Aconselhamos este percurso, porque pela N 16, terá de atravessar Tânger, o que torna a sua viagem mais complicada.
Este Parque de Campismo, situado junto ao mar, reúne as condições razoáveis para uma boa estadia. Tem muitas árvores e talhões bem definidos e alguns bungalows. Logo a entrada do camping, tem do lado direito a recepção e do lado esquerdo um bar/restaurante com excelente qualidade.
As instalações sanitárias são razoáveis, pese embora não terem duches com água quente, pelo menos até 2014.
Nas redondezas do Parque pode optar por visitar o Cabo Spartel ou Spartiel , bem como as Grutas de Hércules. Pode optar por ir a pé, são cerca de 4 kms de uma paisagem deslumbrante. Na zona do cabo, há imenso artesanato à venda.
É uma boa solução para quem faz a travessia do ferrie, Tarifa a Tânger ou Algeciras a Tânger Med.
É um Parque muito utilizado pelos sócios da Land Lousã, já que permite acesso rápido pela AE e depois à saída permite pela N1 aceder a Asilah.
Os preços são normais nivelados por cima.
A sua localização em termos de coordenadas é N35 45.558 W5 56.258.
Contacto: anoutour22@yahoo.fr, sendo proprietário Anouar El Hattachi
Fica mais esta nota…..até ao próximo Camping

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Olá.
Face a nossa experiência das viagens e expedições que temos feito ao Reino de Marrocos, entendemos por bem dar a conhecer a nossa avaliação de alguns Parques de Campismo, por nós utilizados. Importa realçar, que para nós, a localização e a envolvente são os factores principais, para além dos serviços, nomedamente sanitários,
Hoje vamos escrever sobre o Camping Amazigh.
Este pequeno Parque encaixado entre Ifrane e Azrou, no médio Atlas, tem a particularidade de ser um pequeno Parque de Campismo familiar à entrada da Floresta dos Cedros.
O seu proprietário, uma pessoa simpática afável e simples, o Senhor Hassan, gere com selo e dedicação esta pérola, que está a poucos quilómetros de Ifrane ( típica cidade Suiça) e de Azrou. Está também perto do célebre “Cedro Gouraud” e da trope de babuínos.
O contrate entre Ifrane e Azrou. leva-o a dois “mundos distintos”, com as suas ruas e avenidas largas ladeadas por largos passeios com jardins floridos e o contrate com Azrou, termo que deriva de “rochedo”.
Se vier de Fez, pode comprar ao longo da estrada fruta fresca dos imensos pomares, se vier de Meknés, encontra o reboliço das cidades e vila Marroquinas com os seus Souks (mercados) coloridos.
O Parque tem cerca de um hectare, e é repleto de oliveiras….o silêncio é absoluto, pese embora ficar junto a N 8, estrada movimentada que liga a Fez…..as instalações sanitárias simples, são constantemente limpas e sempre asseadas e aquecidas no inverno, na velha caldeira de lenha.
Os preços são baixos, quase que ofensivos…mesmo o preço dos pequenos quartos, penso que 4, que existem no edifício junto a entrada.
Pode ainda observar e visitar os 4 ou 5 lagos (Dayets) ou (Dayats), dos quais saliento, a Dayet de Aoua, com um enorme parque de merendas, a Dayet de Hachlaft e a Dayet de Ifrah, todas estas com acesso por viatura normal.
Aconselho a não irem carregados e comprarem nas mercearias junto ao Parque de Campismo as verduras e mercearias a bom preço, para além de ajudarem o comércio local. Pode também optar por ir a Azrou e visitar a medina onde se podem comprar bons recuerdos e mercearias.
Uma última sugestão….logo à entrada da medina de Azrou há excelentes esplanadas com pastelaria refinada, que aconselhamos. Tome um chá ao final da tarde…..tenha paciência e veja o reboliço saudável de famílias inteiras na rua.
Fica a nota.
Coordenadas…N33 26.957 W5 10.226
Telefone: 00 212 (0)5 35 56 07 25
email: campingamazigh@hotmail.com
Boa viagem e se tiver um 4×4 bons trilhos…..
https://www.camping-amazigh.com/

Um abraço a todos Bombeiros, Sapadores Florestais, Voluntários, Enfermeiros, Médicos e a todo o Pessoal de apoio nesta época de fogos Florestais.
São para nós Heróis sem rosto, mas com garra, personalidade e espírito de entreajuda.
Bem Hajam……a Land Lousã, reconhece o vosso esforço.
Um agradecimento a Espanha, Itália e a Marrocos, por terem enviado aviões Canadair, para combate aos Fogos Florestais….

Le Zerhoun

O Tomo X das Pistes Du Maroc, de autoria de J. Gandini e Hassan Yamani, cujo título é Le Zerhoun, Volubilis & Moulay Idriss, veio dar a conhecer alguns pontos de interesse numa zona que por norma os 4×4 passam por ela “como 4×4 por vinha vindimada”.
O Jebel Zerhoun, é uma cadeia de pequenas montanhas da região Meknes e é caracterizada por uma topografia diversificada, onde as colinas ocupam uma posição dominante, coberta com florestas de carvalhos, pinheiros ou olivais e com uma vasta planície a oeste.
Zerhoun, é uma das regiões mais ricas em património cultural marroquino, como Volubilis, a cidade sagrada de Moulay Idriss, bem como a fortaleza Kasbah Nesrani.
Face a esta introdução vamos hoje dar a conhecer um pouco do percurso:
Route A1. La Grande Boucle du Zerhoun.
É um percurso circular com cerca de 120 kms com saída do Parque de estacionamento de Volubilis e términus em Moulay Idriss.
Como já referimos, este percurso é uma “Boucle”, seja um percurso circular, que percorre uma rede de estradas com o piso mais ou menos degradado, fazendo valer aqui as qualidades de um 4×4 bem como aceder a locais inéditos que outro automóvel não permitia.
Vamos unicamente colocar aqui os pontos de interesse que esta Route A1 nos proporciona.
Como já referimos o percurso tem início no Parque de estacionamento de Volubilis e segue pouco depois por pista indo ao encontro do antigo refúgio de Zerhoun, que no início do século passado, permitia acolher alguns turistas.
A sequência de pontos de interesse “POI’S”, é avassaladora, pois logo ao km 3.60, temos acesso a célebre Gruta de Kef el Hâmam, ou também conhecida pela Gruta dos Pombos.
Ao Km 6.00, temos logo à saída da Vila de Moulay Idriss, uma importante obra de engenharia o Aqueduto Haroun. Um aqueduto construído em alvenaria, tem dois andares, construído para recolher e transportar as águas da montanha. Pensa-se que foi construído na época do Sultão Moulay Abdelaziz.
Ao km 7.60, encontramos uma nascente de águas quentes e sulfurosas de Aïn El Hamma, cujas águas correm para as Gorges Kroumane. Os romanos aproveitaram a nascente e construíram um reservatório circular que ainda hoje existe e foi recuperado em 2010, depois de uma forte invernia. Esta água era canalizada para Volubilis, pois as suas características termais eram muito apreciadas para doenças da pele.
Ao Km 14.80, termina o Parque Natural de SIBE e é possível visitar na zona um antigo complexo de antigos edifícios onde funcionou uma estação de rádio.
Um pouco depois ao Km 19.80, entra em El Mrhassïine, um pequeno lugar onde a presença de edifícios e fontes do tempo do Protectorado, são ainda hoje visíveis. Há ombreiras de janelas tipicamente francesas, bem como fontenários em pedra trabalhada.
A sequência de nascentes ao longo do percurso vão ser uma constante, bem como de alguns antigos cemitérios.
Ao km 25.70, saímos da zona de influência do Jebel Zerhoun e entramos na zona do Jebel Takerma, onde a vegetação muda por completo, e podemos ver ao logo do caminho florestal uma enorme plantação de alfarroba.
Ao km 40.30, em Sidi Mjehde, é aconselhável visitar o antigo lagar mecânico, construído no tempo do Protectorado e que hoje está em ruínas, mas ainda com algum equipamento. De seguida tem em linha de vista a albufeira da Barragem de Sidi Chahed.
Ao km 47.90, segue em direcção a Talaghza, onde vai encontrar oliveiras com mais de um século e com a inscrição feita por gravação na própria árvore do nome do proprietário.
Depois de uma sequência de mudanças tipo de florestas e culturas, mas das quais sobressaí o olival, chega a Bni Ammar ao km 81.50. Bni Ammar é uma antiga vila, que merece uma visita. A sua arquitectura antiga do tempo do Protectorado é ímpar. Com os seus arcos em forma de abóboda as antigas construções ainda se mantêm uma das quais uma antiga chaminé bem como as ruínas de uma antiga barragem agrícola.
Ao km 111.30 chega a Vila de Beni Meraz, depois de passar pelo Douar El Khenadek, ao km 90.00, onde ainda existe as ruínas de La Menara, uma antiga torre de vigia que não suportou a força de um sismo, bem como as restantes habitações. Hoje El Khenadek, é um conjunto de ruínas que sofre com a erosão do tempo.
Em Beni Meraz. Aconselhamos uma vista aos artesãos que trabalham com barros e onde é possível ver como ainda trabalham e adquirir algumas peças.
A “Boucle” aproxima-se da sua parte final, encontrando ainda mais alguns “Douar’s”, seja pequenos lugares com forte componente agrícola ou de pastoreio.
Esta é a nossa pequena contribuição, para quem passa pela zona com o seu 4×4 como “como 4×4 por vinha vindimada”.
Aconselhamos pelo que lemos e pelas fotos que vimos a fazer esta Route A1, podendo ter como base os alojamentos em Volubilis, Hotel e ou Gïte, bem como o Parque de Campismo junto a Moulay Idriss.

PS:
Faça Todo Terreno responsável, respeitando sempre a Natureza e as Boas práticas ambientais! Não deixe lixo pelo caminho. Respeite os alertas das autoridades.
Conselhos e boas Praticas TT:
Levar sempre uma reserva de água, comida e combustível para acautelar algum imprevisto que possa surgir.
As pistas devem ser feitas sempre com o mínimo de duas viaturas 4×4, não saindo dos caminhos ou estradas e respeitando as hortas ou plantações, bem como a propriedade privada.
Alerta – A partilha deste percurso deve obedecer a altura do ano e ao tipo de viatura. Esta partilha, não responsabiliza quem o publicou, por qualquer dano ou acidente que possa ou venha a ocorrer por quem o realizar.
Cada um, deve ponderar a sua utilização, avaliando os riscos e a sua capacidade para o realizar.
Bons trilhos.
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Olá.
Dizem que os “Duros Também se Abatem”, mas o MaxiBomb para uns ou Maximbombo, que com ternura os antigos donos o chamavam, vai voltar a rolar…quatro anos depois de na zona de Elvas, ter ficado sem bomba de água, depois de uma Expedição ao Sahara Ocidental. Ainda hoje estão lá as marcas das fortes tempestades de areia que apanhou, uma à ida na zona de Tan Tan e outra no regresso entre Dakhala e Boujadour.
Esta pequena homenagem, que a Land Lousã, faz a este Range Rover com motor VM, com cerca de 500 000 kms, traduz a sua fiabilidade e a sua presença em inúmeras viagem ao norte de África…..
Pode parecer absurdo, mas para nós não é, porque para mim, foi um fiel companheiro de aventuras e essencialmente um “fazedor” de grandes amizades, amizades para a vida.
Hoje de manhã, quando vi o Maxibomb ou Machimbombo a ser reparado para novas aventuras, chorei de alegria. sei que os antigos donos, estão na mesma, felizes, curtiram bués, namoraram bués…..
Foto 1 Land Bastos, 2016;
Foto 2 na descida para Anergui, Maio de 2009;
Foto3 na H1 de Gandini, entre Anergui e Cathedral de Roches, Maio de 2009;
Foto 4. Sahara 2011……
Fica a nossa homenagem……..”nunca se abate um Range Rover”.
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