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Olá.
Um percurso excelente, por trilhos pouco explorados.

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Inté

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Olá.
Um sócio e amigo falou-me desta pista durante o 1º Bivouac Land Lousã.
A construção da pista sobre o Coll de Tagounsta, entre Assoul e Ksar Agoudin, representa um dos mais eficazes exemplos de colaboração entre as Tropas de Ocupação, neste caso a Legião Estrangeira. Durante o período de pacificação.
Esta pista tinha como objectivo aceder ao Planalto de Tana a (2242 mts) de altitude. Esta pista helicoidal tinha a função de vencer um desnível de cerca de 388 mts, em terreno duro e com falésia altas. Usando uma tecnologia de lancetes helicoidais, terminando num túnel com 52 mts de comprimento e sete de altura.
Naquele tempo a engenharia militar, usou um teleférico com 504 mts de comprimento para levar e trazer material, vencendo um desnível de 247 mts.
Esta pista helicoidal, aque corresponde o percurso S4, do tomo I de . Gandini,, fica na zona do Alto Atlas, zona Norte-Este. Tem cerca de 6 kms a pista com traçado helicoidal.
A título de exemplo, estiveram a trabalhar nesta obra, três batalhões, com o apoio de mais de 3000 trabalhadores e 16 martelos compressores Spiros.
Estes moto-compressores Spiro tinham entre 12/15 Cv, eram resistente e quase indestrutíveis.
Para terminar basta escrever que o Túnel de Tagounsta, é o único Túnel Helicoidál de África. À saída do Túnel é ainda possível ler a inscrição “Génie Militaire/Avril-Juin 1933”.
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AVISO CONVOCATÓRIA

Ao abrigo do artigo 11.º dos Estatutos é convocada a Assembleia-geral a realizar pelas 21:00 Horas do dia 25 de Novembro, na Sala Dos Baldios da Lousã, sita na Nave de Exposições da Lousã.com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1.Informações sobre a actividade do CPTTTSL;
2.Discussão e aprovação do Orçamento e demais documentos de prestação de contas, relativo ao ano económico de 2015/2016;
3.Discussão e aprovação do Plano de Actividades e Orçamento para o ano de 2017;
4.Eleição dos Responsáveis pela Representação do Clube de Praticantes para o período 2017/2018;
5.Ractificação da decisão de admissão de novos sócios por parte dos Representantes do Clube, desde a Assembleia-geral de 7 de Fevereiro de 2015;
6.Outros assuntos respeitantes à actividade do Clube.

Lousã, 1 de Novembro de 2016

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O Tomo III, Pistes du Maroc, De L’Oued Draa à La Seguiet el Hamra”, de Jacques Gandini, edição de Setembro de 2013, permite obter percursos entre os paralelos de Tan Tan e Smara. São percursos mais duros entre os “DPM” e os saharianos.
Junto ao paralelo de Tan Tan e na zona adjacente ao Oued Dráa, os percursos são quase todos “DPM”, muita pedra, algum trial e muita navegação. Mais a sul, encontramos percursos rápidos, com pisos de areia e ou pisos duros de arenito ladeados de muitos reg’s.
Hoje vamos abordar um percurso que se desenrola na parte norte, na vertente sul do Jebel Ouarkziz, o percurso “Piste Par Las Crêtes du Ouarkziz – H4”.
Uma particularidade deste percurso é um dezena de kms aós sair de M’Sied, é encontrar vários destroços de tanques, viaturas militares e aviões da guerra entre Marrocos e a Polisário
“Piste Par Las Crêtes du Ouarkziz – H4”., tem as seguintes características:
Região: Tan Tan & Haouza;
Zona: M’sied:
Gasóleo: Tan Tan e Assa;
Campismo: Tafnidilt e Icht;
Bivouac: algumas possibilidades ao longo do Dráa;
Distância do percurso: 65 kms;
Piste DPM – 38 kms

O percurso tem cerca de 65 kms e a descrição que vamos fazer diz respeito ao sentido M’Sied a R 103 que dá ligação a Assa-Zag.
É um percurso “DPM” em que a paisagem é fora do comum, com algumas dificuldades em que não é “preciso ter medo” como refere o autor do Tomo III. Não é aconselhável fazer o percurso a solo, com o mínimo de duas viaturas. Os últimos 2 kms fora de pista, para ir ao encontro do percurso F1, conte com uma trialeira e pelo menos muita diversão. Os 4×4 com pouca altura ao solo, vão ter mais dificuldades senão mesmo evitar este percurso. As indicações do pessoal de apoio são importantes.

Km 0.00 – M’Sied, rume a sul, pela pista em direcção ao Oued Laftefa. Pela frente vai ter o Djebel Tazzout e o Djebel Sidi Brahim el Attabi, este em forma de tagine, inconfundível. Também lhe chamam o “Vulcão de M’Sied”.
Km 7.30 – encontra um dos primeiros muros de defesa marroquina, utilizados na sangrenta luta pela posse do Sahara Ocidental.
Km 9.30 – mais uma sequência de muros de protecção, desta vez mais dois, estes no acesso ao Col Meksem. Aqui estão três túmulos com cobertos com lajes formadas por pequenas pedras.
Aqui estão muitos dos destroços de veículos militares, tanques de combate, que possivelmente foram destruídos por minas.
Km 24.00 – início da pista “DPM” em direcção ao bordo norte do Ouarkziz. Aqui há várias opções, uma das quais é subir ao patamar superior e observar todo o esplendor da paisagem e ter a noção deste contraforte do Anti-Atlas. Nesta zona depois de analisar as opções é optar por uma mais indicada de acordo com a preparação das viaturas.
Km 40 – um marco de pedra indica um caminho pedonal de acesso a um abrigo militar ou de pastores.
Km 56 – o percurso tem muitas pedras, muito calhau, em que é necessário procurar uma passagem alternativa, indo ao encontro do Km 59 em que a pista se torna rolante.
Km 61 – o percurso entra na sua zona mais difícil, com descidas acentuadas em zona de calhau e grandes pedras, o Guia, aconselha caixa baixa e redutoras para poupar os travões e procurar sempre a zona mais fácil. São cerca de 300 mts de uma descida acentuada fora de pista em busca das pistas mais a sul no leito do Oued.
Km 62,20 – no final da descida, encontra uma série de abrigos sob as rochas e vai de encontro ao percurso F1.
Fica aqui a nossa avaliação e a nossa proposta.
Inté
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