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Olá.
Dizem alguns que foi um dos importantes pontos de controle de Espanhóis e Portugueses para “vigiar” do que ia para além do Cabo Boujadour. Ainda hoje há essa dúvida se seria Portuguesa ou Espanhola, a soberania deste pequeno forte.
Era diminuto, com cerca de 65 m2, mas pelo que fui lendo de uma eficiência tremenda. A sua disposição bélica permitia defender e atacar em todas as direcções, basta ler os inúmeros relatos.
Transcrevo este pequeno texto feito para uma cerimónia evocativa da data e do valor deste pequeno Forte.

“O chamado Forte ou Torre de Santa Cruz de la Mar Pequeno, construída no final do século XV no Costa da Barbárie, no Saara, abriu a porta para as Ilhas Canárias e Castilla em África.
A “Torre ou Forte” foi localizado 92 quilómetros a partir de Fuerteventura, em um enclave de que o comércio começou com as tribos da região.

Historiador e escritor Tinerfeño Mariano Gambín, autor de um estudo abrangente sobre a torre de Santa Cruz de la Mar Pequeno, explicou que a construção começou em 01 de Agosto de 1496 por ordem dos Reis Católicos, através do governador do Grande Canária, Alonso Fajardo.

“Nós usamos a pisar em solo Africano e influência no comércio e troca, e até mesmo era um lugar de refúgio porque havia tribos que eram amigos, mas outros eram inimigos. A torre foi usado para se proteger no caso de eles as coisas estavam ruins porque eles estavam em barcos e desembarcou na costa, nas praias, e reembarcaban”.

A história regista que a torre foi demolida em 1517, ele retornou para reconstruir, até que em 1526 deixou de usar, virou-se para atirar e não reconstruída mais. Ele foi finalmente abandonada, disse o historiador.

Foi algumas décadas atrás, quando os restos do que foi uma vez que esta fortificação, até então perdida e coberto por dunas que cercam foram localizados. “A existência de pedras lá em particular é dada por muitos viajantes. Alguns se aventuraram que poderia ser a torre, outros não. A expedição botânica foi liderada por Francisco Garcia Talavera tirou fotos e desenhou um artigo”.

Mas foi o próprio autor de um artigo científico, preparado com informações recolhidas e verificadas por um historiador treinado, o trabalho com o qual ganhou o Prix de Armas Investigação Histórica Rumeu DIA convocada pelo jornal Gambin. Neste sentido, ele observou que “sem dúvida é verdade. Eles são os restos da torre. Eu estive lá e eu encontrei. Na verdade eu ter escrito um livro sobre o assunto.”

As dimensões tinha o “Castelo” foram 8,30 metros 8,30 metros. “Foi um quadrado. Era exatamente como a do Castillo de La Luz de Las Palmas, cuja construção é atribuída ao mesmo governador e foi feito no mesmo ano. É dentro do castelo Isleta, foi a forte original. É um gêmeo para Santa Cruz de la Mar torre pequena “, disse ele Gambin.

A importância de que pouca força era que “foi um ponto de referência para o comércio e salvamento cativos com as tribos da região. Foi um enclave castelhano estava lá como um ponto de referência para tudo o que veio ao continente. ele era trinta anos de pé até que ele parou de funcionar, porque o assunto das cavalgadas feita, às vezes, aqueles que não distinguir adequadamente entre as tribos amigas e inimigas, e pago apenas para os pecadores. a torre de Santa Cruz de la Mar pequena foi a porta de entrada para África Ilhas Canárias e Castilla, a primeira pegada”.

Finalmente, ele disse que Alonso de Lugo foi Governador Geral da Moscóvia em 1499 e, aparentemente, também instruído a levantar outras torres muitos mais ao norte de onde ele era o Santa Cruz de la Mar Pequeno “, mas não tinha nada a ver com isso . havia mais torres, mas foram um fracasso imediato, porque as tribos deixaram sem elevador. ”

Por sua parte, Ángel Quintero reforçou a ideia de que a torre de Santa Cruz de la Mar Pequeno foi construído pelos espanhóis para facilitar “a troca de bens com as tribos da região, no início, em seguida, vieram os ataques e comércio de escravos, que foram mantidos na torre e depois trazido para cá., que resultou em vingança retorno dos piratas bárbaros que atacaram as Canárias, especialmente Fuerteventura e Lanzarote, mais perto de suas margens territórios “.

Do seu ponto de vista, é uma parte da história das Canárias, desconhecido para muitos. “É em uma enseada e está afundando. Muitas pessoas não sabem como naquela época já tinha contatos com o litoral Africano, mesmo interveio o papa Alexandre com um touro e os Reis Católicos. É muito importante para as Canárias período histórico, mas desconhecido para mais. é por isso que organizou esta exposição. ele também existia mais torres, como Inés Peraza, mas não foram localizados onde eles estavam. Apenas redescobriu isso “, disse ele.“.

Fica esta nota, talvez importante para quem vai para o sul do sul do Reino de Marrocos.
Obrigado.
PS: Em Outubro um dos nossos sócios vai tentar tirar mais fotos e saber mais alguma coisa de importante.

Olá.
Caros Sócios, estamos a preparar um percurso que percorra os Lugares, Vilas ou Cidades com Castelo ou Fortificações, desde o Castelo da Lousã à Vila Fortificada de Almeida.
Será um percurso em autonomia total, com cariz familiar em que cada um ou o seu grupo possa visitar os locais mais importantes.
Oportunamente daremos notícias.
Obrigado.
PS: Reconhecimento após a Fase Charlie dos Fogos Florestais.

Olá.
Propomos este Passeio com a família, sendo que o fato de banho, a buxa e a pinga são fundamentais. O percurso não quer pressas, quer tempo e estilo, pois os locais a visitar e a usufruir são muitos e é preciso curti-los, pois de outro modo mais vale ficar por casa.
Bons trilhos.
PS: É muito importante ler a descrição que é feita na partilha do Wikiloc.

Powered by Wikiloc

Olá.
Os novos mapas de Marrocos, nomeadamente os OSM (Open Street Maps), têm visíveis quando trabalhamos com níveis de zoom, de maior pormenor têm a indicação sinalética de “Saddle”.
É muito importante vermos esta designação ou o seu símbolo, pois por norma, esta “Cela”, não é mais que um ponto de passagem.
Seja de modo prático e simples “Saddle ou cela”, não é mais que o ponto mais baixo de transição entre dois cumes ou picos de montanhas.
A imagem superior é o melhor exemplo da nossa descrição. Basta ter em atenção as chamadas de atenção feitas na foto, setas e circunferências.
As “Saddle”, são uma constante no Alto Atlas.
Fica mais esta nota.
Bons trilhos.
PS: Na Serra da Lousã uma das “Saddle”, mais conhecidas e visíveis fica situada entre o Trevim e o Santo António da Neve, na zona de acesso ao Colmeal.

Olá.
Na busca incessante de procurar locai de interesse, quer sobre o ponto de vista cultural, histórico, de bivouac ou com referências de interesse para quem gosta de Todo Terreno Turístico, e na sequência dos artigos sobre as Barragens do Alto Ceira, eis que nos foi dado um lamiré, sobre o lugar de Vale Pardieiro ou Val Pardieiro, no concelho de Pampilhosa da Serra, coordenadas N40 08.712 W7 57.921.
Encontrei este pequeno texto escrito por Carlos, deveras interessante.
“este ano, numa daquelas tardes de domingo em que faço tempo para regressar aqui acima, dei uma saltada para fotografar o túnel do vale pardieiro e encontro um dos moradores de fim de semana e férias.
como acontece sempre nestas alturas, ao ver por ali um forasteiro com ar de turista, pergunta-me quem sou, de onde venho…, e se já tinha ido ver o túnel, ao que respondo que foi esse o propósito da minha visita.
vem então a minha vez de fazer perguntas.

conta ele que, não sendo da terra, mas tendo casado lá (gosto deste termo que define, não o local onde se casou, mas a localidade do cônjuge), conhecia a história do túnel pela sua sogra, cujo pai tinha trabalhado nele.
os terrenos que marginavam o rio Ceira, por razões que ninguém sabe explicar, eram, no começo do século 20, de ‘um senhor’ de folques.
(é interessante esta posse de Folques sobre os terrenos da freguesia de fajão, já que, durante alguns séculos, os fajaenses tiveram que pagar tributo aos monges do convento de… folques).
o rio Ceira era (e ainda há dois anos voltou a mostrar isso) um rio bipolar.
tão depressa corre vazio, como de repente rebenta com tudo à sua volta.

a curva de quase 360 graus que o Rio Ceira faz em volta do vale pardieiro fazia com que em época de cheias as águas seguissem em frente invadindo aquela baixa de terreno com terra (!!!!, porque terra é coisa muito escassa na serra do açor, como sabem), e estragasse a produção agrícola.
vai daí o dito ‘senhor de Folques’ convence os habitantes da aldeia a escavar um tunel que desviasse o curso do Ceira, fazendo-o passar por baixo da aldeia e deixando passar apenas a água necessária para regar aqueles terrenos.
à força de picaretas e muito músculo, os homens e mulheres da aldeia começam a escavar sob as suas casas até atingir o outro lado do montículo onde moravam.
um grosso paredão do lado montante ajudava a água a encontrar o seu caminho para o túnel e regressar ao seu leito original 50 metros depois.
esses terrenos têm hoje outros proprietários, estão completamente abandonados e já ninguém se coloca na ponta do vale pardieiro para ver a linda curva que o Ceira em milhares de anos moldou e os homens de vale pardieiro em muito poucos anos trataram de corrigir.
nas cheias de 2006 o paredão deu de si um bocado e a água quase voltou ao seu leito original…”
Oportunamente vamos ter mais notícias sobre este lugar.


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